capítulo 1

1224 Palavras
Natali amaral¥ Estou em uma praia linda. Parecia ser Maldivas, como não reconhecer essa água cristalina. -- minha flor, vamos dar um mergulho!-- dou um sorriso ao escutar sua voz. Sinto suas mãos acariciando meus ombros. Olho para cima, o sol bateu com força em meus olhos, fazendo fecha-los imediatamente. . . . . . Acordo sobre salto, passo a mão nos meus curtos fios de cabelo. Mais um sonho com esse homem. Sempre ele, em várias situações diferentes, mais é ele que está ali. Sempre me chamando de " Minha flor". Nunca consegui ver seu rosto, por que sempre algo me atrapalhava, muito menos sei seu nome, por que o sonho parava na mesma hora. Talvez nunca saberei quem é a pessoa que perturba meus sonhos. Tomo um susto quando o despertador toca de repende. Estou de pé as seis e meia, vida de policial. Coloco meu uniforme, amarro meu cabelo em um coque apertando. Já trabalho a mais de dois anos como policial, e desses dois anos, Minha vida foi dedicada a pegar um único criminoso. Henrique Teodoro, ou como gostamos de chama-lo a sombra. Ele é o nosso maior desafia a dois anos, tem uma ficha bem interessante. Gosto de dizer que ele é inteligente como um elegante, ágil como uma onça e calculista como uma águia. Nesses dois anos, não conseguimos encostar um dedo nele, por que somos ruins? Não! Por que ao mesmo tempo que ele aparece, ele já some, como fumaça no ar. Ficha criminal, bom. Henrique Teodoro Costa vitorino Vinde e dois anos Solteiro Crimes: Tráfico de armas Produtos falsificados ilegais Roubos de grande escalão Esse é o sombra, o cara que estamos atrás a dois anos. Pego as chaves do meu carro, ligo o motor e sou partida para a delegacia. Não ficava tão longe assim da minha casa, era no máximo quinze minutos para ir. Estaciono dentro da delegacia, verifico para ver se tranquei todas as portas e entro para dentro. -- olha ai, Minha parceira favorita!-- fala Felipe sorrindo. -- eu sou a única!-- falo me sentando no meu lugar. Ele vem até mim. -- café com leite, duas colheres de açúcar, bem forte!-- falou me entregando o copo. -- você me conhece muito bem!-- falo tomando um bom gole do café. -- te conheço a anos já!-- fala ele sorrindo. -- só dois anos!-- falo. -- mais parece que é muito mais!-- fala me olhando de uma maneira estranha. Fomos começa a trabalhar, procurar onde a sombra irá aparecer novamente. Depois de três horas buscando, percebo algo. -- Felipe!-- chamo. -- oi gata!-- fala vindo com sua cadeira até mim. -- tem um padrão aqui. Até agora ele atacou cinco casas, todas as casas são mansões e todas as mansões tinha algo em comum, o último número!-- falo. -- cinco!-- fala ele. -- trezentos e vinde e cinco, cento e trinta e cinco, duzentos e quinze, quatrocentos e quarenta e cinco e trezentos e cinquenta e cinco. Se ele continua esse padrão, ele ataca hoje a mansão do senhor Santana, quinhentos e sessenta e cinco!-- falo. -- pegue mais um café,parceira. Vamos pegar esse canalha hoje!-- fala meu parceiro. Sempre percebo que no tom de voz de Felipe, quando fala da sombra, um ódio muito grande, e parece ser um ódio pessoal. Nunca cheguei a perguntar, já que eu tenho raiva dele também, dois anos em busca do mesmo cara, realmente cansa. Entramos em carros diferentes, fomos na direção da mansão sentana. -- parceira, o senhor Santana está na casa dele?-- Escuto meu parceiro fala pelo alquitoque. -- é uma casa de passeio, ele só vem aqui no inverno!-- explico. -- entendi. Vai por trás, vou entrar pela frente!-- fala ele. Faço uma manobra no carro, entro na casa pelos fundos, desligo o carro e saio tentando fazer o menos barulho possível. Pego minha arma, sigo para dentro da casa. Entro na casa, era uma sala enorme. Nunca gostei dando desse luxo, prefiro casas mais simples e aconchegantes. -- também está atrás da sombra?-- tomo um susto quando escuto uma voz masculina. Me viro, apontando a arma na direção da pessoa. -- Adam!-- falo. -- veio procura a raposa, e encontrou o caçador!-- fala ele sorrindo. Adam nils. O chefão da máfia, ele é assunto para outro grupo, mais é nossa missão. -- mãos pra cima!-- falo com uma voz autoritária. Ele ergue a mão com um sorriso debochado no rosto, que já estava me irritando. -- acha engraçado?-- pergunto séria. -- sempre tive uma queda por meninas que acham que mandam em mim! Ainda é mais engraçado, quando eu faço o que mandam e elas ficam com um ar superior!-- fala ele. Pego meu alquitoque. -- atenção!-- falo. Na mesma hora, ele corre e se joga em cima de mim. Dou uma ajoelhada na sua costela, me dando vantagem para subir em cima dele, dou um soco no seu nariz. Ando rapidamente até onde minha arma caiu. -- não fácil assim!-- Escuto. Ele puxa meu pé, fazendo eu acerta minha cabeça na parede. Me levanto rapidamente, mais paro na mesma hora quando ele mira a arma em mim. -- a parte que eu mais gosto, é mostrar para a mulher, depois dela achar que manda, quem realmente é o chefe!-- fala ele. -- você que não é né?-- alguém fala. Adam cai no chão desmaiado. Vejo um homem que deixaria uma mulher encantada. Seus cabelos eram um castanho mel, jogados pra cima, olho azuis lindos. -- você tá bem?-- perguntou ele. -- eu... tô!-- falo mordendo os lábios. -- ótimo, agora eu tenho que ir!-- fala ele. Quando ele se vira, meu parceiro se joga em cima dele e faz o mesmo cair no chão. -- acabei de receber a foto do sombra. Pegamos você, amigão!-- fala meu parceiro. Ele é o sombra? Até agora nos não saímos seu rosto, apenas detalhes como: sempre usa o mesmo blusão preto, calça jeans. Realmente só o básico. -- minha flor, vamos levar ele!-- chama felipe. Minha flor, o único que me chamou assim até então é o cara do meu sonho. Deve ser pura coincidência. -- minha flor? Cômico não acha?-- perguntou o sombra. Meu parceiro deu um soco no seu rosto. Fomos para meu carro, colocamos ele lá dentro e entro logo em seguida. -- seu amiguinho é bem... explosivo!-- fala ele passando a língua no machucado em sua boca. -- ficamos dois anos procurando por você, já estamos cansados!-- falo olhando pelo retrovisor. -- dois anos? Isso é muito tempo. Logo eu fujo de novo!-- fala ele encostando a cabeça no banco. -- não vai conseguir!-- falo séria. Dou partida no carro e começo a dirigir para a delegacia. -- você está muito linda com esse cabelo!-- fala ele. -- guarde seus elogios para você mesmo!-- falo. -- ah, eu sou lindo, posso encantar qualquer mulher... Até mesmo uma policial!-- fala ele sorrindo pra mim. -- da pra fica quieto!-- falo passando a mão nos cabelos. Vejo meu amigo para no posto de gasolina, estaciono perto para esperar por ele. -- conhece ele deis de quando?-- perguntou ele. -- faz três anos!-- falo soltando meus cabelos. -- foi isso que ele te falou?-- perguntou ele dando risada. Reviro os olhos. Saímos do posto e partimos para a delegacia. . . . .
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