Our Woman

2773 Palavras
Um gemido de frustração soou dos meus lábios quando sai do quarto da Casandra e parei lá embaixo. Não conseguimos avançar em absolutamente nada no trabalho. Eu com raiva pelo o Carter ter batido nela desnecessariamente, me via completamente aéreo, e ela constrangida por eu ter visto algo que quase ninguém conseguiu ver ou registrar. Senti um olhar sobre mim e quando me virei encontrei-a me olhando atentamente. Um sorriso largo surgiu em meus lábios enquanto acenava, ela ergueu sua mão, mas não retribuiu o gesto e nem o sorriso, apenas virou as costas e sumiu no quarto. Não levei para o lado pessoal, não quando sabia perfeitamente que ela tinha um certo bloqueio emocional graças ao Carter e toda aquela m3rda. Rondei todas as meninas da universidade pra saber mais dela desde que eu vi as marcas em seu pescoço e a dificuldade de andar, e descobri que ela estava com ele desde o início da faculdade, porém não fora um pedido de namoro. Carter McConnor, de uma família rica, se interessou nela, se declarou pra ela confundido a sua educação com flertes, ela recusou e ele ficou put0 da vida. As meninas não souberam me dizer como e porque eles começaram a "namorar", e isso eu só descobriria quando conquistasse a confiança dela, o que iria demorar muito, mas muito mesmo. Caminhei em passos rápidos para fugir do sol em direção ao meu Rolls Royce Wraith preto. Desativei o alarme quando estava me aproximando dele, e quando entrei gemi de alívio quando o ar gelado do veículo me atingiu. Fechei a porta e relaxei no banco. Meu olhar pairou sobre o breve volume em minha calça. Não me orgulho disso, mas é uma missão impossível não se excit4r, não quando uma menina tão linda como a Casandra usava apenas um camisão em minha frente, como se esquecesse, tão pouco se importando que eu estava vendo a sua calcinha preta. Foi difícil, mas eu consegui esconder a minha er3ção dela. Meu celular começou a tocar e a notificação apareceu no painel digital do carro. Era meu irmão gêmeo, Kristian Toyosaki, exatamente a pessoa que ligaria quando chegasse em casa. — Demorou atender hein clone! — Ele disse assim que atendi a chamada. — Nem vem, eu nasci primeiro, então seguindo a lógica da nossa mãe, você é o clone! — Retruquei ouvindo uma risada rouca pela a linha. — Mais velho e mais imaturo... — Riu novamente e antes que eu retrucasse, ele entrou em outro assunto. — Como estão as coisas na faculdade? Em Nova York também.! Atualmente ele estava no Japão com o nosso padrasto e nossa mãe cuidando de alguns problemas e ao mesmo tempo, aprendendo sobre como tudo funcionava. Eu já tinha ido e passado pela a mesma coisa que ele, e eu estava me divertindo vendo o tanto que ele estava sofrendo, da mesma maneira que eu anos atrás. — Eu achei nossa mulher! — Exclamei ouvindo a sua respiração oscilar por um breve instante. — Nossa? — Indagou e eu soltei um som de concordância. — Mulher?! Nossa mulher? — Repeti o mesmo som. — Por mais que você seja um gostoso, da mesma maneira que eu. — Mordi o lábio contendo a risada. — Eu não estou afim de chup4r o seu p4u não viu? — Você é bab4ca demais! — Exclamei em meio aos risos que não consegui mais segurar. — E você vai entender quando voltar e encontrar com ela, eu juro! — Me explica essa história melhor! — Ele disse e eu inspirei e respirei fundo. — Kris, ela é linda, tipo muito linda mesmo! — Murmurei retirando o meu tênis cruzando as pernas no banco. — Está m*l cuidada por causa do seu relacionamento, mas mesmo assim ela continua bonita! — m*l cuidada por relacionamento... — Disse mais pra si mesmo do que pra mim. — Relacionamento abusivo? — Concordei ouvindo um suspiro da parte dele. — Eu ainda não a fiz sorrir, vai demorar um pouco, mas eu sei que o sorriso é ainda mais lindo do que ela... — Sorri encarando o teto do carro enquanto os dedos dos meus pés se moviam