Meu celular toca, me fazendo atender antes que fizesse mais barulho. – Alô? – sussurro. – Gabi. Onde você tá? – Gio pergunta. – No necrotério. – O que você está fazendo num necrotério? – Quase grita do outro lado. – Estou escondida com Marco. Invadiram o hospital para matar ele. – Sai daí, Gabi. Vão matar você. – Eu não posso deixar ele aqui. Gio solta o ar dos pulmões bruscamente. – Gabi – diz num tom mais calmo – Marco continuará preso. Pisco em meio á confusão da minha própria mente. – Como assim? – Já saiu o resultado da audiência. Ele continuará preso. Ele não podia, penso. – Vão matar ele. – Isso já não é mais seu problema. Você tentou. – Tenho que tentar de novo – digo rapidamente. – Gabi. A situação do Marco está ficando complicada. Não querem que e

