— Fala. — Chefia… o ataque acabou de agora. Fechei os olhos. Respirei fundo. A raiva veio quente, violenta, queimando meu estômago. — Depois a gente resolve. — Sim, chefe. Desliguei. Voltei a olhar pras duas. — Assim que a gente tiver notícia, eu falo. — Tá… — Yasmin sussurrou. Eu queria falar que tudo ia ficar bem. Queria prometer. Queria garantir. Mas promessas falsas não salvam ninguém. Então eu só fiquei ali. Em pé. De vigia. De guarda. De irmão. Esperando a porta abrir. Esperando alguém dizer que o Magrão ainda era nosso. Ainda tava vivo. Esperando o mundo permitir que a gente respirasse de novo. Porque se ele morresse… Eu sabia exatamente o que ia acontecer comigo. Com o morro. Com todo mundo que encostou a mão nessa noite. E nada — absolutamente nada — ia parar o estr

