ARTHUR (O GENERAL) A água fervendo batia nas minhas costas, mas o calor que eu sentia vinha de dentro. Ver a Alana ali, com os olhos castanhos arregalados, processando a minha confissão, me dava uma sensação de poder que nenhum fuzil jamais me deu. Eu a queria. Não apenas o corpo, mas aquela luz que ela carregava e que insistia em iluminar o meu porão escuro. Segurei o rosto dela com as duas mãos, ignorando o sabão que escorregava. Eu precisava que ela entendesse que o "ogro" tinha sido domado, mas que o macho ainda estava faminto. — Você me ouviu, Alana? — sibilei, enquanto minha mão descia pelas costas dela, apertando a carne macia da sua b***a e puxando-a para cima, colando a sua b****a, ainda inchada e sensível, no meu p*u que já estava latejando de novo. — Não tem muro. O que tem é

