Estávamos ainda nos encarando. Eu não sabia o que ela estava pensando. Queria muito que ela não tivesse vindo pedir o divórcio, mas sim me dar uma chance para consertar as coisas com ela. Suspiro, porque sei que nossa conversa será difícil. Eu farei o possível e o impossível para mudar à visão dela.
- Como você está marido? Ela pede quebrando o silêncio entre nós.
- Com saudades. Digo à verdade, mas neste momento sinto medo pelo que ela veio me dizer.
- Eu também. Uma ponta de esperança surge em meu coração.
- Podemos conversar? Pedi já querendo acabar de vez com minha aflição.
- Estou aqui para isso. Assenti nem cumprimentando Gia.
- Vamos para nosso quarto. Pedi e ela foi na minha frente. Só esperava trazer ela para mim de novo. Quero ela de volta. Chegamos em nosso quarto e assim que ela entrou. Fechei à porta. Ficamos um tempo em silêncio. Suspiro. Eu quero te pedi desculpas em primeiro lugar. Sei que não deveria ter feito o que fiz, e hoje vejo que foi à pior merda que fiz na minha vida. Nunca foi minha intenção te magoar. Nunca foi minha intenção te afastar de mim.
- Porque você não confiou em mim? Ela indaga me olhando triste.
- Me perdoa por isso. Eu não fui criado para dividir meus ou os problemas da minha família. Eu não tive medo de você revelar nada sobre isso. Foi mesmo estupidez minha não saber dividir meus problemas com você. Eu fui criado para resolver os problemas dentro da minha família.
- E eu não faço parte dessa sua família.
- Haya, sim. Você faz, sempre fez. Porém não sou criado para dividir os problemas da minha casa com às mulheres da casa.
- Christian, temos visões diferente de família, e sinceramente não gostei de você ter me excluído da sua família e da sua vida. Você devia ter confiado em mim. Valeu à pena todo esse sofrimento? Ela me indaga olhando para mim.
- Não, e é por isso que estou aqui te pedindo perdão. Eu não fiz com intenção de te machucar.
- Porém machucou. Mas eu não estou aqui para ficar pensando em passado. Quero resolver nosso futuro.
- Você veio pedir o divórcio? Indago com receio. Seria meu fim.
- É o que você quer? Balanço à cabeça em negação.
- Você sabe que não. Haya, eu vou me condenar pelo resto da vida por ter feito o que fiz. Vou te pedir perdão pelo resto da vida por ter deixado às coisas chegarem onde chegaram, mas eu quero você de volta. Quero nosso casamento de volta.
- Isso implica em você confiar em mim? Implica em você não me esconder mais nada? Implica em você me ver como sua esposa, amiga e companheira para tudo, até mesmo problemas que vier à surgir? Christian, quando nos americanos casamos, não existe problemas do homem ou da mulher, existem problemas dos dois. O seu problema é meu, o meu problema é seu. Não há como eu continuar casada com um homem que acha que tudo tem que ser individual. Casamos para ser um só. Com problemas ou sem problemas, somos um só. E isso não deveria ser coisa de cultura, mas sim de entendimento com você mesmo. Se você se casa não querendo que sua esposa participe da sua vida, é porque não deveria ter casado.
- Não por favor não. Não se arrependa de ter se casado comigo. Falo puxando ela para mim. Eu te amo Haya, e à única pessoa que tem que se arrepender aqui sou eu. Por toda burrice e tolice que cometi com você. Eu prometo que será diferente. Prometo que vamos ser um só como deve ser. Prometo não te tirar da minha vida nunca mais. Falo olhando para ela e acariciando seu rosto. Eu não estava aguentando mais. Meu desejo está à flor da pele. Ficar perto dela me deixou aceso como antes. Ficamos um encarando o outro e eu só queria sentir ela como antes. Avancei em seus lábios com amor e desejo reprimido por meses.
Ela correspondeu avidamente, demonstrando também que estava com saudade. Nossas línguas travavam uma batalha. Apertei ela mais em meus braços, para que ela sinta eu eu à amo, que eu à quero mais que tudo.
