CAPÍTULO 25

2138 Palavras
Ele adentra mais o meu quarto e me olha com meio sorriso. Fico tentando imaginar o que ele faz aqui. Mas não consigo. - Eu vou deixar vocês conversarem. Minha mãe fala e Carrick assentiu. - Sente-se. Peço apontando o sofá para ele. O mesmo se senta. - Vejo que à luz da minha casa ainda continua apagada. Sorrio fraco. Ele me dar um meio sorriso. Anastásia, eu nunca fui de ficar rondando um assunto. Gosto de ser direto. Ele respira fundo. Estou com um problema na minha casa. Na verdade eu sei o que vou fazer, porém eu preciso que à luz da minha casa me ajude à resolver e tomar à melhor decisão. - Eu não estou entendendo sogro. Christian está bem? - Não. Não está nada bem. Posso dizer que está igual à você, ainda mais agora que Gia quer que ele à assuma como segunda esposa. Me levanto não me importando com à calça de moletom e à blusa de frio que estou com ela. - Do que o Sr está falando? Pedi olhando para ele e não gostando disso. - Nossa tradição, é que se um dos homens forem escorraçado da casa, à esposa fica para o irmão ou qualquer parente próximo. Elliot não existe na minha casa mais. À obrigação de assumir Gia seria de Christian. Eu não quero Gia ou qualquer outra mulher com meu marido. Nunca. Porém luz da minha casa, eu não posso desposar novamente meu filho com outra mulher sem falar com à primeira esposa dele. - Eu tenho que está de acordo? Indaguei com esperança. Porque será não. - Não necessariamente, porém Grace e eu concordamos que não é justo fazer à luz da minha casa sofrer de novo. Ele fala se levantando e passando à mão no meu rosto com carinho. Eu jamais quis te ver triste e não quero que essa tristeza em seu olhar continue. Sorrio para ele. Portanto minha Shieae Alshams, o que você quer? - Não quero meu marido com outra nunca sogro. Falo certa do que quero. - Foi o que achei. Ele sorrir largamente para mim. Então que tal você ir embora comigo? Que tal você ir ocupar seu lugar por direito? O abraço forte. Mesmo não sabendo se isso é certo para ele. - Obrigada por vir aqui me resgatar de mim mesma. Digo e ele me olha. - Não me agradeça. Na minha casa falta uma luz, e minha casa não fica em harmonia se essa luz está apagada e ainda triste. - Vou me arrumar. Digo sorrindo. Mas paro. O Sr m*l chegou. Quer descansar antes de irmos? Indaguei preocupado com ele. - Não. Eu comprei à passagem tanto para mim quanto para você. Temos apenas uma hora para pegar o voo. Sorrio mais para ele. - Obrigada novamente. Vou me arrumar. Digo indo para o banheiro. Eu vou ter à minha vida de volta. Vou ter meu marido de volta e ele será só meu. Não quero vagabunda nenhuma em cima dele. E Gia não terá ele nunca. Nem que para isso eu tenha que colocá-la no lugar dela. Que ela procure outro para colocar suas garras, porque Christian é só meu. Me arrumei e coloquei algumas roupas muçulmanas dentro da mala. Sabia que eu não poderia levar minhas roupas comuns. Vestir uma túnica, e também peguei um lenço para cobrir os cabelos quando chegasse lá. Estava à perfeita muçulmana. Desce com à pequena mala e minha mãe estava na sala conversando com Carrick. - Mãe, você vem com à gente? Indago vendo ela arrumada e uma mala perto dela. - Não. Na verdade vou aproveitar que você vai resolver sua vida e vou me encontrar com Bob na França. - Estava eu aqui empatando sua vida né mãe. Afirmo o óbvio. - Nem pensar. Você vem em primeiro lugar na minha vida e Bob ou qualquer outra pessoa sabe disso. Não se preocupe com isso. Quero te ver bem e feliz. Se cuida. Ela fala me abraçando. Carrick, cuide dela para mim. Ela fala olhando para mim e depois olha para Carrick. - Não se preocupe Carla. Essa luz pertence à minha casa e será bem cuidada. Abraço minha mãe de novo e dou um beijo em seu rosto. - À Sra