Capítulo 7 – A Noite

4379 Palavras
- E agora ele está sempre correndo atrás de mim. Não sei o que aquele libertino salafrário pensa. Porque, se acha que pode me conquistar com aquele sorrisinho cafajeste e apenas algumas flores, está muito enganado. Assentindo distraidamente, Minty continuou a esforçar-se para prestar atenção naquilo que sua sobrinha estava lhe dizendo, mas sem muito sucesso. Algumas vezes, ela m*l podia acreditar que fazia apenas uma semana que Gareth havia retornado e virado seu mundo inteiro de ponta cabeça. Para ela, parecia já ter se passados anos desde o Duque havia se tornado objeto de seu desejo e desespero. - Tia Minty? – a voz levemente ultrajada de Rose perfurou seu devaneio, fazendo-a dar-se conta, envergonhada, que havia se perdido em pensamentos eróticos e confusos sobre Gareth, bem no meio da sala de seu irmão, onde sua cunhada e sobrinha estavam – Você está me ouvindo? - Oh, sinto muito, Rose. – ela abriu um sorriso amarelo, rapidamente esforçando-se para tentar lembrar sobre o que exatamente era aquela conversa – Acho que não posso comentar nada além do fato de que Henry certamente foi muito bem criado, apesar da reputação que conquistou na juventude. Mas é claro que entendo suas ressalvas sobre estar sendo cortejada por um notório libertino. - Ela sabe que pode simplesmente recusá-lo. – Alice comentou, soando despreocupada, porém, através do olhares de soslaio que ela lhe lançava, Minty soube que sua amiga não havia deixado seu estado de espírito passar despercebido – Se quer minha opinião, ela não quer recusá-lo, mas se recusa a admitir isso. - Mamãe! – Rose engasgou, revoltada – Como pode dizer isso? Por acaso gostaria que eu me casasse com um homem que levaria uma mulher diferente para nossa cama toda a noite? - Você me ouviu dizer isso? – Alice ergueu uma sobrancelha para a filha, desafiadora – Eu apenas quero que entenda que, se realmente quer resolver essa situação e se sentir livre para voltar a encontrar um marido, então talvez devesse começar admitindo para si mesma o que sente de verdade. Acredite, isso ajudaria bastante. - Ora! – Rose grunhiu, furiosa – Eu não preciso ficar aqui ouvindo uma afronta tão revoltante! Se me dão licença! – sua sobrinha bufou, retirando-se da sala pisando firme no chão. - Às vezes eu lamento pela personalidade com a qual essa menina nasceu... Mas então me lembro que ela a herdou de mim e sou obrigada a morder a língua. – Alice brincou, fazendo Minty rir – Mas, agora que já não temos mais crianças na sala... Você vai me contar o que está de errado com você? - C-como assim? – o sorriso de Minty se tornou tenso – N-não há nada de errado comigo... - Você é uma péssima mentirosa, Minty, sabe muito bem disso. – Alice desdenhou levemente, conforme esquadrinhava a expressão de Minty, extremamente concentrada, até que finalmente perguntou, fazendo a amiga engasgar – Deixe-me adivinhar: é um homem, não é? - Como você...? – Minty começou a questioná-la, em choque, até que se deu conta de que estava prestes a se delatar e congelou, passando a tentar negar, desesperadamente – O-ora, mas de onde você tirou essa ideia, Alice...? - Não se faça de desentendida, Araminta. – Alice revirou os olhos, bem-humorada – Eu conheço esse brilho que vejo nos seus olhos, assim como o rubor nas suas bochechas e a tendência a ficar encarando o teto, perdida em pensamentos encantados. Eu fiquei dessa forma durante anos, depois que seu irmão finalmente me notou e se apaixonou por mim... Na verdade, devo admitir que me pego assim até hoje. – sua melhor amiga sorriu, deliciada – Por isso, eu sei muito bem o que está tomando da sua mente, minha amiga. Agora, você vai me contar quem ele é? Ou eu vou ter que adivinhar também? - Você não conseguiria. – Minty suspirou, envergonhada – Ninguém jamais imaginaria que eu e ele poderíamos ter algo... Nem ao menos eu imaginava, na verdade. - Oh, um amor proibido, hã? – Alice ponderou, colocando um dos dedos sob o queixo – Bem, levando em consideração que você tem estado estranha apenas há uma semana... Não seria o Gareth, seria? - O-o quê...? – Minty já estava gritando, em total horror, mesmo antes de Alice terminar – C-como...? Oh, meu Deus! – ela choramingou, quando um pensamento terrível lhe ocorreu – Você nos viu no jardim? - Jardim? – sua amiga pareceu genuinamente surpresa, antes de soltar uma gargalhada – Céus, vocês já chegaram nesse nível? Confesso que eu não conhecia esse lado libertino seu, Minty... - Esqueça o que disse! – Minty implorou, sentindo o rosto arder – Agora, por Deus, me responda como descobriu sobre Gareth e eu. E, por favor, me diga que ninguém mais sabe. - Primeiramente, eu não sabia com certeza de nada. Por isso, tenha calma. Em segundo lugar, eu não dei esse palpite exatamente por sua causa, mas sim por causa do Duque. – Alice explicou – Era difícil não perceber a maneira como os olhos dele estavam vidrados em você durante o baile e, bem, eu sou casada Minty. Sei reconhecer quando os desejos de um homem transparecem em sua expressão. - Oh, Deus... Você acha que mais algum dos convidados percebeu? - Sinceramente? Acho que não. Todos estavam ocupados demais tentando atrair a atenção dele e bajulá-lo. Eu mesma acreditei que talvez fosse apenas algo que ele não pudesse controlar e que não realmente tivesse a intenção de voltar concretamente suas atenções para você, já que seria um grande escândalo. Mas, se houve que aprendi sobre esse rapaz e o irmão dele, através de tudo o que Rose fala, é que eles sem dúvida não ligam para sua reputação e muito menos para escândalos. – Alice deu de ombros, como se aquilo também não significasse nada para ela – Agora, a julgar pela maneira como você tem agido, pude perceber que ele provavelmente fez algum avanço... E você gostou, não é? - Oh, Alice... – Minty suspirou, sabendo que não havia sentido em mentir para sua melhor amiga, especialmente não quando ela era tão observadora assim – Minha mente tem estado uma bagunça ultimamente. Primeiro Gareth se declarou para mim, dizendo que se apaixonou por mim durante todos os anos em que estivemos separados e que quer se casar comigo... É claro, eu acredito que isso não passe de alguma confusão da cabeça dele, mas então... Ele começou a fazer alguns avanços nada adequados e eu... Deus, eu passei anos vivendo como uma donzela, sem qualquer contato com um homem. Acho que sempre tentei me convencer que estava romantizando os prazeres da carne e que não realmente precisava disso na minha vida, mas então... Eu me dei conta de que gostava de tudo o que Gareth estava fazendo comigo. – ela confidenciou, encabulada – Para falar a verdade, gostar nem sequer começa a descrever a profundidade do que eu sinto. Tanto que... Comecei a permitir que ele fizesse coisas comigo... E... Fiz coisas com ele também... - Sim? – Alice a estimulou a falar, quando Minty acabou sendo forçada a fazer uma pausa, por conta do peso da vergonha – E o que isso tem de m*l? - O que tem de m*l? – ela repetiu, totalmente incrédula – Alice, você por acaso me ouviu? Eu tenho feito coisas indecentes e repreensíveis com o filho do meu falecido marido, mais novo que eu, e que deveria estar procurando uma esposa adequada, ao invés de estar me seguindo pela casa. - Ora, eu repito: que m*l isso faz, se apenas ele e você souberem disso? – sua amiga a desafiou – Pelo seu tom de voz e esse rosto totalmente vermelho, ficou bastante claro que você não está inclinada a aceitar a proposta de casamento dele, o que significa que, a não ser queiram, vocês não terão que enfrentar um escândalo. Dessa forma, o que há de tão terrível em continuar a aproveitar o que vocês dois tem a oferecer um ao outro? - Você não acha isso nem um pouco errado? – Minty arregalou os olhos, pasma. - Oh, Minty. – sua amiga sorriu, carinhosa - Você passou muito tempo da sua vida presa naquela casa, doando sua vida às crianças e à propriedade. Existe mais vida além das convenções sociais. Você ficaria surpresa em saber que outras pessoas fazem muitas coisas piores do que se deitar com um capaz solteiro, com quem não tem qualquer vínculo sanguíneo, e encontrar algum prazer. Ou, na verdade, não ficaria. Não como se eu não contasse a você cada uma das fofocas sórdidas que eu fico sabendo. - Eu... Eu... – Minty de repente se viu sem palavras – Ainda assim... E se alguém descobrir que eu e ele já... - E se nunca descobrirem? Fracamente, Minty, você conseguiu esconder durante anos as suas aulas e as mudanças positivas que em Whiteshire daquele homem demoníaco que chamava de marido. – Alice deu de ombros – Realmente seria tão difícil assim esconder seu envolvimento com o Duque? Afinal, você não planeja ter nada com ele além de algo carnal... Certo? – sua melhor amiga abriu um