Baekhyun chutou sua canela com o calcanhar, fazendo Chanyeol gemer de dor. O menorzinho saiu do colo do mesmo, parando para chutar a sua outra canela. E agora o Park se encontrava com os pés no sofá, alisando ambas as canelas que ardiam pelos chutes do Byun.
— Você disse que no máximo era um chute. — ele choramingou — Você me chutou duas vezes.
— Isso lá é pergunta que se faça, Chanyeol? — o menor aparentava estar irritado, com direito a pôr uma mão na cintura e ficar balançando a outra enquanto apontava para o Park de forma acusadora — As pessoas não perguntam se podem t*****r com as outras, elas simplesmente vão lá e transam, ninguém avisa não!
Foi a primeira vez que Baekhyun viu Chanyeol baixar a cabeça e parecer envergonhado, e ele não entendeu nadinha disso. O Park parecia meio sem jeito, e o menorzinho poderia jurar que o viu ficar vermelho. Se já era estranho ouvir seu chefe pedir para t*****r com ele, era mais estranho ainda o ver envergonhado por fazer isso. Acabou ficando de joelhos para olhar o rosto dele.
— O que foi?
— É que é difícil admitir que quero t*****r com um homem, e tratar isso como um ato rotineiro me deixa mais confortável, desculpe se o ofendi.
Baekhyun estava no chão, jogadinho e com direito a muito drama e boca aberta. Chanyeol estava drogado? Já estava começando a achar que sua mãe havia colocado alguma coisa na comida dele. Era sério aquilo? Baekhyun não estava entendendo muito bem o que estava acontecendo, mas sua reação já dizia tudo o que ele queria e o que se passava em sua cabeça naquele momento.
— Vai comprar camisinhas e lubrificante, eu vou me lavar.
[...]
Sem julgamentos, vocês fariam o mesmo se estivessem no lugar dele, falem a verdade. E o fato de Baekhyun ter aceitado assim tão fácil t*****r com seu chefe não significava que ele estava matando cachorro a grito, não, de jeito nenhum! Mas convenhamos que desde o começo o Byun já dava sinais claros de que estava louquinho para ir pra cama com o Park.
Mas quem nunca?
O problema da vez era o seguinte, Chanyeol nunca tinha transado com um homem em toda a sua vida, e até semana passada ele não pretendia fazer isso nunca. E em outras palavras, sobrava para o Byun lhe ensinar tudo, porque afinal, se dois homens não souberem t*****r direito, um deles vai acabar se machucando pra c*****o, o que, no caso, seria o Baekhyun, porque estava mais do que implícito quem iria ficar por baixo naquela relação.
— Está pronto? — Baekhyun perguntou, recebendo um aceno de cabeça como resposta.
O menor subiu em seu corpo, começando a beija-lo enquanto suas mãos pequenas e ágeis começavam a desabotoar a camisa do maior. Chanyeol sentiu um arrepio quando o Byun terminou de abrir a camisa e passou a beijar seu torço enquanto descia na direção do umbigo. Estava nervoso? Pra c*****o, mas não iria sair admitindo isso para todo mundo que perguntasse.
Baekhyun abriu seu cinto e o zíper da calça, mas não fez nada ao notar que ele ainda estava meio mole. Não que Chanyeol tivesse qualquer tipo de problema com ereções, o problema estava naquele suor frio que descia de sua testa, ainda estava muito desconfortável com aquela situação.
Segurou Baekhyun pelos ombros o obrigando a parar.
— Estou nervoso. — confessou.
O menor sentou bem em sua barriga e o empurrou pelos ombros para que seu corpo ficasse todo colado no colchão, era meio intimidante, ele achou que Baekhyun fosse fazer alguma coisa, lhe dar outro chute ou talvez um tapa na cara, mas ao invés disso, o Byun o abraçou, e passou longos segundos com o rosto grudado em seu peito nu.
— Estou tão apaixonado por você, Chanyeol, e mesmo que fosse só uma noite, eu já ficaria feliz. — Baekhyun nunca havia falado tão sério em toda a sua vida — Mas se não quiser, eu entendo.
