Capitulo 04

3397 Palavras
Ísis observava cada detalhe dos corredores perfeitamente organizados e lindamente decorados em lilas e preto, as cores da bandeira do reino. Andaram por diversos corredores, até chegarem ao grande salão por onde havia entrado quando chegou, o salão dava acesso ao uma grande escada, após subirem por ela, andaram por mais alguns corredores até pararem em frente a duas grandes portas. A senhorita Antunes abre as portas revelado um quarto que Ísis só havia vistos nos cinemas, a jovem dar passagem a princesa que entra maravilhada com o quarto, ele era todo decorado em mogno e vermelho, a grande cama se destacava ao centro do quarto. No canto esquerdo, uma grande penteadeira dava um toque feminino ao local, no lado direito uma lareira aquecia o ambiente, a sua frente sofás, poltronas e um tapete montava uma mini sala de visitas. Ísis estava encantada observando cada canto do comodo que poderia muito bem acomodar todas as crianças do convento onde viveu sua infância e adolescência. Não notara as portas que haviam ao lado da penteadeira, tendo as notado apenas após a jovem serva sair de uma delas com um vestido nos braços. — Suponho que este deve lhe servir, não sei se é de seu gosto, mas logo providenciaremos alguns conforme sua escolha e a sua altura, Alteza. - Elena fala com um leve sorriso, colocando sobre a cama o vestido que trouxera, era um vestido verde simples de mangas longas. Ela some por uma das portas ao lado da penteadeira, voltando logo depois com um espartilho e um par de sapatos na mão. - Posso? - Pergunta sinalizando o sobretudo de Ísis, que apenas retira a peça. Elena, mesmo sob protestos, a ajudou a se vestir, desde a fechar todos os botões da peça até apertar o espartilho, então em poucos minutos estava devidamente vestida, seus cabelos ganharam um penteado simples, e um pequeno arranjo. — Ficou um pouco folgado, mas ficou linda Alteza. — Obrigada. - Fala se olhando no grande espelho que ali continha. - A proposito como se chama? — Desculpe a grosseria, Alteza, me Chamo Elena Antunes, sou uma das camareiras do castelo. - Se apresenta efetuando uma reverência. - Já está tarde, creio que Vossa Alteza queira descansar. — Na verdade, gostaria de comer algo, parece que não como a semanas. - Ísis Brinca, mas logo fica séria novamente, ao notar que não havia sido feliz com sua brincadeira. — Claro Vossa Alteza, me perdoe, pedirei imediatamente que alguém da cozinha lhe prepare algo e traga para Vossa Alteza. - Fala indo em direção a saída do quarto, mas logo para ao ser chamada. — Elena, não incomodar ninguém com isso, eu mesma posso ir à cozinha preparar algo, não sei como é a rotina do castelo, mas não quero atrapalhar o trabalho... - Ísis n******e concluir sua fala, pois logo Elena estava aos seus pés de joelhos, com os olhos cheios de lagrimas. — Vossa Alteza, perdoe essa p***e serva, não foi minha intenção ofendê-la. - A cena chocou Ísis completamente, espantada, encarava a jovem dama de joelhos, com a cabeça apoiada no chão e uma mão de cada lado, como se implorasse por sua vida a um Imperador. Os ombros da jovem tremiam levemente, revelando o choro silencioso. — Elena, levante-se por favor, me desculpe se te ofendi de alguma forma. - Fala, tentando fazer a jovem se levantar sem sucesso, então ela se deu conta estava no ano de 1500, as coisas eram bem diferentes da era em que fora criada, se ajoelha em frente a jovem. - Por favor Elena me olhe. - pede novamente com a voz mais calma, a jovem dama então levanta levemente o rosto revelado seus olhos verdes vividos, brilhando pelas lagrimas não derramadas. - Me desculpe, acredito que não saibas, mas fui criada muito longe do castelo, e no local onde vivia, não tinha tantas regras e normas, me desculpe se falei algo