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A Carma dos Macnnel

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Sinopse

Amaldiçoados e consumidos pela ânsia de reencontrar sua conexão sagrada, os irmãos Macnnel tragicamente abaixaram a guarda. Séculos se passaram, mas a espera pela reencarnação de sua amada finalmente acabou.

Helena, uma adolescente rica, vive ignorante do passado sombrio de sua alma que a liga a Connor e Drak Macnnel, os poderosos rei lycans.

Quando Lena descobre que seu pai, um magnata da tecnologia, está por trás de um m******e contra os Lycans, a vida dela toma um rumo perigoso. Agora, ela se torna alvo da OIL (Organização Internacional Lupus), determinada a escapar do país antes que a encontrem, Helena se vê perdida em sonhos sedutores, envolta pela presença dominante de seus companheiros

Infelizmente, para os Macnnel, o coração de Helena Drummond já pertence a outro. E, para Connor e Drak essa conexão é uma ameaça. Lobos são territoriais, e alfas ainda mais. E esse é o menor dos problemas deles, já que Helena está preparando sua malinha para fugir com grande estilo da gaiola de ouro que eles a colocaram.

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1.Prólogo
103 A.C Em algum vilarejo próximo a Alexandria, Roma Não havia mais dentes a serem brutalmente arrancados. Das lacunas, onde outrora repousava uma dentição perfeitamente alinhada, restavam buracos sangrentos, pulsando enquanto o sangue quente fluía entre os lábios semicerrados. As mãos grandes e impotentes permaneciam suspensas no alto, amarradas por cordas especiais, feitas para segurar não homens, mas feras. Cordões de metal, endurecidos pela magia, serpenteavam cruelmente em torno de seus pulsos, forçando os lobisomens a sucumbirem à agonia. Os dedos de ambos estavam em carne viva; as unhas, arrancadas cruelmente, agora jaziam em pequenos frascos de vidro na mesa do calabouço. O cheiro ocre de sangue seco e ferrugem infestava o ar, deixando-o pesado, como se o próprio ambiente fosse um cemitério exalando morte. Drak Macnnel passou a língua pelos espaços vazios na boca, sentindo a maciez dolorosa das gengivas. Pela primeira vez não sentiu amargura. A b***a dentro dele espreitava nas sombras de sua consciência, regozijando-se com a dor, banhando-se na essência vermelha que preenchia seus lábios. A dor não era mais um inimigo, ela era um companheiro familiar, uma melodia sombria que embalava a fera enquanto o homem dentro dele lutava para manter o controle. Os dois irmãos, outrora belos e temidos, já não sentiam a dor com a mesma intensidade. Seus corpos humanos estavam além do limite. A chave era esperar. A lua cheia que pairava invisível no céu enviava sua força silenciosa, aguardando o momento certo para libertar o monstro que dormia sob suas peles. No entanto, antes que a transformação os tomasse por completo, o carrasco vinha para cumprimentá-los, como um anfitrião c***l. No ponto mais profundo da noite, o ranger das dobradiças, corroídas pela ferrugem, anunciou a chegada do carrasco. A luz pálida da lamparina, tremeluzindo com o vento que entrou pela porta m*l fechada, projetou uma sombra longa e conhecida. Drak lutou para manter os olhos abertos, piscando contra a ardência causada pelo cansaço extremo. Ele não podia ver a lua, mas sentia sua presença, seu poder palpitando em suas veias, desejando quebrar a barreira frágil de sua pele. De repente, sua alma palpitou, reconhecendo o que lhe era mais importante. O cheiro veio logo em seguida: doce, familiar, mas amargo de maneira c***l. Ele inspirou fundo, franzindo a testa, seus sentidos alertas apesar da dor. Não podia ser. O almíscar de Elena, suave como os campos que ela costumava correr, misturava-se com o cheiro do carrasco, sua fragrância convidativa e levemente apimentada agora maculada pela tortura, pela dor dela. “Por favor, que seja um sonho”, implorou Drak em sua mente. Mas o rosnado de Connor ao seu lado confirmou o pior. Nos seus devaneios torturados, Drak viu Elena correndo pela floresta. Seu riso ecoava como uma lembrança c***l, seu vestido vermelho balançando ao vento, uma provocação para eles, os dois irmãos amaldiçoados que a amavam. Lena sempre os tentava, sempre os fazia correr atrás dela, em um jogo que só ela sabia como terminar. Os irmãos a seguiam como lobos famintos, seduzidos pelo perfume, pela ânsia de um beijo e pelo calor de seus lábios. E