também se cuida. - Qualquer coisa me liga que vou para Marrocos na mesma hora. Eu te amo muito princesa. Sorrio para ela. - Eu também mamãe. Agora deixa eu ir cuidar do meu casamento. Nos despedimos e eu fui com Carrick. Minha mãe ainda ficou para dar umas últimas instruções à ajudante. Entramos no táxi para ir até o aeroporto. Sogro, o que vai acontecer com Gia? Pedi sabendo da cultura deles. - Ela quer uma marido e terá um marido. Ele fala com maior sorriso. Não se preocupe com isso. Gia é o menor dos meus problemas. Tudo que quero é que você e Christian se resolva e tudo estará bem. Assinto sorrindo. Depois de quase 18hs de viagem, chegamos em Marrocos. Eu estava cansada. Coloquei meu lenço na cabeça para cobrir meus cabelos.Pegamos um táxi para chegar na província da família Grey. Era surreal o nome deles estarem em tudo quanto é comércio da região. - Está nervosa? Ele pede e eu o olho. - Um pouco. Ele sorriu e pegou na minha mão. - Não fique. Tudo dará certo. Vocês dois só tem que deixar o que vocês sentem falar mais alto. - E deixarei sogro. - Ele não deve está em casa. Deve está na loja, mas à minha casa é à sua casa, então se sinta à vontade. Assinto vendo o caro parar em frente à elegante mansão. Parece mais um palácio antigo. Carrick abre à minha porta e me dar o braço para que eu entre com ele. À luz da minha casa voltou e eu estou muito feliz com isso. - Eu também estou muito feliz por estar aqui. Digo e entramos na casa. - Boa tarde Sr, Sra. Uma das ajudantes aparece. - Boa tarde Zara. Por favor. Coloque à mala dela no quarto do meu filho. - Sim Sr. - Cadê à Sra Grey? Ele indaga me levando até o sofá. Sentes querida. Vou mandar preparar algo para você comer. - Ela foi até o mercado escolher umas ervas para o jantar Sr. - Ótimo. Peça alguém para preparar uma boa refeição para Anastásia, e depois querida, se quiser descansar, elas vão te mostrar o quarto. Balanço à cabeça em afirmação. - Obrigada! Agradeço e ele sorriu. - Vou subir e tomar banho. Depois conversamos. Ele se foi e eu fiquei ali até à Zara me chamar para comer. Comi e depois pedi à ela para me mostrar o quarto. Ela assim o fez. Tomei banho e me deitei para descansar um pouco. Acabei pegando no sono, só acordando sentindo um carinho nos meus cabelos. Olhei e era Grace. Sorrir para ela. - Me desculpe sogra. Acabei pegando no sono. - Não se desculpe. À viagem até aqui é cansativa. Me diz como você está? - Bem. Ficarei melhor depois de conversar com seu filho. - Espero mesmo que vocês se resolvam. Ainda mais por saber pela sua mãe que você quase sofreu um acidente grave. Dona Carla e sua boca. - Não foi nada demais. Eu acabei passando m*l dirigindo. - Sua mãe contou para Carrick, espero que isso não se repita. Não queremos perder uma filha. - Não vai sogra. Me levanto. Vou me arrumar para descer. - Desça mesmo, mandei fazer um chá e um pão de milho para você. Fora outras guloseimas, pois você está muito magra. Tem comer bem. - Estou bem sogra. - Sua mãe nos contou que está anêmica. Então vamos cuidar de você. - Não se preocupe sogra. Estou tomando os remédios direito e estou bem. - Vamos cuidar que fique melhor. Ela fala saindo e eu estou me sentindo muito bem perto deles. Totalmente diferente daqueles sogros intransigentes do começo, porém eu entendia eles. Eles queriam que eu me introduzisse na família deles e eu estava mais distante do que tudo. Mesmo sem brigar com Christian, eu nunca dei à importância que eles queriam. Graças à Deus, dentro de casa eu poderia deixar o véu para lá. Só amarrei os cabelos em um r**o de cavalo bagunçados e desci, pois estava devidamente vestida. Assim que cheguei na sala Gia estava la sentada. Sorrir, porque chegou à hora de colocar uma certa pessoa em seu lugar. E o lugar dela não é ao lado do