que a ofendeu ou que poderia prejudicá-la. - Então um pouco mais calma e com ajuda de Ísis, Elena levanta seu tronco fincando apenas de joelhos. — Jamais um m****o da nobreza esteve na cozinha Alteza, muito menos da realeza. - Elena fala baixo. - Vossa Alteza pode me falar o que deseja jantar, então pedirei para cozinha preparar. — Entendo, não tenho nenhum pedido especial, mas eu poderia comer em outro lugar? Não estou acostumada a comer no mesmo ambiente em que durmo. - Ísis explica calmamente, então Elena olha para janela e depois encara a princesa. — Acredito que esteja na hora do jantar de Vossas Majestades, eles devem esta reunidos no grande salão. - Responde calmamente. - Tudo bem para Alteza se juntar a eles? — Claro. - Ísis concorda, de certa forma estranhando o fato de tal proposta não ter sido realizada no início. Abas seguem pelo caminho pelo qual vieram, ao descerem as escadas encontram com a senhora Karen acompanhada de uma bela dama, elas realizam uma leve reverência a princesa. O g***o segue silenciosamente para o salão sendo guiados por Elena que andava um pouco mais a frente, mas para abruptamente levando Ísis a esbarrar nela levemente, mas antes que algo fosse falado, vozes exaltadas são ouvidas. Ísis se aproxima da porta onde Elena havia parado, no salão uma Senhora e sua Majestade discutiam, em um canto estavam os generais Castro e Garcia acompanhados do Duque Gonçalves. — Você só pode estar ficando louco majestade - A senhora falava alto. — Mãe imperial, é minha filha. - O Imperador respondeu. — E também minha neta… — Então por que falas tais absurdos, o que passas em sua mente imperatriz viúva, não queria o retorno da princesa? – O Duque questiona a senhora. — Claro que queria Conde Gonçalves, mas isso a 25 anos atrás, nesse momento já acredito que a mesma se encontra morta, e agora me aparece uma jovem do nada e portando apenas isso! – ela fala mostrando a carta em mãos a que Enzo havia entregado ao Imperador. — Carta que foi deixada com ela no convento? – O general Garcia questiona. — Cuidado com a boca general lembre-se que se refere a princesa das terras onde se encontra – Falou o imperador, mas o mesmo foi interrompido pela imperatriz viúva. — Isso é o que ela diz Sr. Garcia – Fala a Imperatriz Viúva encarando o g***o que observava a cena na porta. Na verdade, seu olhar ignorava completamente as demais damas, encontrava-se fixo em Ísis, deixando claro sua intensão de intimidá-la. Recebendo de volta um leve sorriso de lado, pois se tinha uma coisa que Ísis Duarte jamais faria seria abaixar sua cabeça para quem quer que seja. — O que a senhora insinua? – Ísis questiona, agradecendo a Deus pelas aulas de oratória e historia que assistiu na adolescência, afinal um passo em falso poderia ser levada a forca. - Por acaso insinuas que essa carta em suas mãos seja uma farsa, por qual motivo eu faria isso? – A Imperatriz Viúva faz menção de retrucar, mas Ísis não permiti que ela pronuncie uma palavra que seja, sua intensão era clara humilhar Ísis, e essa estava decidida a não permitir. – Não tenho nenhum motivo para realizar tal ato, em momento algum disse a qualquer pessoa, que sou a princesa desaparecida, foram vocês que interpretaram assim. Venho afirmando a todos que não sou a Princesa que procuram e caso eu seja, o Imperador ja foi informado que não cogito ficar aqui. - Observa a todos no salão, olha para porta onde o g***o que a acompanhara ainda se encontrava. - Gostaria de aproveitar o que estão todos aqui para solicitar que senhora Karen providencie meu retorno ao local e tempo do qual me retiraste, pois d****o voltar para casa o mais breve possível. — Bom ela não n**a ser uma Duarte Majestade. – Fala um senhor, que até então Ísis não notara ao lado da imperatriz viúva. — Em