agora… agora ela não passava de um aroma no ar, o sangue dela gritava morte. A visão da cabana que construíram para ela, um refúgio dos aldeões receosos, era uma ferida aberta na memória de Drak. Eles não deveriam tê-la ouvido, seu instinto o avisou para roubá-la e partir, mas Elena era muito persuasiva, não havia como eles negarem nada à sua companheira. Drak forçou seus músculos esgotados contra as cordas, mas elas eram fortes demais. Não. Não dessa vez. O carrasco adentrou o calabouço com passos lentos, assobiando com o semblante sereno. Seus cabelos grisalhos pendiam sobre o rosto, a sabedoria de anos de tortura estampada em cada ruga. Ele não precisava de palavras para infligir medo; sua simples presença bastava. — Três dias, senhores — disse o velho com uma calma desconcertante. — Sabem que sou o melhor no meu ofício? E, mesmo assim, se recusam a falar. Não me resta mais paciência. Me vi na obrigação de explorar outras questões. Sabe, conversando com os camponeses… eu descobri algo interessante, que vocês, nobres cavalheiros, compartilham a mesma mulher, e até ameaçaram a sacerdotisa para que selassem esse estranho casamento. O velho estudou as ferramentas na mesa, suas mãos secas pairando sobre facas, pinças e lâminas dentadas. Mas, em vez de escolher um instrumento, ele pegou algo diferente: um saco de estopa que deixara na entrada. Drak congelou. O cheiro. Aquele cheiro. — Falar… seria tão fácil. Todo esse sofrimento chegaria ao fim — continuou o carrasco, sua voz baixa, serena. — Basta dizer com que demônio de Hades fizeram pacto para se transformarem em bestas. Lhes dou minha palavra que estarão livres para encontrar outra prostituta tão logo confessem. Ambos os irmãos rosnaram, mostrando os dentes ainda humanos. O carrasco ergueu o saco, e o mundo de Drak parou. Sangue. O perfume de Elena estava lá, mas dessa vez mais forte, visível, real, misturado àquela coisa terrível, profanada. O coração de Drak se partiu, uma dor que nem mesmo a fera poderia anestesiar. Ele falhara em protegê-la. — Não… — Drak murmurou, sua voz misturada a rosnados involuntários, sua humanidade escorregando entre seus dedos. Ao seu lado, Connor já havia cruzado o limite. A transformação tomou seu corpo em uma fúria inevitável. Garras perfuraram a carne, o som dos ossos quebrando e se reformando ecoava pelo calabouço. O lobo dentro dele acordou com um rugido monstruoso, arrancando as cordas como se fossem fios de seda. — Graças aos deuses! — exclamou o carrasco, os olhos brilhando de excitação macabra. — A lenda é real. Viram, não foi tão difícil, foi? Como sempre menciono: com o incentivo certo tudo funciona. O velho jogou o saco com os pedaços de sua companheira de lado para aplaudir, animado, como se seu bem mais precioso fosse lixo. O entusiasmo do carrasco morreu assim que viu a transformação completa dos irmãos. A criatura que Connor se tornou, monstruosa, com traços marcantes de onde veio: o submundo. Drak, lutando contra sua própria b***a, sentia o sangue esquentar, o poder invadindo seu ser. — Não! — Drak forçou-se a manter o controle, avisando o irmão, lutando com o próprio impulso para não matá-lo rápido demais. — A morte seria fácil demais. Sua voz grave e selvagem cortou o ar. — Elena é mais preciosa que todas as almas moribundas que vagam neste mundo. Eu vou mantê-lo vivo até o dia que ela reencarne novamente — declarou Connor ameaçadoramente, sua voz transformada em um rosnado gutural. — Vamos saborear cada segundo do nosso tempo juntos. O carrasco deu alguns passos trêmulos para trás. O medo estampado em seus olhos, pela primeira vez, era gostoso de ver. E o cheiro? Tão convidativo. — Ela está viva! — ele implorou, a voz cheia de desespero. — Eu posso levá-los até ela, juro pelos deuses! Mentiras. Elena se foi para os campos de Elísios. O cheiro dela, no entanto, permanecia gravado na memória deles, um lembrete c***l do que haviam perdido. — Nós a traremos de volta — disse Drak, sua voz sombria, enquanto sua humanidade escorregava cada vez mais. — E você, humano, nos conhecerá, assim como desejou. 103 D.C — Depois das Carmas No ano de 103 D.C, os humanos conheceram os lycans e seus dois reis cruéis, os irmãos Macnnel. Eles tinham apenas um objetivo: subjugar o mundo em uma nova ordem mundial, onde as outras raças se submeteriam ao seu poder. Eles não cometeriam o mesmo erro novamente.

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