— Vamos, amor? — peguei a mochila dele. — Vamos pra casa pedir pizza. — Pode? — Pode. Hoje é especial. Ele sorriu, mas ainda olhava em volta. Procurando. — Ele não vem mais, né? — Acho que não, amor. Ele acenou com a cabeça. Aceitando. Do jeito que criança aceita quando não tem escolha. Foi nesse momento que a viatura entrou no estacionamento da escola. Preta. Grandes faróis ligados mesmo de dia. Ela parou em fila dupla, ignorando completamente as regras, e a porta abriu antes do motor desligar. Alex desceu. Farda completa. Coturnos. Boina. A expressão fechada de sempre, mas os olhos procurando. Encontrou a gente num segundo. Atravessou o pátio em passos largos, ignorando olhares, ignorando tudo. Parou na nossa frente. Ítalo congelou. — Ca... capitão? — Oi, soldado. — Alex ajo