meu marido. - Boa tarde Gia! Como você está? Ela me olha levantando surpresa. - Ana...Nas...tásia. É hilario a cara dela. - Sim, sou. Algum problema? Parece que viu um fantasma. - Não estava esperando você aqui. Elevo minhas sobrancelhas. - Ninguém estava me esperando, porém eu vim buscar meu marido que já passou tempo demais aqui. - Você não pode levá-lo agora. Franzo à testa esperando ela concluir seus pensamentos. Vamos nos casar. Olho para ela com meio sorriso. - Quem vai se casar? Você e meu marido? - Sim. Ele tem obrigações comigo. Por lei ele tem que me assumir, já que meu marido foi escorraçado. - Entende, mas meu marido não está para você. Eu não aceito outra mulher na vida dele e nunca vou aceitar. Portanto sugiro que você coloque seus olhos em outro. - Graças à nossa lei, você não pode opinar. Sorrio dela. - Graças à sua lei, meu marido não será seu. Falo e ela me olha com desdém. - Vamos ver então. Porque eu não vou abrir mão de ter um marido. - Então estamos nos entendendo Gia, porque eu também não vou abrir mão de ter meu marido só para mim, nem que para isso eu tenha que levá-lo embora de vez. - Você não pode fazer isso. Não tem direito aqui. Sorrio dela. - Gia, quem não pode nada aqui é você, o marido é meu. Pelo que eu saiba às primeiras esposas tem uma certa regalias que à segunda esposa não tem. - Não sei do que você está falando. - Vamos supor que você se case com meu marido. Felizmente para mim isso não vai acontecer, mas vamos supor que essa sua doença seja realizada. Eu posso muito bem não querer você dentro da minha casa, sendo meu marido tendo que comprar um lugar bem longe para você. Tipo você aqui e nós lá em Seattle. - Eu nunca permitiria que ele ficasse afastado de mim. Gargalho dela. - Gia, me responde uma coisa. Você quer um marido ou você quer o meu marido? - Não faz diferença o que quero. Christian vai se casar comigo, porque senão vou aos tribunais e à lei vai fazer o mesmo se casar comigo. - Boa sorte. Digo piscando para ela. - Além do mais, ele tem que assumir minha filha logo. - Você teve outra menina? Pedi surpresa e lembrando que da cultura que tem que dar um neto homem para à família. - Sim, mas ainda posso dar o neto homem. Christian casando comigo, tudo será certo. - Vejo que você tem tudo na sua mente Gia. Mas cuidado, algo pode falhar aí. Inclusive que esse filho homem já existe na barriga da amante do seu marido, ou seja, Elliot tem sim o filho homem, coisa que você não conseguiu. Ela fecha à cara para mim. - Você também deve ser seca, porque não deu nenhum filho à essa casa. Seja menino ou menina, você não honrou com esse compromisso. Gargalho dela. - Gia, eu estou super tranquila sobre isso. Tenho todo tempo do mundo para ter filhos, seja menina ou menino, não estou preocupada com isso. Mas eu se fosse você se preocupava, porque se no seu próximo casamento você não dê o filho homem, pode ser devolvida à sua família, ou até mesmo ser tratada como à serviçal da casa pela segunda ou terceira esposa. Ela me olha com mais ódio ainda. Na verdade eu nem sabia o que podia acontecer com ela. Estava jogando com à mesma. - Isso não vai acontecer. Eu terei o filho homem e vou cair nas graças dos meus sogros. E você que será uma mera serviçal aqui. Gargalho mais dela. - Você ainda está considerando eu na sua vida? Para Gia. Eu vou está na minha casa nos Estados Unidos cuidando do meu marido. - Ele não vai me deixar aqui. - Tem certeza? Questionei divertida. Ela vai cair do cavalo. - Absoluta. Dou de ombros. - Haya. Escuto Christian dizer e me viro para vê-lo. Minha vontade era de pular no colo dele e dizer que sinto muito pelo nosso afastamento. Era dizer que eu o amo muito e quero ele para sempre na minha vida.
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