Capítulo 111

527 Palavras

— Filho da put@! — A voz de Miguel foi um rosnado baixo, quase engolido pelo som ensurdecedor do aríete batendo na porta da frente. BOOM! Ele entendeu a armadilha de Breno instantaneamente. A raiva em seu rosto era fria, seu cérebro processando a guerra em duas frentes. — Ele não quer só você, Rebeca. Ele quer que a gente atire no BOPE. Se a gente atirar, ele nos transforma em inimigo público número um. Se a gente não atirar... — ele olhou para o monitor que mostrava os milicianos escalando o muro — ...os homens dele nos matam por trás, e a polícia leva a culpa pelo "tiroteio em resistência". BOOM! A mansão inteira tremeu. Miguel apertou o botão do seu rádio interno. — Enrique! Pega metade da guarda da casa. AGORA! Os fundos! A milícia tá invadindo pela cozinha! Ele olhou para

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