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ANGEL

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Sinopse

Angel é uma mulher linda, doce e gentil, mas sua alto estima não permite que ela veja quão grande é o seu potencial, casada com um homen bruto, frio e controlador que a coloca pra baixo a deixando cada vez menos confiante em si mesmo, presa em um relacionamento fracassado e em uma vida monótona, mas ela vê tudo mudar quando o seu sexy e misterioso chefe invade sua vida a apresentando seu mundo misterioso e sedutor...

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Capítulo 1
Angel A água morna cai sobre meu corpo nu o deixando relaxado, meus cabelos escorrem por meu corpo contornando minha silhueta e o mormaço está alastrado por todo o box. O barulho do chuveiro se misturam com minhas lágrimas e a noite passada não sai por um segundo se quer da minha cabeça. Algumas horas antes. A janta já está posta na mesa há algumas horas. Por algum motivo desconhecido por mim meu marido ainda não chegou e ao menos deu uma notícia. Ele costuma chegar por volta das sete horas da noite, já passa das nove. Já liguei em seu celular e ele não me atendeu e nem mesmo me retornou. É estranho pois Bruno nunca se atrasa ou faz algo sem mim ou em minhas costas, ele é um homem explosivo e nervoso, mas nunca aprontou. Caminho até a sala e sento no sofá ligando a televisão, caio no sono em alguns minutos. O barulho da maçaneta se movendo e das chaves debatendo me fazem despertar. Me me levando sentando no sofá e coço os meus olhos. Bruno entra pela porta do apartamento e logo fecha a mesma. Ele está com sua pasta nas mãos e com uma cara de poucos amigos. Dou um suspiro e junto minhas mãos. - o que houve? Eu te liguei, mas não você não atendeu...- digo me levantando. Ele da os ombros e passa por mim indo em direção ao quarto sem me dá ao menos uma explicação, o sigo. - não vai falar comigo?- pergunto. Ele se vira pra mim com uma expressão nervosa, e não entendo o porque, não fiz nada. A gente anda brigando muito nos últimos meses, ele anda muito nervoso por causa do emprego e eu tento não o estressar mais ainda, minha mãe sempre diz que uma mulher sábia deve respeitar o seu marido, e eu venho tentando fazer isso, a única coisa que eu quero é manter o meu casamento a salvo. - eu fiquei até tarde preso no escritório, já que você não trabalha alguém tem que trazer dinheiro pra essa casa.- ele diz e desvia o olhar de mim. Engulo seco e fecho os olhos. - amanhã eu irei começar minha semana de experiência naquele empresa, acho que as cosias vão começar dar certo pra nós...- digo. Ele me encara e da um sorrisinho de lado, um sorriso debochado. - você acha mesmo que vai ser contratada?! Olha pra você Angel, você está gorda e feia, nenhum emprego vai contratar uma advogada tão acabada como você!- ele diz tudo olhando em meus olhos. Um bolo se formou em minha garganta, me segurei pra não chorar ali na sua frente. Dei as costas e corri para o banheiro trancando a porta. Me abaixei e chorei baixinho pra ele não ouvir. Meu coração está doendo, as palavras que ele diz sempre acabam comigo. Sempre me fazem sentir um lixo. Eu faço de tudo pra ser uma boa esposa, mas nunca é o bastante. Faço das tripas coração pra ser a mulher ideal, mas eu nunca consigo. - ANGEL!- ouço seu grito. Me levanto me virando para o espelho. Limpo minhas lágrimas e lavo o meu rosto. Dou um longo suspiro e abro a porta do banheiro saíndo do mesmo. Ele está na sala sentado no sofá assistindo jornal, só que agora ele já trocou de roupa. No lugar do terno ele esta trajado com um pijama. - sim?- digo o encarando. Ele me olha de relance. - esquenta a comida pra mim, eu estou faminto...- ele diz. Não falo uma palavra, apenas dou as costas e caminha para o cozinha. Tiro toda a janta fria da mesa e coloco sobre o fogão novamente. Esquento tudo e coloco sobre a mesa. - amor, está pronto...- o chamo. O barulho da televisão sessa e ouço os seus passos. Coloco sua comida em seu prato e me sirvo também. Ele entra na cozinha, olha para o seu prato e volta me encarar. - mas que porcaria é essa?!- sua voz invade todo o cômodo. O encaro sem entender. - do que você está falando?!- digo sem entender. Ele bufa e passa as mãos por seus cabelos. - eu odeio macarrão, parece que hoje você tirou o dia pra me irritar, que merda angel...