64. Buarque

1233 Palavras

Fiquei ali por um tempo que não medi. Chupando, lambendo, provocando. Ela se contorcia na cama, os dedos enrolando no lençol, a boca soltando sons que eu guardava na memória. Quando senti que ela estava perto, parei. — Não. — ela reclamou, quase chorando. Levantei. Tirei a camisa. A calça já tinha ido. Fiquei nu na frente dela, o corpo duro, o p*u erguido, a ponta brilhando. Ela olhou. Língua passou nos lábios. — Quer? — Quero. — Quer como? — Na minha boca. Primeiro na minha boca. Sentei na borda da cama. Ela entendeu na hora. Ajoelhou no chão entre minhas pernas, os cabelos caindo, as mãos subindo pelas minhas coxas. Quando a boca dela envolveu, fechei os olhos por um segundo. Quente. Molhada. Certa. Ela trabalhava devagar, a cabeça subindo e descendo, a língua fazendo círculos

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