Caio Estacionei o carro e desci. Dei uma volta pela escola, já estava desistindo achando que meus instintos estavam errados quando escutei um grito vindo do prédio. A rua estava vazia e silenciosa. Chequei minha arma e fui para o lado norte do terreno. Eu estudei naquele colégio e se bem me lembro, tinha maneira de entrar e sair da escola sem ninguém saber. Poucos metros a frente, o antigo carvalho se mostrou. O seu gêmeo ficava para o lado da escola. No meu tempo de estudante, usamos os carvalhos para entrar e sair. Subi com um pouco de dificuldade, afinal já não era tão novo assim, e passei por entre os galhos e desci para outro lado. Corri para as portas, mas todas que tentava abrir estavam fechadas e as janelas tinham grades. Peguei a minha arma e voltei para a frente do prédio. De

