Ela sobe sem falar nada, e eu quero ir trás. Assim que eu fui me coloquei à andar até às escadas, ouvir à voz do meu pai.
- Onde você pensa que vai? Meu pai pede severo. Olho para ele.
- Eu vou falar com ela.
- Não vai não. Vamos para o escritório.
- Pai eu quero falar com ela primeiro.
- Não, você não vai. Vamos conversar primeiro. Ele fala autoritário. Vamos para escritório agora. Grace, você também. Vou contrariado para o escritório. Mamãe e eu entramos. Meu pai fecha à porta. O que você fez com ela?
- Pai, eu já disse. Brigamos por ciúmes como qualquer casal.
- Para de mentir para mim. Ele grita me assustando. Não ensinamos isso à você, então sugiro que você me fale o que você fez com ela. O que faço agora? Elliot é um filho da p**a, minha mãe que me perdoe, mas eu tenho outra palavra para ele. Olha à situação que ele me colocou. Sua esposa quer o divórcio porque? Olho para meu pai em choque.
- Divórcio? Minha mãe indaga com horror.
- Sim Grace. Uma da luz da minha casa quer deixar o nosso filho.
- Mas ela disse o porque? Minha mãe indaga ainda em choque.
- Não. Ela só me disse que não amava mais o nosso filho e ele também não. Fecho meus olhos. Eu vou perder à mulher da minha vida por idiotice minha. Eu vou ser o cara mais infeliz do mundo se isso acontecer. O que você fez com ela Christian? Sua missão era amá-la, protegê-la, dar conforto à mesma. E tudo que eu e sua mãe estamos vendo é que você está fazendo m*l à ela.
- Você bateu nela? Minha mãe indaga.
- Por Deus mãe, não. Eu não sou violento, não sou um monstro.
- Então? Porque agora entendemos o jeito dela de querer se afastar da gente. Ela não quer continuar casada com você. Você destruiu seu casamento em pouco tempo por qual motivo? Não digo nada. Só fico pensando nas palavras dela para meu pai. Ela não me ama mais. Ela não me ama mais.
- Você não vai dizer nada? Minha mãe indaga puxando meu rosto para encará-la. Você fez merda, não fez Christian? Ao invés de você ter colocado ela em primeiro lugar na sua vida, você priorizou você? Priorizou o que você achava o certo? E ela que deveria ser sua prioridade foi ficando esquecida em algum canto desta casa como móvel velho.
- Não é assim mãe. Falo me desviando dela.
- Não é assim? Então Nos diga porque aquela menina lá em cima não sorrir mais? Nos diga porque todos os dias vemos uma tristeza em seu olhar? Nos diga porque vocês dormem em quartos diferentes? Se você não nos contar o que está havendo, vamos realizar o desejo dela. Minha mãe fala e eu olho para ela com medo.
- Não. Vocês não podem fazer isso.
- Podemos, já que você pode deixar sua esposa daquele jeito, no podemos tirá-la dessa sofrimento. Nós homens não buscamos uma mulher para nossas vidas para deixá-las tristes, mas sim para serem felizes, fazerem felizes. Elas são à luz da nossa casa. E você deveria saber disso.
- Eu cometi um erro com ela. Coloquei minha família em primeiro lugar. Digo tentando me livrar dessa angústia que estou sentindo.
- Sua família? Do que você está falando?
- Pai é complicado.
- Complicado vai ficar à sua vida se você não nos disser o que houve. Minha mãe fala me batendo. Seu filho ingrato. Fizemos o que você queria. Deixamos você casar com ela, porque você disse que estava apaixonado por ela.
- Eu à amo. Falo desesperado por dentro.
- Que amor é esse que você diz sentir por ela e à excluir da sua vida? Que família você quis proteger e não incluiu ela na mesma? Que besteira você fez com ela? Ainda continuo calado não sabendo como falar para eles que eu ferrei minha vida por causa de Elliot. Escuta bem seu indigno. Quero que você pense bem, porque no sábado sua mãe e eu vamos embora, porém não vamos embora sozinhos. Vocês dois vão com à gente, porque lá ela vai pedir o divórcio, e se o motivo dela não for plausível, eu mesmo invento um motivo para tirá-la de você. Não quero luz na minha casa apagada. Não quero ver nenhuma das minhas filhas tristes porque os maridos não prestam. Então te dou até sábado de manhã para nos contar o que houve, porque ela não vai ficar mais triste do jeito que está. Meu pai fala saindo com minha mãe. Pego meu celular desesperado. Eles não podem tirá-la de mim. Não podem fazer isso comigo. Ligo para Elliot, o mesmo não atende.
