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1075 Palavras

Helena Noite — algumas horas depois Tô deitada na cama, abraçada com o travesseiro, o rosto meio afundado nele, o celular apoiado na outra mão. A luz azulada da tela ilumina o quarto no escuro, mas a verdade é que quem tá iluminando tudo sou eu — ou esse sorrisinho i****a que não sai da minha cara. O quarto tá em silêncio, só o som baixo da respiração do Miguel no outro cômodo. De vez em quando passa um carro lá fora, e o barulho do motor sobe o morro junto com o vento. Mas nada me tira dessa sensação que parece novinha, de adolescente de novo. A notificação pisca na tela. Meu coração já reconhece o nome antes mesmo de ler. Kaique: Chegou bem, princesa? Ai, Deus. Esse homem... Eu: Cheguei sim... pensando se aquele beijo foi real ou coisa da minha cabeça. A resposta não demora. K

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