que momento questionei o fato dela ser minha neta? Isso notei quando a mesma pós os pés nesta sala, o que eu questionava era essa carta? – A Imperatriz Viúva fala balançando o papel em suas mãos novamente. — Posso ver Majestade – O senhor fala estendendo a mão para Imperatriz Viúva, que logo lhe entrega a carta. — O que tanto te intriga nessa carta Mãe Imperial – O Imperador pergunta aparentando estar levemente esgotado do assunto, contudo a Imperatriz não teve tempo de responder, pois, o homem para quem ela havia entregue a carta respondeu. — Primeiramente deixe que eu me apresente. - Fala olhando para Ísis. - me chamo Erik Antunes, Alteza, sou comandante do exército na ausência do Marechal Marques. - Se referencia, então volta sua fala para o Imperador, que estava sentado na cabeceira da mesa. - O que incomoda a Imperatriz Viúva Majestade, são alguns erros presentes nela. — Que erros, General Antunes? – A voz de Enzo soa logo atrás de Ísis, a assustando levemente. O Marechal não usava sua armadura tão pouco sua máscara, o que permitiu a Ísis uma bela visão de um belo para de olhos verdes, seus longos cabelos loiros estavam perfeitamente presos em um r**o de cavalo. Ísis tem sua atenção de volta a discussão a sua frente ao ouvis a resposta do General. — Apesar de a letra ser exatamente igual a da senhora Carol, mas acredito que quem escreveu essa carta não tinha nenhum conhecimento sobre o reino. — Não compreendi – O general Garcia se pronuncia pela primeira vez, fazendo sua presença ser notada por uma bela dama que observava tudo da entrada do salão, nenhum dos presentes notou a coloração vermelha que a dama assumira ao notá-lo ali. — A carta foi muito bem elaborada, mas quem escreveu cometeu erros que somente alguém do reino ou o que conhece muito bem perceberia, por isso tais erros não foram notados pelo general Castra. Por exemplo – Fala olhando ao redor, encontrando uma serva em um canto observando e a chamou, que se aproximou e ele prosseguiu. – Aqui diz que a princesa foi resgatada da carruagem em que foi sequestrada pela senhora Carol, mas… — A senhora Chiyo não falava com a imperatriz a anos, a mesma nem chegou a conhecer a princesa. - A serva completa a fala do general, Ísis então olha para Enzo e depois para Pedro que estava mais atrás, esse ao notar o olhar de Ísis se aproxima ficando ao seu lado. — Pode me explicar o que está acontecendo? - Pergunta baixinho para que somente Pedro e Enzo a ouvissem. — Depois explicamos tudo princesa. - Quem lhe responde é Enzo, agora ao seu lado também. — Ou seja, não foi ela que escreveu essa carta e muito menos a salvou do sequestro. Mas o que mais chama a atenção e o fato de aqui dizer que a Duquesa Karen que realizou o feitiço que enviou a princesa para o futuro e que o Marechal Pedro ajudou em seu resgate. Vocês poderiam nos explicar… — Realmente não fui eu que a enviei. - Karen responde calmamente, causando espanto em Ísis. — Como assim? Você mesma disse ter me trazido de volta! — Desde seu desaparecimento tento te localizar, sendo possível somente a algum tempo, então Pedro e Enzo me ajudaram a lhe trazer de volta. — Então a pessoa que mandou a Ísis para o futuro, não o fez para o seu bem, mas talvez para lhe exterminar depois. - Comenta o Duque Gonçalves. — Sim, estas correto Sr. Gonçalves e só consegui a trazer de volta porque ela estava em grande risco lá, e pude usar esse perigo para trazê-la de volta, por falar nisso qual sua última lembrança do local onde estava? – Karen pergunta a Ísis. — Bom eu estava voltando das comemorações de fim de ano, devido ao horário resolvi ir direto para o hospital onde trabalho e dormir la. Atravessava a avenida quando caminhão invadiu a calçada, senti meu corpo ser lançado e quando dei por mim, havia caído