CAPÍTULO 20

2377 Palavras
- Você tem que parar de trabalhar desse jeito, vai acabar ficando doente. Ouço minha mãe falando atrás de mim. - Não se preocupe mãe. Se em um ano eu não tive problema, não é agora que terei. Falo fazendo um novo desenho. - Mas não tem motivo para você trabalhar tanto. Já tem uma semana que você está trancada aqui em casa e afundada no seu trabalho. Precisa descansar, relaxar. - Tenho muito trabalho mãe, não posso me dar ao luxo de parar. Suspiro. - Não, não tem. Hanna me disse que você está pegando um trabalho atrás do outro. Isso tudo é para que? Para não pensar nele? Não pensar que ele omitiu à verdade para você, mas não te traiu? - Para mim foi traição da mesma forma. Mas eu não quero falar sobre isso mãe. Acabou. Vida que segue. - Que vida? À sua? À dele? De que vida você está falando? Porque tem uma semana que não vejo você seguindo sua vida. Só estou vendo você se afundar mais. Não vejo você descansar, sair um pouco, nada. Você precisa resgatar à sua vida. Seja com ele ou sem ele. Olho para ela sem entender. - Achei que tinha deixado às coisas claras quanto à não voltar para ele mãe. - Deixou? Deixou da boca para fora ou é o que seu coração quer. Suspiro ainda olhando para ela. - O que você quer dizer mãe? Para mim você não gostava dele. - E não gosto mesmo. Ele te convenceu a se casar em outro país, sendo que poderia ter feito isso aqui. Mas tenho que ser justa por ele não ter te traído. Ele não confiou em você, isso foi uma falha dele, porém eu não posso julgá-lo por querer proteger o irmão. Olho para ela surpresa. - Eu não estou escutando isso. Falo ainda não entendendo onde ela quer chegar. Ela suspira. - Eu só quero sua felicidade filha, e se sua felicidade for ele, que você o perdoe, porque não sabemos o costume deles. Talvez ele foi ensinado à defender sua família à qualquer preço. - E eu não fazia parte dessa família? Pedi sentida. - Fazia e faz Ana, mas não sabemos como e o que foi passado para ele para defender seu irmão em primeiro lugar. - Não quero mais continuar falando sobre isso mãe. Não interessa isso mais. Ele teve um ano para me contar à verdade e nada foi feito, portanto não interessa mais. Volto minha atenção para para o desenho à minha frente. - O pai dele tem ligado todos os dias. Mandou dinheiro para seus gastos. - À Sra aceitou? Pedi não gostando disso. - Eu não tive outra escolha. Ele disse que no país deles, ele tem responsabilidade com à nora. E independente do que houve com você e o filho dele, você é ainda à luz da casa dele e ele sempre cuidará de você. Sorrio fraco. Tanto ele quanto Grace estão preocupados com você. - Agradeça à eles, mas eu estou bem mãe. Eu preciso de tempo, e logo volto ao normal. Não se preocupe à Sra também. - Espero que volte mesmo, porque não quero você doente. - Não ficarei. Digo e ela dá um beijo na minha cabeça. - Espero. Ela sai e eu fico ali pensando que tinha tudo para dar certo, mas nada na vida dura. Eu não tenho saído mesmo de casa. Pedia sempre Hanna para me trazer o trabalho aqui. Às vezes era mais fácil se isolar e afundar à mente em algo para não ficar pensando nas besteiras que à gente faz. Ele tem me ligado, mas eu não atendo. Vejo à ligação e procuro me concentrar no meu trabalho. Passo às mãos no rosto. Eu não tenho vontade nenhuma de sair de casa. Só soube pela minha mãe que os pais dele haviam levado o mesmo embora. Achei ótimo Carrick ter tomado essa decisão, porque eu não saberia lidar com ele em cima de mim tentando consertar as burradas que ele fez. Passei o dia concentrada no projeto para uma empresa. E novamente tive que chamar Leila para me ajudar com engenharia. Estamos fazendo uma parceria muito boa. Ela está muito feliz com isso, e espero que à gente continue dando certo. Janto com minha mãe, logo após tomar um banho. - Mãe, pára de ficar me analisando. - Você vai pedir o divórcio? Suspiro e olho para ela. - Porque à pergunta? Eu não parei para pensar nisso ainda. Digo mexendo no meu prato. - Seu sogro disse que se for da sua vontade, ele vai te ajudar. Olho para ela surpresa. - Achei que no país deles não tinha divórcio. Falo lembrando às varias vezes que Christian jogou isso na minha cara. - Não