Capítulo 35

1150 Palavras

Natalie Meu coração, batia como louco. Parei em frente a porta do quarto onde Caio, meu pai, estava internado. O medo parecia que ia me engolir. No caminho passei por um monte de policiais, todos eles esperando para ver o paciente. Ele tinha muitos amigos. Respirei fundo, girei a maçaneta, entrei no quarto e fiquei olhando para o homem deitado na cama, pálido e abatido. Os bipes das máquinas ao redor me assustava. — Natalie — ele me chamou. Caminhei até a cama e Peguei delicadamente sua mão. — Eu sinto muito. — As lágrimas escorriam por meu rosto. — Por minha causa você está aqui. — Não é verdade minha querida. — Caio apertou minha mão. — Eu sou policial, fiz um juramento de proteger e servir. Você acha realmente que vendo minha filha em perigo eu não iria ajudar? — Mas... — Natalie

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