sobre algo fofo – Ísis tenta explicar o que lembrava de forma mais simples, afinal poderia existir coisas que as pessoas daquele tempo não compreenderia. — Esse algo fofo por acaso era eu… - o general Garcia comenta – e a Vossa Alteza pesa muito. — Sr Garcia, essa sera a última vez que peço que tomes cuidado com o que falas, da próxima vez lhe mando a guilhotina – O Imperador ameaça. — Não se preocupe Majestade, ele não me incomoda. – Ísis comenta sorrindo levemente, mas apesar de assentir, um leve olhar decepcionado vindo do Imperador não passou despercebido por Ísis. — Bom, então temos que encontrar quem tirou a princesa dos braços de sua mãe, assim como o que fizeram com minha nora. – Fala a Imperatriz Viúva se aproximando de Ísis. – Sou Heloísa Duarte, sua avó paterna – Heloísa tenta abraçar Ísis, contudo ela se afasta, casando certo desconforto ao ambiente. — Como já sabem me chamo Ísis, e Vossas Majestades podem até ser meus parentes de sangue, contudo não foram vocês quem me criaram, eu me criei sozinha, cresci sozinha, e a única coisa que lhes peço e que ajudem a voltar para casa. — Estas louca! Não acabas de ouvir ser possível que tentaram de m***r no local onde estava. – O general castro questiona já exaltado, causando grande desconforto em Ísis. — Como mesmo disseste, é possível que sim do mesmo modo que é possível que não, ou seja, ninguém tem certeza e eu quero voltar a minha vida imediatamente! – disse o encarando. — O senhor Castro tem razão, antes que retorne precisamos saber o que aconteceu, quem lhe mandou para la e o porquê. Prometo que assim que tudo for esclarecido e se ainda for de sua v*****e providencio seu retorno. – Karen fala, porem antes que Ísis respondesse o salão e invadido por uma mulher afoita. — Deu certo, - sussurrou a morena que entrou – Deu certo! DEU CERTO, SENHORA, EU CONSEGUI, EU CONSEGUI – a morena gritava e pulava pelo salão, fazendo com que Enzo e Pedro esboçassem um leve sorriso e Karen uma expressão levemente constrangida, ela havia sido pega na mentira, e os marechais sabiam, tal constatação não passou despercebida por Ísis. — Sim, Laura você conseguiu… ela está bem agora - Karen responde sem graça. - Agora só temos que convencê-la a ficar. — O QUÊ? ESTAS LOUCA TIVE UM TRABALHÃO PARA LHE TRAZER DE VOLTA EM SEGURANÇA ANTES ALGO LHE ACONTECESSE E VOCÊ FALA QUE QUER VOLTAR! - ela gritava no salão – POR ACASO CANSOU DE VIVER QUER MORRER? — Senhora, quem es você? – o General Castro pergunta se aproximando. — Permita-me apresentá-la Vossa Majestade. - Enzo fala ignorando o general e pedindo para Laura se aproximar. - Essa é Laura Mendes, ela era aprendiz da senhora Carol. - Assim que Enzo termina de apresentá-la, a jovem se curva ao Imperador. — Como assim era? – O Imperador pergunta se levantando. — Bom, é uma longa história. – Laura fala se aproximando de Ísis, mas é interceptada por Artur que coloca sua espada no pescoço de Laura. — Conte se não deseja uma morte lenta e dolorosa. - Enzo dá um leve sorriso de lado, mas logo volta a sua postura séria, mas essa pequena mudança não passou despercebida nem por Ísis, muito menos por Laura. — Não que tal informação seja de sua conta general, muito menos que eu tenha medo de vossa graça. - Com um leve movimento de sua mão a espada de Artur á lançada para Pedro que a pega no ar, logo em segui Artur é arremessado a uma certa distância. - Bom vou encurtar para que Vossas Majestade e Vossa Alteza entendam melhor. Um dia eu me levantei no meio da noite para tomar água e no meio do caminho ouvi vozes e resolvi conferir, chegando próximo ao comodo de onde se originavam as vozes. - Lauro para um pouco, então volta a falar. - é melhor lhes mostrar… Nesse momento uma névoa cerca todos presentes na sala, logo essa dá lugar a um