- ele grita. Balanço a cabeça. - Bruno, não precisa fazer todo esse alarde por isso, eu faço outra coisa pra você, não precisa gritar, os vizinhos não precisam saber do que acontece na nossa casa- digo indo em direção a pia, mas sou puxada por ele. Meu corpo bate contra a parede e ele pressiona seu corpo o meu e me olha nos olhos. Seu olhar está frio e distante, eu tenho medo, ele nunca me bateu, mas tenho medo dele perder a cabeça e fazer alguma loucura. - cala a merda da sua boca, eu sou a autoridade na merda dessa casa, não venha me ensinar como agir...- ele diz olhando em meus olhos e com suas mãos apertando o meu pescoço. Apenas concordo com a cabeça. Tento manter a calma, mas por dentro eu estou desesperada, com medo. Ele me solta e me empurra de volta pra pia. Minha bacia bate contra o mármore da pia e uma dor se forma no mesmo lugar. - ANDA LOGO ANGEL, MAS QUE p***a!- ele grita. Faço toda a janta novamente, comida por comida com ele me pressionando. Quando acabei, coloquei a mesa novamente e o servi. Eu posso estar errada, mas eu senti muito ódio misturado com raiva do meu marido, eu não devia sentir isso, mas dentro de mim eu apenas consigo idior meu marido... Atualmente. Passo a mão por minha barriga. Um leve roxo se formou no lugar que bateu na pia. Desligo o chuveiro e pego minha toalha. Paro em frente ao espelho. Minha olheiras estão evidentes e os meus olhos inchados pelas lágrimas. Lavo o meu rosto e saio do banheiro. Caminho até o meu quarto e escolho uma roupa. Visto um vestido preto básico e um terninho preto por cima. Prendo meus cabelos em um coque, meu marido não gosta que saia com meu cabelo solto, ele diz que isso pode chamar atenção dos outros homens. Não passo maquiagem, pois a alguns meses atrás o meu marido jogou todas pela janela do prédio após uma briga que tivemos. Apenas pego minha bolsa e saio do meu quarto. Quando entro na sala estranho ao sentir um cheiro de café. Caminho até a cozinha e me surpreendo ao vê a mesa toda posta é um buquê de flores sobre a mesa. Dou um sorriso fraco. - que isso?- pergunto. Ele se levanta e me encara com um sorriso largo no rosto, caminha em minha direção e suspira. - eu queria te pedir desculpas por ontem, eu estava estressado por causa do trabalho e acabei descontando em você, mas eu juro que não vai acontecer novamente...- ele diz olhando em meus olhos. Suspiro e abaixo a cabeça. - eu confesso que fiquei muito triste pelo que aconteceu ontem a noite e fiquei com muita raiva do que você fez...- digo baixo. Sinto suas mãos em meu queixo, ele o levanta me fazendo o encarar. - eu sei, mas nunca mais vai acontecer novamente, eu juro que vou melhorar!- ele diz. Apenas concordo com a cabeça. Ele puxa meu corpo me abraçando. - eu vou melhorar, eu juro que vou melhorar!- ele diz baixinho em meu ouvido. Tomamos café juntos, em paz por um milagre. Bruno está feliz e sorrindo. Eu perdoei oque ele fez, não quero acabar com meu casamento. Meus pais jamais aceitariam ter uma filha separada. Meu pai é um pastor, ele jamais aprovaria o meu divórcio, ele diz que é pecado. Minha mãe já me instruiu milhares de vezes a manter meu casamento e é o que eu venho tentando fazer. Depois do café ele me levou até o meu novo emprego e prometeu que me buscaria pra gente jantar em um restaurante. Eu estou feliz, tento manter minha fé que tudo dará certo. Entrei para o escritório e me apresentei na recepção. A recepcionista me tratou de uma maneira fria e me mandou para o último andar, suponho que o jurídico da empresa. Entrei no elevador e fiz o que ela instruiu. Eu estou nervosa, desde que me casei essa é a primeira vez que vou trabalhar. Me casei aos vinte dois anos, tinha acabado de concluir minha faculdade de direito e estava completamente apaixonada. Conheci o Bruno na igreja, um homem de boa família e caráter inigualável. Me apaixonei rápido e logo engatamos um relacionamento, noivamos e casamos. Me casei como manda a bíblia, virgem, ele foi meu primeiro homen o único homem que eu amei, mas com o tempo vi que o casamento não é a mil maravilhas que eles dizem, mas casamento é apenas uma vez, foi a escolha que eu fiz e terei que manter isso até a morte. O elevador parou no último andar, a a porta se abriu e dei um longo suspiro tentando me manter confiante. Quando dei um passo a frente meu corpo simplesmente se chocou com algo que me fez "voar" para trás, mas antes do meu corpo cair mãos fortes me seguraram e meu corpo grudou em um corpo forte. Levantei a cabeça e os meus olhos se cruzaram com frios olhos cinzas. Um frio subiu por minha costela e eu não consegui ao menos me mover. - você não vai me soltar?!- as palavras saíram trêmulas da minha boca...

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