Capítulo 34

845 Palavras

Ricardo Quando cheguei no refeitório, o caos instalado era assustador, o diretor gritando e esperneando enquanto Lucas estava literalmente sentado em cima dele. Natalie ajoelhada com a mão no abdômen do detetive e este se encontrava desacordado. Pedi para Carlos me levar até ela. Diego, aquele, covarde fugiu para salvar a própria pele. — Graças a Deus — disse Carlos. — Sirenes. Estamos a salvo. Minha atenção estava toda em Nat, quando cheguei perto dela, vi que o detetive sangrava muito. — Nat — chamei delicadamente. — Ele não acorda, ele não acorda... Ela ficou repetindo a frase sem parar. Minutos depois, acho que toda a força policial da cidade estava dentro do refeitório. Os paramédicos chegaram em seguida. Nat surtou nesta hora, não queria deixa ninguém chegar perto do pai, tiv

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