Comecei à passar às mãos pelo seu corpo em cima da túnica, e para ser sincero, odeio essas roupas nelas. Prefiro suas roupas normais. Vou subindo sua túnica para sentir seu corpo junto ao meu. Quero pele com pele. Então alisei sua b***a que eu conhecia muito bem e que estava louco de saudades.
Desconectamos nosso beijo, e ela tirou à túnica, me mostrou seus s***s cobertos pelo sutiã rendado. Ataquei seus lábios novamente, passando às mãos pelos seus s***s. Segurei os mesmos firme e os massageie lentamente, ela suspirava. Fui descendo beijos pelo seu pescoço, ombro, passando por todo seu s***s chegando até à às coxas dela.
Coloquei uma de suas pernas em meu ombro e comecei a beijar suas coxas e devagar fui se aproximando de sua virilha. Subir uma das minhas mãos massageando um de seus s***s, e comecei a beijar sua i********e por cima de calcinha, estávamos entregues pelo prazer, mordia de leve aquela i********e que tanto me fez falta.
Sua calcinha já estava toda molhada, me levantei, e a deitei na cama e colocando sua calcinha para o lado. Chupei gostoso ela como se fosse à primeira vez. Coloquei dois dedos que entrou fácil de tão molhada que estava, fazendo movimentos de vai e vem enquanto chupava seu g***o, ela então segurou meus cabelos e gozou em minha boca gemendo baixo. Acredito que que seja por não querer que meus pais ouçam.
- Minha vez de matar à saudade! Ela falou se levantando, abaixou minha calça e box e colocou à boca em meu p*u, chupando deliciosamente, tirei minha camisa e olhava ela chupando desesperada meu p*u, estava muito gostoso e eu não estava aguentando mais. Anunciei o g**o e ela recebeu tudo em sua boca, bebeu cada gota e deixou meu p*u todo limpo com sua língua.
- Estava com saudades desse nosso contado. Ela me olhou sorrindo.
- Eu também estava, mas ainda quero mais.
- Eu também. Disse puxando ela para mim, beijando seus lábios.À virei fazendo à mesma ficar embaixo de mim. Eu te amo, mais que tudo na minha vida.
Analisei aquele corpo já todo despido em minha frente, deitada e com uma carinha de safada me chamando, cheguei próximo dela. Me ajeitei coloquei meu p*u na porta de sua b****a e empurrei gostoso fazendo meu p*u deslizar ate a base dentro dela, ela gemeu gostoso me abraçando e eu metia gostoso nela.
Depois de um tempo coloquei ela de quatro e metia forte e rápido, sentia minhas bolas batendo nela, ela rebolava gostosamente em meu p*u e pedia mais, segurava seu cabelo enquanto metia e dava tapas em sua b***a, depois ela pediu para me deitar, e encaixou sua b****a novamente em mim e em uma cavalgada forte pulava loucamente, anunciei que iria gozar e ela pediu para me segurar, que estava quase gozando também, segurei o máximo que pude e senti seu corpo tremendo, sua b****a se contraindo em meu p*u, ela estava gozando e eu gozei junto com ela, ela saiu de cima de mim e deitou em meu peito, ambos exaustos porém realizados.
Estávamos deitados. Estava alisando seus cabelos sentindo que todo meu mundo estava aqui. Eu daria valor à ela mais que tudo e nunca mais ficaríamos afastados.
- Gia com certeza te falou do possível casamento. Falo com medo que Gia tenha inventado algo à mais.
- Sim, mas isso não me interessa. Você não vai se casar com ela ou qualquer mulher. Ela me olha. Christian eu não quero saber dessa história de mulher no nosso casamento. Sei que é seu costume, mas eu não aceito. E chega de mentir para mim, chega de omitir as coisas de mim. Se outro problema desse acontecer como aconteceu, eu juro que não te perdoou e venho nesse país e acabo com qualquer chance... À puxo beijando sua boca, não deixando à mesma continuar falando. Eu não pretendo perdê-la nunca mais. Não pretendo estragar à nossa vida mais uma vez e Gia e nem mulher nenhuma vai ficar entre nós. Meu m****o já dar sinal de vida, e eu vou para cima dela. Me encaixo novamente na sua i********e, sentindo mais e mais o nosso contato. Sentindo que esse é o lugar que eu quero está sempre. Eu à amo mais que tudo e não vou estragar nosso amor.