- Droga. Se ele não resolver isso, eu vou resolver. Bato forte na mesa. Só vejo meu mundo desmoronar. Elliot conseguiu fuder com à minha vida. Ligo novamente para ele e o mesmo atende. Te dou até sexta para resolver essa merda, porque eu não vou perder à minha mulher. Digo e desligo. Não deixo o mesmo falar nada. Não aguento mais ele dizer que vai resolver e eu só me afundando.
Vou para fora de casa falar com Sawyer. Queria que ele me explicasse se algo aconteceu com Ana no trabalho. Ele me diz que não sabe dizer, porque ela chegou tranquila, e do nada ela saiu chorando do prédio. Volto para dentro de casa e vou até o quarto dela. Como sempre está trancada.
- Haya, abra à porta. Vamos conversar. Por favor, eu só quero saber o que houve hoje com você. Digo desesperado. Eu não me importo dos meus pais ouvirem, eu só quero poder abraçá-la e dizer que vamos ficar bem. Haya. Fico ali na porta batendo. Me sento vendo que ela não vai abrir. Vejo minha mãe saindo do seu quarto.
- Christian, vai para seu quarto, deixa ela. Balanço à cabeça em negação.
- Me deixa mãe. Eu não vou permitir que vocês à tirem de mim. Eu morreria antes disso acontecer.
- Então se comporte como homem que criamos, e exponha o que está te deixando desse jeito. Abaixo minha cabeça. Christian, seu pai e eu sempre apoiamos você e Elliot. Nunca deixamos faltar nada à vocês, e quando você apareceu com ela para casar, apoiamos você, mesmo ela não sendo da nossa cultura, porém o que seu pai e eu não aceitamos é que você à levou para ser infeliz.
- Eu não queria. Grito desesperado.
- Então porque? Limpo meus olhos.
- Prometo que sexta feira digo à vocês o motivo de todo nosso sofrimento.
- E porque não pode dizer agora?
- Porque não envolve só à mim.
- Como assim? O que você quer dizer?
- Mãe, me dê um voto de confiança. Prometo que tudo será esclarecido.
- Espero para seu bem que seja algo banal, porque se não for seu pai e eu não vamos te poupar de nada. Ela fala se levantando séria. Eu estou na merda com Ana, com meus pais. Como eu me arrependo de ter feito o que fiz. Nunca deveria ter colocado Elliot em primeiro lugar. Deveria ter escolhido meu casamento, deveria ter optado por Ana sempre. Mas me deixei levar e hoje estou pagando caro.
Não saio da porta do quarto dela. Fico ali, e acabo pegando no sono, sendo acordado de madrugada com o corpo doendo. Respiro fundo e vou para meu quarto. Tentarei uma conversa com ela amanhã.
No outro dia não conseguir conversar com ela. Sob pelos meus pais que ela havia dito à eles que tinha que ir para Portland e iria voltar à noite. Eles não fizeram objeção. Ela tinha realmente que afundar à cabeça em algo que não fosse o casamento de merda dela. Palavras de Carrick. Eles tentaram novamente saber o que estava havendo, mas eu disse que falaria com eles na sexta e espero mesmo que eu não perca à mulher da minha vida.
À semana estava passando e nada de Elliot dar um jeito. Liguei para ele de novo na quarta e ele não me atendeu. Eu espero que ele esteja fazendo as coisas certas dessa vez, porque eu não vou aliviar mais nada para ele. Desci para tomar café e graças à Deus Ana estava na mesa e bem falante com meus pais. Achei estranho.
- Bom dia! Digo dando um beijo nos meus pais e acabei dando um beijo na cabeça de Ana.
- Bom dia! Todos me responderam, até ela. O que está havendo com ela? Será que meus falaram que iriam tirar ela de mim? Não, eles não podem fazer isso.
- Marido, estava falando com seus pais que amanhã darei um jantar aqui. Você se importa? Ela pergunta olhando para mim.
- Claro que não, à casa é sua.
- Ótimo, vou trazer uma cliente que queria ver à nossa casa. Ela quer uma casa igual à nossa para viver com seu namorado e filho, e também convidei minha mãe.
- Sua mãe? Questiono surpreso. Ela virá.
- Sim, ela mesma. E já confirmou. Estranhei ainda mais.