é o certo, mas Carrick me disse que há meios de conseguir caso inventamos maus tratos. - Eu não vou mentir mãe. Querer à minha liberdade é uma coisa, ferrar com à vida de Christian é outra. - Eu sei meu amor, mas você pode alegar qualquer tipo de maus tratos. Carrick estava me dizendo que tem vários tipos de maus tratos. Você pode ver um que não prejudique Christian. Suspiro forte. - Não sei mãe. Eu quero pensar mais. Deixa isso pra lá. Eu queria que ele me deixasse e ele me deixou, então eu vou ficar bem para raciocinar melhor. - Faça o que seu coração mandar. Como disse só quero sua felicidade. Ele não cometeu o pior pecado do mundo. - Mas eu sofri. - E ainda sofre. Porém temos que dar um voto de confiança nas pessoas, e nada mais justo que dar esse voto ao seu marido. - Quando foi que ele ganhou sua simpatia mãe? Indaguei sem entender. - Ele precisa mais do que minha simpatia, porém vejo o quanto você o ama e também, ele te ama. - Tá mãe, podemos somente deixar para lá esse assunto? Eu não quero falar disso agora. Está recente. À minha decisão antes de saber à verdade era de correr para Marrocos e fazer o inferno para ter à minha vida de volta, porém eu não sei agora o que quero. Neste momento eu quero tempo. Tempo dele, tempo de tudo que se relacione à ele. Se eu tomar à decisão do divórcio, à senhora será à primeira a saber. - Desculpe. Eu só quero que você reaja. Você está trancada aqui e não sorrir, não conversa. Não fala nada. - Eu só quero um tempo para organizar meus pensamento e minha vida mãe. Só isso. - Eu te darei o tempo que quiser. Te amo muito, e não quero te ver sofrendo. - Eu sei mãe, e como disse não se preocupe. Tudo vai ficar bem. Ela apenas pega na minha mão. Nosso jantar terminou sem falarmos mais nada. Eu espero que minha mãe me der o tempo para assimilar tudo que eu preciso. Se vou ou não concretizar essa separação, eu não sei. Porém também, não vou fazer nada que prejudique o mesmo. Não perante à lei do país do mesmo. Fui para meu quarto logo após o jantar. Vestir uma camisola e me deitei para dormir. Antes olhei o meu celular e tinha mais de trinta ligações dele. Respirei fundo e deixei para lá. Estava mantendo meu celular no silencioso. Fechei meus olhos esperando que o sono me tomasse. Acordei e vi Christian do meu lado. Apenas sorri, joguei o lençol de lado e ia subindo em seu colo quando ele me segurou em baixo, sorri, balancei a cabeça e ele riu junto. Tirei sua roupa, me ajoelhei entre suas pernas e o chupei, quando coloquei a boca em seu p*u ele apertou os lençóis com força, cravando as unhas, e eu senti um frenesi, minha boca encheu d'água, e pelos deuses do sexo, senti vontade de engolir o p*u dele de tanto t***o e desejo, era uma delícia aquilo. Chupei com vontade, engolindo tudo que dava. Apoie a mão em sua coxa e outra na base do seu p*u acariciando e sugando com vontade, lambendo todo aquele mastro cheio de veias saltadas, lambendo e engolindo sem pudores, ele me puxou pelos cabelos e me beijou, pedindo para ir com calma, pois tínhamos todo tempo do mundo. Respirei mais fundo ainda, dei mais uma lambida de leve e levei uns dois tapas na b***a e respirei fundo. Em seguida voltei pro meu posto e o chupei de novo, me sentindo toda molhada. Ele me puxou para ele com uma cara de que não estava aguentando mais. Quando levantei ele deu mordidas em minha b***a e fui sentando devagar em seu p*u, quando enterrei tudo dentro de mim ele gemeu alto, cravando as unhas em meu quadril, e com ele todo enterrado eu rebolei gostoso! Arrancar urros e gemidos dele era tudo que eu queria. Comecei então a subir e descer, aumentando a velocidade como podia, em segundos eu estava em seu colo, sendo virada e colocada de joelhos na cama, empinada, apoiada na beirada e sendo muito fodida por ele, cada estocada forte e violenta, cada puxada gostosa de cabelo, uns tapas deliciosos na b***a e em pouco tempo, o seu g**o jorrou dentro de mim, junto com meu prazer. Eu estava realizada e feliz. Eu amava esse homem mais que tudo. Queria sempre está assim com ele. Fechei meus olhos cansada e só pensava em como eu o amo. Acordo com um clarão no meu rosto. Me sento e olho para o lado. Suspiro. Foi só um