Mais tarde, estávamos todos a mesa. Inclusive Gia que parece que comeu algo que não gostou. Mas meus pais estavam felizes e eu também. Nossa mesa é só sorrisos.
- Vejo que se resolveram. Fico muito feliz que à luz da minha casa está brilhando de novo. Meu pai fala olhando para Ana.
- Obrigado Sogro. Ana fala sorrindo.
- Christian, você disse à ela que vamos nos casar? Porque ela acha que vocês vão embora para os Estados Unidos sem mim. Gia fala sorrindo.
- É sobre isso que temos que conversar. Meu pai fala antes que eu diga algo. Ana, você já tem que voltar? Meu pai indaga.
- Não sogro. Tirei uns dias do trabalho. Na verdade minha mãe me obrigou à ficar de férias. Meu pai sorrir.
- Que ótimo. Assim você pode passar um tempo com à gente e ainda assistir o casamento. Olho para meu pai não gostando disso.
- Como o Sr quiser sogro.
- Que dia será nosso casamento sogro? Gia questiona toda feliz, mas eu não estou feliz com isso.
- Neste sábado. Gia dar pulos na cadeira e eu olho para Ana que sorrir para Gia.
- Lembrando Gia, você vai casar e como você preveu vai embora da nossa região. Minhas netas ficam. Elas não são suas. Inclusive à bebê.
- Mas achei que Christian iria assumi-la como filha dele.
- Nunca. Meu pai me olha feio.
- Ela será registrada por mim que sou avô dela. Gia fica triste.
- Sogro eu gostaria delas comigo. Vamos ficar tudo em família, então porque não deixá-las comigo? O Sr e à minha sogra poderão vê-las quando quiserem. Não me separe delas meu sogro. Eu amo às minhas filhas. Meu pai olha para minha mãe e suspira.
- Gia, se eu souber que minhas netas estão sendo maltratadas, eu vou atrás de você e tiro elas sem me preocupar com seus sentimentos. Não faz parte de mim ser tão insensível separar minhas netas da mãe. Meu pai se compadece.
- Obrigada Sogro. Pode ter certeza que elas vão continuar sendo bem cuidadas. E Christian também não me deixaria maltratar às minhas filhas. São sobrinhas dele. Ele pode dizer ao Sr que sou uma boa mãe e vou continuar sendo. Olho para Ana e à mesma está despreocupada. Será o que ela está pensando? Será que ela está tramando algo para que meu pai cumpra sua palavra de me casar com Gia?
- Pai, eu posso falar com o Sr? Indaguei preocupado com essa história de me casar com Gia.
- Claro. Temos mesmo que conversar. Vamos ao escritório. Assinto me levantando. Acompanho o mesmo e assim que entramos no escritório fechei à porta. Primeiro quero te dar isso. Ele fala me dando o meu passaporte. Não precisa anular ele por causa do outro. Olho para ele e o mesmo me dar um sorrisinho. Taylor me disse que você pediu um outro passaporte. Todos nossos funcionários foram incubidos de me falar se você pedisse algo. Falei com ele para não pedir e te enrolar. Suspiro.
- Eu não quero me casar com Gia. Não quero estragar minha relação com Ana pai. Ela já deixou claro que não vai me aceitar se eu escolher me casar com outra mulher.
- Sua esposa entende à nossa tradição. Me levanto passando às mãos na cabeça.
- Não pai. Não entende. Pai, por favor. Eu não quero perder Ana. Mais uma vez não. Indago desesperado.
- Vou conversar com sua esposa, não se preocupe.
- Pai... Tento mais uma vez e ele levanta à mão para mim.
- Fique calma. Tudo dará certo. Você não vai perder Ana. À luz da minha casa vai ficar onde tem que está. Ele se levanta e sai não me deixando falar mais nada. Eu vou fugir com Ana daqui. Não vou mesmo participar desse casamento. Nada me importa, somente Ana.