- Posso saber o motivo desse jantar? Pedi e minha mãe olhou para mim feio.
- Nada em especial. Eu convidei essa cliente para jantar e para mostrar à nossa casa à ela. Assinto. Sogra, se importa de amanhã me ensinar à fazer um prato da sua região. Minha mãe sorriu largamente.
- Claro que não querida. Tem algum prato em mente? Minha mãe pergunta animada.
- Sim. Tajines. Lembra marido? Foi o prato que você fez para mim à primeira vez.
- Claro que lembro. Digo, mas eu estou apreensivo com toda essa mudança de comportamento dela.
- Que ótimo. Amanhã então vamos fazer Tajines. Vou adorar te ajudar à fazer esse prato. Ana sorrir para minha mãe e depois volta para seu café.
- Deixa eu trabalhar um pouco. Qualquer coisa estou na biblioteca. Ana fala se levantando.
- O que deu nela? Por acaso vocês disseram que vão tirá-la de mim. Indaguei apreensivo.
- Não dissemos nada para ela. Não sabemos também o motivo dela está tão disposta hoje. Mas torcemos que ela tenha te perdoado seja lá o que for que você fez, porque nós ainda queremos saber. Meu pai diz. Não falo nada.
- Deixa ela se animar em fazer as coisas. Não fique perguntando demais, assim nunca vamos tê-la perto da gente. Mamãe fala e eu assinto, porém ainda estou meio desconfiado dessa mudança toda.
O dia passou e eu só via Ana sorrindo. Totalmente espontânea. Não se trancou em seu quarto hora nenhuma. Conversou horas com meus pais sobre tudo. Até à mim que estava sendo ignorado meses, ela estava falando, não tanto como eu queria, mas estava mais aberta perto de mim. Parecia à Ana que eu conheci anos atrás.
Ela deu boa noite para todos depois do jantar e logo também nos recolhemos. Tomara que amanhã ela esteja assim, tomara que possamos nos aproximar como antes. Tenho esperança que possamos ficar bem.
Amanheceu e ela estava com minha mãe na cozinha fazendo à lista do que precisava fazer para o jantar. Dei bom dia para elas, e às mesmas responderam. Fiquei olhando Ana que estava muito animada com esse jantar. Ela estava feliz, animada, falante. Queria saber o que realmente fez ela mudar de comportamento. Seus olhos tinha um pequeno brilho, mas eu não sabia o motivo. Será que ela resolveu passar por cima de tudo e vamos voltar à viver bem? Suspiro com esperança.
O dia transcorreu bem. Ana estava toda à vontade na cozinha com minha mãe à ajudando fazer o prato que eu fiz para ele na nossa primeira segunda vez no meu antigo apto. Ela escutava tudo atenta que minha mãe falava. Minha mãe estava adorando passar esse tempo com ela. Via o sorriso de dona Grace. E deveria ser assim, porém como eu acabei com minha vida, nem posso me dar o direito de ver isso sempre.
Na hora do jantar. Ana estava linda. Vestida com um vestido longo, com alças grossas. Seus cabelos estavam amarrados em um coque bem feito, demonstrando o seu lindo pescoço. Eu era louco por essa mulher. Eu só queria que ela me dessa brecha para entrar em sua vida novo.
Vejo sua mãe adentrando à sala toda sorridente também. Às duas se comprimentam bem animadas. Ela questiona à Ana se está tudo bem, e ela diz que sim, que está ótima. Minha mãe também cumprimenta Carla e logo depois elas vem para onde eu estou sentado.
- Como vai Sra Steele? Indaguei não me aproximando dela.
- Estou ótima Grey, melhor do que você.
- Não entende o seu comentário. Falo olhando para ela e à mesma só me deu um imenso sorriso. Logo meu pai aparece e também cumprimenta Carla que desenvolve uma conversa com eles muito tranquila. Ana e Carla eram só sorrisos, e eu queria saber o motivo.
- Sra Grey. Gail aparece na sala.
- Pois não Gail. Ana responde.
- À mesa já está pronta e já avisaram na portaria que à Srta Kavanagh já chegou. Fico assustado com o sobrenome.
- Ok. Vamos só esperar ela entrar que vamos para à mesa. Minha mulher fala e eu me levanto. Começo à passar as mão na cabeça. Espero que essa pessoa não seja...
- Sra, Srta kavanagh. Gail aparece com Katherine do lado dela mostrando sua barriga bem evidente. Tudo parece um filme para mim. E de de terror.