animadamente. — E vai demorar eu conquistar a confiança dela, porém eu não vou desistir tão cedo! — Kalel... — Calei no mesmo instante ao sentir a repreensão em sua voz. — Cuidado! — Umedeci meus lábios. — Não faça nada que possa machucar ela, pois você sabe perfeitamente o que acontece quando homens abusivos reagem com a sua companheira caso se sintam ameaçados! — É, eu sei disso... — Passei as mãos em meus cabelos sentindo a animação que surgiu momentos antes sumirem. — Dê cada passo não pensando em si, mas sim nela e como irá resultar pra ela futuramente. — Não respondi e ele não disse mais nada depois disso. — Ou simplesmente use o que aprendemos com o nosso padrasto para ler os movimentos do namorado dela até conseguir tirar ela dessa vida! — Como sabe que eu pretendo fazer isso? — Sim, eu pretendia, porém não sabia por onde começar. Quando a conheci pensei muito sobre isso e como Kristian estava fora, não tinha uma outra mente pra pensar comigo. — Convivo com você, contra a minha vontade, desde que nasci, então tenho o breve conhecimento de como funciona seus miolos! — Soltei uma gargalhada e ele seguiu com uma risada anasalada. — Me conte mais sobre ela e como você se apaixonou tão fácil assim em apenas... Um dia na faculdade! — Eu não me apaixonei... — Sussurrei mais alto do que planejava, o que resultou uma gargalhada debochada do meu gêmeo. — E eu não vou falar nada! — Ah, você está de s*******m né? — Indagou ele incrédulo. — Pode começar a falar. Ou você vai me fazer voltar mais rápido pra Nova York? — Irei fazer você voltar mais rápido pra Nova York, pois você está aí a dois meses! — Uma voz soou no fundo em Japonês, indecifrável aos meus ouvidos, Kristian respondeu no mesmo idioma dizendo que estava indo. — Estou com saudades de você também, e por conta disso tenho que sair agora, mas eu, agora, muito ansioso, irei fazer o meu melhor pra voltar antes. — Exclamou em um tom baixo. — Não se esqueça de pensar melhor em cada atitude e ação sua! — Pode deixar, irmão! — Murmurei começando a me sentir meio triste pela a conversa ter acabado tão rápido. — Se cuida, irmão! — Dito isso a chamada foi encerrada e o silêncio me atingiu como um soco em meu estômago. Estava acostumada com o Kristian sempre barulhado em meu ouvido. Acostumado com a sua presença ao meu lado, então é estranho, muito estranho ter que conviver com o silêncio e a ausência dele. Ele tinha confessado, uma vez que bebeu mais do que devia, que também sentia saudades de mim e que não saberia mais viver sem minha presença. De início eu ri muito, mas depois tanto ele quanto eu começamos a chorar. Suspirei realizando um breve bico em meus lábios enquanto pensava em qual local eu poderia ir, pois estava cedo pra voltar pra casa e eu não queria ficar sozinho nela. Poderia simplesmente pedir pra passar mais tempo com a Casandra, mas sabia que estaria forçando uma i********e que ainda não tinha se formado. — Ah... — Gemi arrastado. — Quero me tornar mais próximo dela o mais rápido! “Pra que mesmo?”, uma voz soou no fundo da minha cabeça. “Você prometeu apenas salvá-la e depois seguir em frente”. Meus planos iniciais era somente realmente tirar ela dessa vida e das garras do seu namorado abusivo, mas na noite anterior meus planos mudaram completamente quando a vi olhando para a pista de dança com os olhos brilhando, com vontade de estar no meio de todos dançando. Lembro-me perfeitamente de como meu coração começou a bater rapidamente, em como eu quis segurar a sua mão e levá-la em direção a bagunça, em direção a vida. Eu quero mostrar pra ela o quão belo é o mundo quando se está longe de pessoas tóxicas e que não querem te ver feliz. Sei um pouco da sua vida, que é órfã e que não conseguiu um lar fixo, e por conta disso, quero mostrar a ela o quão bom é ter uma casa e eu seria essa casa. Não pretendo deixá-la dependente de mim, ao