Por longos minutos, Chanyeol apenas o abraçou de volta, Baekhyun era tão pequeninho que cabia perfeitamente entre seus braços. Estava pensando no que faria seguir, não detestava Baekhyun, não sentia nojo dele e nem nada do tipo, e para falar a verdade, estava gostando de ter o menor deitado sobre o seu corpo, ele lhe trazia sensações gostosas, que não lhe era comum sentir.
Baekhyun tinha o sorriso mais perfeito, os cabelos ruivos completavam aquela imagem que descobriu gostar tanto de olhar. E quando ele usava óculos ficava extremamente fofo, ao ponto de sentir vontade de mordê-lo. Byun Baekhyun era único, e vê-lo triste ao dizer estar apaixonado de certa forma partia seu coração. E se seu coração se partia ao ver Baekhyun triste, isso significava que ele se importava?
— Chanyeol. — o menor sussurrou.
— O que foi?
— Você está duro.
Claro, não podemos esquecer que Baekhyun não havia se dado por vencido, pra falar a verdade, ele havia passado esse tempo todo esfregando o joelho no p*u do Park e passando os dedinhos pelos m*****s dele. Byun Baekhyun não presta, alerta, Byun Baekhyun não presta!
— Você também.
Baekhyun se ergueu com os braços, sentou entre as pernas de Chanyeol enquanto passava a puxar sua calça para baixo, com cueca e tudo, porque tempo é coisa que não se pode perder atoa. O maior não disse nada, tentou relaxar enquanto o Byun começava a massagear seu p*u.
Pau, é p*u mesmo, pênis é um nome muito feio, não é uma coisa que dá vontade de pôr na boca, pênis parece nome de peça de automóvel. É p*u, p***o, rola, piroca!
Um gemido escapou de seus lábios quando o menor colocou a ponta da língua na glande, a assoprando logo em seguida, fazendo todos os pelos de seu corpo se arrepiarem. A forma como o Byun chupava só a cabecinha era delirante, e Chanyeol sentia uma pontinha de ciúme ao imaginar em quantas pessoas ele havia praticado aquilo antes, Baekhyun era claramente muito experiente em fazer um boquete.
O menor cuspiu na ponta, usando as mãos para espalhar a saliva por todo o falo, suas mãozinhas pequenas brincavam com o que não conseguia pôr na boca, Chanyeol segurou arfou ao sentir o tão profunda a garganta de Baekhyun conseguia ser. Seus olhos se reviravam, ele queria que Baekhyun fosse cada vez mais fundo, o engolisse mais, passando a segurar os cabelos do mesmo, ditando o ritmo que mais gostava.
E Baekhyun gostava disso, gostava de sentir seus cabelos sendo puxados enquanto o Park empurrava sua cabeça e depois a puxava de volta. O sabor era incrível.
— Você chupa tão bem, Baek.
O Byun pôs as duas mãos em suas coxas, o apertando enquanto se erguia, passou a se arrastar pelo corpo do Park, até chegar em seu rosto, voltando a beija-lo. O sabor da boca de Baekhyun se misturava com o gosto de seu líquido pré-seminal, deixando um sabor amargo, que era saboreado pelos dois, de uma forma perdida, entre beijos que não se encaixavam e nem faziam sentido.
Baekhyun descobriu que adorava quando Chanyeol mordia seus lábios, e como as mãos grandes do mesmo apertavam forte em sua cintura, de uma maneira possessiva que quase o fazia acreditar que Chanyeol o queria para sempre. Quando o maior o empurrou para o colchão, ficando sobre ele e puxando sua calça para baixo sem nem perguntar se podia.
Aliás, Baekhyun que havia começado.
O menor ficou quietinho enquanto o Park tirava todas as suas roupas, rápido e de uma forma meio bruta e desajeitada, arrebentando alguns botões, mas isso não importava naquele momento. Depois de completamente despido, virou de costas por si só, enfiando a cabeça no meio dos travesseiros, enquanto empinava a bundinha para o Park. Baekhyun tinha uma bundinha tão redondinha, era até bonitinho de se ficar olhando.
— Tá, e o que eu faço agora?
— Pega o lubrificante no criado-mudo e espalha pelo seu p*u.