sonho. Um sonho de um dos nossos momentos. Passo às mãos nos cabelos já bagunçados. Me levanto e vou para o banheiro. Percebo que minha calcinha está ensopada. Eu não devo está bem mesmo. Ligo chuveiro sentindo um pouco da água fria no meu corpo. Eu preciso disso. Me arrumei, peguei minhas coisas na biblioteca e já estava para sair quando escutei minha mãe descendo às escadas. - Não vai tomar café meu amor? Ela pede já no fim da escada. Dou um beijo nela. - Bom dia mamãe. Não vai dar. Estou atrasada. Tenho uma reunião com o cliente e com Leila. Mais tarde à gente se fala. Falo já correndo para à porta. Entro no carro da mamãe e vou. Eu tenho que passar na minha antiga casa e pegar meu carro. Ou então peço para Sawyer pegar para mim e trazê-lo. Vou pensar nisso. Dirijo até um café, onde Leila e eu vamos conversar com o cliente e assim que cheguei ela já estava lá com seus óculos escuro. Fui até ela, onde à mesma levantou para me cumprimentar. - Bom dia Leila! Como você está? - Estou ótima, e você? - Estou bem também. Me sento. Nosso cliente está atrasado? - Alguns minutos. Leila fala sorrindo. - Está pronta para mais um trabalho grande? - Sempre. E eu estou amando que você está me ajudando à crescer profissionalmente. - Que bom! - Meu padrinho está mudando para Austrália e então vou ficar aqui sozinha, pensei em me mudar para cá. - Que legal, mas então porque você não fica à disposição no meu escritório. Ela me olha com um brilho no olhar. Você teria uma sala lá, pode pegar os projetos por fora e ainda ofereceríamos seus serviços para nossos clientes. - Sério Ana? Você não sabe o quanto eu fico feliz com essa proposta. - Pois então aceita? Indaguei à ela sorrindo. - Claro que aceito. Leila fala com maior sorriso. - Então estamos combinadas. - Vou procurar um hotel para passar à essa semana aqui e depois volto para New York para me despedir do meu padrinho e também pegar minhas coisas. - Tudo bem, mas porque você não fica na casa da minha mãe essa semana? É só nós duas, acredito que ela não vai se importar de ter mais uma pessoa lá. - Não sei, não quero incomodar. - Não vai. Vou ligar para minha mãe mais tarde e digo à ela sobre você. Não se preocupe. O único problema é que à casa da minha mãe é bem longe do centro de Seattle. Então acabamos pegando um trânsito bem intenso até chegar aqui. - Não tem problema. Espero não atrapalhar vocês. - Não irá. Digo e ela sorrir. O cliente chegou e começamos à explicar nosso projeto para ele, o mesmo ficou feliz com que apresentamos. Ele só queria um espaço para seus filhos na área externa da casa. Acertamos tudo com ele e depois Leila e eu fomos para meu escritório. Hanna e Mark me deu boas vindas e eu apresentei Leila para eles. Disse que à mesma estava vindo para compor nosso time. Mark ficou encantado por Leila. Ele não tirava os olhos dela enquanto conversamos. - Mark, você poderia mostrar nosso escritório para Leila? - Claro. Ele se levanta de imediato. Vamos Leila? - Vamos. Leila também se levanta. - Leila, à secretária é você que contrata, mas se decidir dividir Hanna, eu não me importo, porém tem que pagar à ela ⅓ do salário que eu pago à ela. - Tudo bem, eu prefiro pagar para ela. Não quero ter o trabalho de contratar ninguém. Assinto. - Pensei à mesma coisa quando entrei aqui. Mark fala todo todo para Leila. Já vi que teremos um romance aqui. Vamos então conhecer esse seu novo local de trabalho. Eles saem, e eu fico sorrindo desses dois. - Posso entrar? Hanna pede parada na porta. - Claro, alguma coisa que eu precise resolver? - Seu marido tem ligado para cá todos os dias. Suspiro. - Hanna, estamos passando por um problema, então por favor se ele ligar continue dizendo que eu não estou. - Tudo bem. Ela fala e depois fica em silêncio. - Mais alguma coisa que eu possa ajudar? - Não. Era só isso. Vou deixá-la, qualquer coisa me chame. Ela sai eu respiro fundo. Volto à minha atenção para o meu trabalho. Ligo meu computador e já vou logo nos e-mails. Quando vejo chegou um e-mail dele. Passo e não leio. Não quero ler agora, e nem sei se quero ler em outro momento. Prefiro concentrar minha cabeça no trabalho. Assim eu faço.
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