contrário, sim ser apenas um ombro para os seus problemas e pensamentos. Meu celular vibrou em uma mensagem e quando eu peguei fora quase inevitável não sorrir ao ver que se tratava de uma mensagem de Casandra: Ainda está vivo? Entrou no carro e não saiu mais! Umedeci meus lábios mordendo-os em seguida pra conter o sorriso bobo que queria surgir em meus lábios. Ela estava me observando! Ela está me observando! Respondi-a: Pensando em algum lugar pra passar o restante do dia! Fui extremamente direto e sincero com ela, contemplando a mensagem sendo visualizada rapidamente. Apareceu que ela estava digitando, e ficou assim por longos minutos até que ela desistiu e o online sumiu do seu contato. Não me incomodei, mas sim fiquei feliz por ela ter se importado comigo. Conectei a chave na ignição e apertei o botão que ligava o carro, colocando-o em movimento rumo pra casa. Não consegui pensar em nenhum lugar pra passar o restante do dia, pois em minha mente só se passava imagens da Casandra confirmando que talvez, de acordo com o meu irmão, eu me apaixonei por ela, e eu só esperava que fosse o meu lado protetor falando mais alto, pois fora muito rápido e eu não acreditava em amor à primeira vista. Obrigada por ter me ajudado com o Carter, novamente! A mensagem chegou momentos após que eu estacionei o meu carro na garagem de casa. — Obrigado eu por tornar os meus dias na faculdade com mais ação... — Umedeci os lábios saindo do carro com o meu celular em uma mão e na outra o meu tênis. — Agora não preciso pensar apenas em trans4r com todas as meninas, mas sim pensar em como acabar com um homem que bate em mulher! Minha língua entrou em contato com o de uma menina que encontrei em uma boate próximo a faculdade, poderia ser da faculdade, mas naquele momento nem me importei em perguntar o nome ou de onde ela era, não quando ela chegou dançando comigo, movendo a sua b***a farta contra o meu p4u que estava dando sinais de que estava gostando muito daquilo. Todos os movimentos que realizava com a minha boca e minha língua ela seguia com uma destreza perfeita enquanto minhas mãos apertavam seus s***s por cima da blusa que usava e as suas acariciava o meu p4u que reagiu e se tornou duro, ficando totalmente visível na calça que usava. — Temos que ser rápidos, logo alguém vai querer usar o banheiro. — Ela disse contra os meus lábios completamente ofegante desfivelando o meu cinto trazendo-me de volta a realidade. Tinha dito que minha atenção se daria totalmente a acabar com o Carter, e por conta disso não levei nenhuma camisinha comigo e nunca em minha vida me arrependi tanto quanto naquele exato momento. — Não trouxe camisinha! — Exclamei com a minha voz rouca próximo de seu ouvido, percebendo os pelos do seu braço se arrepiar. Ela simplesmente deu de ombros sorrindo maliciosamente. — Não importa, só me fod3 logo! — Tentou descer o zíper da minha calça, porém eu a impedi. Ela poderia ser extremamente gostosa com aquela blusa justa ressaltando o bico do seio com piercings, aquela saia justa que marcava cada curva do seu corpo, principalmente a sua bund4, mas isso não era justificativa pra tr4nsar sem camisinha por mais que a cabeça debaixo quisesse assumir o controle da situação. Minhas mãos seguraram o seu quadril colocando-a sentada em cima da bancada com tremenda facilidade. Não iria f0dê-lá, mas também não justificava deixar ela na mão assim. Inclinei-me em sua direção capturando seus lábios em meus dentes antes dela adentrar sua língua em meus lábios, ao mesmo tempo que levava minhas mãos por dentro da sua saia gemendo em aprovação encontrando a sua calcinha úmida. Movi a sua calcinha pro lado e passei meu dedo indicador por toda a sua extensão pegando um pouco da umidade que já tinha, transferindo-a para outros locais, apreciando o gemido que ela soltou contra os meus lábios. Brevemente, acariciei o seu clítor1s