corredor escuro, então vozes são ouvidas e o g***o anda em direção a elas, e a medida se aproximava as vozes ficavam mais altas, parecia uma discussão. “— Ela não apresenta perigo algum de onde esta, ela não sabe quem ela é. – Uma das vozes fala, era a voz da senhora Carol. — E o que me garante que não vão contar-lhe? – A voz masculina rebate. — No lugar onde ela esta ninguém sabe quem é ela, nem de onde veio. — Ela pode pôr em risco meus planos, ela tem que morrer. — Não acho necessário, senhor, não vejo que risco ela pode oferecer. — Não vê que risco? - O homem rir - Alguém pode a encontrar o Imperador pôs o exército atrás dela. — Isso é impossível, senhor… — Impossível? Faça mil favor e claro que vão achá-la, mais cedo ou mais tarde. — Senhor faz 24 anos que eu a escondi e eles ainda não encontraram nenhuma pista dela. — Isso é verdade, estou acompanhado as buscas de perto, e eles não fazem ideia de aonde mais procurar… talvez você tenha razão, mas ainda assim acho melhor que ela suma do mapa… a proposito onde você a escondeu? — Mandei ela para o futuro – disse Carol como se fosse a coisa mais simples do mundo. — Hã? Como? Não ouvir direito. — Um feitiço simples que somente eu e a velha Anne sabemos. — Para quando? — Uns 500 anos a nossa frente, a deixei na porta de um convento. — Se a velha Anne sabe esse feitiço, ela pode descobrir, e ir buscá-la. — É uma possibilidade, mas ela só pensara nessa possibilidade, se pensar que estou envolvida… — Vou dar um jeito nela, mas eu não posso prendê-la para sempre, nem matá-la sem levantar suspeitas. Você tem que dar um fim na menina. — Ela é muito conhecida, n******e ter pistas e tem que parecer um acidente… consegue segurar a velha por quanto tempo? — Um ano no máximo. — É o suficiente…” A nevoa se forma novamente, então todos retornam ao grande salão. — Após presenciar tal conversa fui rapidamente para cabana da senhora Anne, ao chegar, bati na porta como se minha vida dependesse daquilo, ela abriu a porta com uma frigideira para cima, falando que não tinha dinheiro, então lhe contei tudo o que ouvi naquela noite. Então Anne disse que fugiria, e que eu deveria procurar por Enzo e Pedro… Enquanto, Laura contava a história do que havia acontecido, Enzo olha para Elena que discretamente fecha a porta do salão. — Na época em que minha vó enviou a princesa para o futuro, ela me enganou dizendo ser para proteger a princesa e o reino, mas quando Laura me contou a verdadeira história sabia que ela me enganara. - Pedro completa — Demoramos, mas conseguimos, mas a Carol também conseguiu encontrá-la, então tínhamos que agir rápido. - Laura fala entusiasmada, e não nota Karen se afastando lentamente, na intensão de fugir. - Eu nunca havia feito um feitiço dessa magnitude, então estava bem nervosa e com medo de não consegui, por isso perdi a compostura quando vi que consegui. — Então foi você que lançou a rosada em cima de mim, cara você errou f**o… - disse Uriah. — Eu não entendi – Laura fala sem entender a fala de Uriah. — Digamos que você tem muita sorte, errou as coordenadas e minha noiva caiu literalmente em cima do Uriah a alguns quilômetros daqui, sua sorte e que eramos nos que estávamos ali. - Artur responde Laura, arrancando um leve rosnar de Enzo, ouvido apenas por Ísis e Pedro, tendo o último deixado escapar um sorriso. — E realmente tinha uma pequena margem de erro, mas fico feliz que ela chegou inteira. - Laura responde pensativa. — Pera aí tinha a possibilidade de eu chegar a prestação? - Ísis fala em choque. — Mas era uma pequena possibilidade. - Laura fala sem graça, apesar de querer questionar, Ísis não teve chance, pois a voz de Elena soa no ambiente. — Onde a senhora vai? - Elena questiona Karen.
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR