Já fazia algum tempo que o médico havia chegado e começado a atender as pessoas. Marco estava em uma sala, ainda esperando por atendimento. Troco o peso de uma perna para outra, encostada na parede, quando vejo dona Lídia entrar no hospital acompanhada por Rayane. – Oi, doutora. Desculpa a demora – diz quase sem fôlego, suada – Quase que não consigo chegar aqui. – Está tudo bem, dona Lídia. – E o Nem cadê? Ele tá bem? Solto o ar dos pulmões, sem querer contar tudo desde o início. – Ele está esperando atendimento. Está ferido. – É muito grave? Eu não sabia! Eu não sabia se ele estava bem ou não, por quê ele estava desacordado desde a hora que havia entrado naquele hospital e se não tivesse aparecido ali, continuariam tratando ele como animal. – Estou esperando o médico pa