deixando o local em que ela mostrou ser mais sensível, pois com um breve tocar já a fez gemer mais alto que antes. Afastei meus lábios dos seus enquanto brincava com o clítor1s com o dedão ao mesmo tempo que ameaçava adentrar a sua b****a. Adentrei-a vendo seu corpo se inclinar em minha direção arrancando um sorriso dos meus lábios. Com a mão livre subi a sua blusa na altura suficiente para que os s***s ficassem visíveis. Umedeci os lábios e levei a boca para um deles enquanto adentrava o segundo dedo dentro dela, apreciando o modo que seu quadril estava praticamente cavalgando em meus dedos. Aquele era um péssimo dia pra ter saído sem camisinha! Minha língua brincou com o piercing que seus m*****s possuíam, enquanto gemidos soavam de sua parte sem qualquer tipo de controle de volume. Não me importava com aquilo, ao contrário, eu estava gostando demais de ouvir seus gemidos. Mordisquei-o sentindo suas mãos em meus cabelos, puxando os fios ao mesmo tempo que afastava minha boca do seio, levando com ele o piercing levemente. Retirei meus dedos de dentro dela enquanto a puxava para a beirada da pia. Agachei-me em sua frente olhando fixamente em seus olhos, e quando meus olhos desceram para a sua b****a, um suspiro soou dos meus lábios ao encontrar ela toda molhada. Depositei um selar em seu clítor1s antes de passar a língua por toda a sua b****a enquanto suas mãos automaticamente se entrelaçaram em meus cabelos. Levei minha mão até o ponto sensível dela ao mesmo tempo que minha língua adentrava a sua b****a, sentindo o gosto dela com mais intensidade. Ela estava incrivelmente cheirosa, e o gosto? De outro mundo. Sabia que existia perfume íntimo feminino, mas aquela era a primeira vez que eu via algo de tão perto. Aprovadíssimo! Enquanto eu a fodia com a minha língua, meu polegar de minha mão esquerda acariciava o seu clítor1s juntamente com meu dedo indicado e o do meio da mão direita dentro dela se movendo rapidamente. Tudo ao mesmo tempo, tudo para que ela gozasse em minha boca. Seus gemidos eram altos, porém ao mesmo tempo deliciosos para os meus ouvidos. Meu p4u estava se contraindo dentro da calça, queria ser liberto, pois estava tão duro que chegava até machucar um pouco. — E-Eu... — Ela tentou dizer, mas sua frase parou na metade da frase quando meus dedos conseguiram encontrar o seu p*****g. Sua b****a se contraiu ao redor dos meus dedos e da minha língua, e em seguida veio o seu orgasmo com um gemido sôfrego da parte dela enquanto apertava os meus cabelos. Suspirei contra ela tirando a minha língua de dentro dela para que eu pudesse passar ela por toda a sua b****a, para pegar mais daquele gosto que estava me tirando o resto de sanidade que eu obviamente não possuía. — C-Caramba! — Ela disse enquanto eu me levantava passando a língua pelo os meus lábios. Vi seus olhos seguirem meus dedos que estavam dentro dela em direção a minha boca. — Devo dizer... — Seus olhos me analisaram de cima embaixo atentamente, se fixando na minha ereção visível sobre a calça. — Que com a boca é bom assim, imagino o estrago que pode fazer com ele... — Umedeceu os lábios antes de voltar os olhos para o meu rosto. Ela desceu da pia e de relance eu vi as suas pernas tremendo, contive a risada. Por mais que as pernas estivessem tremendo, ela caminhou em minha direção. — Devo retribuir o favor, não acha? — Acariciou meu p4u suavemente por cima da calça. E somente aquele gesto foi o suficiente para me arrepiar e para o meu p4u se contrair dentro da peça. — Seria uma honra! — Exclamei e ela sorriu antes de me beijar novamente enquanto abria a minha calça lentamente. A noite com aquela mulher no banheiro que durou até o motel mais próximo, foi... Divertido. Me ocupou por completo, da melhor maneira, deixando meus planos de acabar com o Carter para o dia seguinte.
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