O engraçado de toda a história era que mesmo estando nu e com o cu pra cima Baekhyun não parecia estar nenhum pouco envergonhado, acentuando bem mais o fato de que estava bastante acostumado com aquilo. Tentou olhar por cima do ombro se Chanyeol estava espalhando o lubrificante direito, mas acabou ficando com dor no pescoço de tanto que envergou.
— Agora derrama um pouco nos dedos e enfia bem devagar.
Baekhyun colocou os braços pra trás e abriu as próprias nádegas, deixando seu buraquinho bem visível para Chanyeol, que havia derramado um pouco sobre sua entrada, e agora espalhava com os dedos. Baekhyun adorava aquela sensação de ter alguém o tocando naquele ponto, e quando Chanyeol começou a forçar um dedo a entrar, a dor foi inevitável no começo.
Droga! Havia esquecido que Chanyeol tinha dedos grandes e grossos.
— Devagar, Channy, seus dedos são grossos.
E ele até tentou ir mais devagar, usar mais lubrificante e ser mais carinhoso. Baekhyun estava gostando, tinha que admitir, Chanyeol era bom em massagear um buraquinho — que não era tão ‘inho’ assim —. Quando seus dedos começaram a entrar com mais força e mais fundo, o menor começou a ansiar por mais.
Sentir os dedos de Chanyeol dentro dele era bom, mas o que viria pela frente poderia ser muito melhor. E foi por isso que Baekhyun empurrou os dedos do Park para fora e o empurrou para baixo, o forçando a deitar no colchão. O menor subiu em sua barriga mais uma vez, beijando seu pescoço enquanto segurava-o pelo falo e procurava por sua entrada.
Chanyeol o empurrou pra baixo, e Baekhyun sabia que havia sido de proposito, fazendo seu m****o entrar pela metade no menor, o que já era suficiente para fazer o Byun soltar um gritinho agudo de dor. Suas mãos se espalmaram pelo peito do Park, cravando a ponta de suas unhas curtas e ruídas na pele do mesmo, enquanto forçava mais a entrada de toda rola do maior dentro de si.
— p**a que pariu, Chanyeol, seu p*u é muito grande!
O Park já não saberia dizer se Baekhyun estava irritado ou gostando, tudo o que sabia era que naquele momento o menor estava parado, arranhando seu peito e com uma cara estranha. Alisou sua bochecha com os dedos, em um ato que o Byun julgaria como carinho.
E merda! Ele estava muito apaixonado por aquele i*****l, qualquer coisa que ele fizesse já era digno de ser recebido com fogos de artificio e comemorações.
Começou a se movimentar lentamente, apenas rebolando para frente e para trás, tentando se acostumar com o volume dentro dele. E não demorou muito para começar a subir e descer. Vamos ser sinceros, Baekhyun era bem rodadinho, e mesmo que não estivesse muito na pista nos últimos meses, estava acostumado a levar tora no r**o, e não seria agora que iria começar a dar uma de virgem imaculada.
Quando já estava acostumado, começou a ir mais rápido, usando os joelhos como apoio para subir e descer na velocidade que queria, e por um bom tempo o Park apenas deixou que Baekhyun tomasse o seu ritmo favorito e se alargasse como podia. Seu rosto havia mudado, mostrando que agora estava gostando do que sentia.
Estar dentro de um homem era muito diferente de estar dentro de uma mulher, Baekhyun tinha uma textura diferente, o apertava de uma forma diferente, além de sempre ter aquele cuidado, como se vigiasse o próprio ritmo e o ritmo de seu parceiro. E foi justamente no meio daquilo que ele percebeu que gostava daquilo, gostava de t*****r com homens, gostava de t*****r com Baekhyun.
— Baek. — sussurrou — Eu gosto disso.
O menor parou seus movimentos subitamente, sorriu olhando nos olhos do Park, que sorria também. Beijou seus lábios o puxando para o seu peito e o apertando em seus braços com forças, nisso, acabou saindo de dentro dele, mas esse detalhe não importava tanto naquele exato momento.
— Isso significa o que eu acho que significa?
— Baek, eu também gosto de homens. — respondeu, sorrindo mais para si do que para ele — Baek, eu gosto de você.