sorriso cheio de malícia. - É claro que não! – Minty disse instantaneamente. É claro que ela não poderia se casar com Gareth. Seria totalmente inadequado, eles sofreriam com fofocas e comentários maldosos durante anos e, naquela idade, ela dificilmente seria capaz de dar herdeiros a ele... E, por alguma razão, saber de todos aqueles impedimentos apenas serviu para fazer seu coração doer, inexplicavelmente. Talvez fosse porque agora ela tivera mais uma lembrete de que nunca poderia ter tudo o que sonhara desde jovem: um marido amoroso, filhos e uma família. Com uma dor aguda em seu peito, ela se deu conta de que Gareth um dia perceberia que não estava realmente apaixonado por ela e tudo acabaria: seus olhares encantadores, seus atos gentis, seus elogios que aqueciam seu coração... E seus toques ardentes. Um dia, ele encontraria uma mulher que o conquistaria de verdade e ela seria novamente deixada sozinha, com seus sonhos perdidos e suas aulas, sempre tentando esquecer como era solitária, ao fim do dia... No final, Alice estava certa: que m*l havia em finalmente aproveitar os prazeres carnais, depois de tantos anos sozinha e sendo nada além de uma senhora respeitosa, quando era certo que um dia tudo acabaria... E ela já não teria Gareth para si? - E então? – Alice questionou-a novamente, alheia a sua epifania – Qual sua outra desculpa? - Nenhuma, na verdade. – ela argumentou, surpreendendo Alice ao ponto de fazê-la arregalar os olhos ao máximo – Eu fui nada mais do que a perfeita imagem do pudor e dos bons costumes durante toda a minha vida e olhe aonde isso me trouxe: a uma vida com um homem horrível e uma viuvez completamente casta. Está na hora de fazer algo por mim mesma. – Minty assentiu ferozmente, levantando-se de seu acento – Por favor, se despesa de Rose por mim, Alice. Tenho coisas a resolver em casa. *** - Gostaria que o jantar fosse servido, milorde? – uma das empregadas perguntou, fazendo Gareth desviar seu olhar perdido dos papéis diante de si. - Obrigada, mas acho que vou jantar aqui no escritório hoje, obrigada. – ele sorriu gentilmente para ela – A duquesa ainda não chegou, não é? - Não, senhor. Ela foi fazer uma visita ao irmão um pouco tarde hoje à tarde, então acredito que talvez tenha até mesmo decidido dormir no lugar, já que a noite caiu. – a moça explicou, quase fazendo parecer que não era milésima vez em que ele lhe perguntava aquilo e ela se via obrigada a explicar a mesma coisa. - Muito bem, então. – ele suspirou, tentando conter sua decepção – Quer saber, mudei de ideia. Por fazer, não me traga nada. Estou sem muita fome hoje. O almoço já foi suficiente para mim. E, como irei sair daqui direto para os meus aposentos, pode dizer aos demais empregados para passar o resto da noite de folga. Não preciso de mais nada que não possa fazer sozinho. - Como quiser, milorde. – a moça fez uma mesura, ainda parecendo estranhar um pouco seu comportamento independente, extremamente atípico para um nobre, antes de sair da sala, deixando-o sozinho com seus pensamentos novamente. Suspirando, ele esticou suas costas ao longo da cadeira, tentando convencer a si mesmo que não havia razão para ele estar tão desapontado por Minty ter ido visitar a família do irmão naquele dia. Ela ainda tinha a vida dela, afinal. E nenhuma responsabilidade pelo fato de ele ter se tornado um homem apaixonado e carente, que sentira falta a tarde inteira de sentir seu cheio, ouvir sua voz, deleitar-se com sua beleza, conversar com ela e sentir seus calor... Deus, em apenas uma semana de convívio ininterrupto, ele havia se viciado nela de uma maneira que não imaginava ser possível, nem mesmo em seus tempos mais febris de adolescente, em que ele passava horas por dia se tocando enquanto pensava nela. É claro, parte daquela solidão também vinha do fato de que ele sentia que ela ainda estava determinada a se manter física e emocionalmente longe dele, por mais prazerosas que tivessem sido as coisas que eles fizeram, naquele mesmo escritório. O que era uma reação completamente ridícula da parte dele, já que passara apenas uma semana desde sua chegada e eles já haviam avançado bastante em questões de intimidade... Porém, ainda assim, uma parte dele não podia deixar de temer que Minty talvez só quisesse seu corpo e não seu amor. Que, mesmo desejando tornar-se sua amante, ela mesmo assim resistisse, apesar de sua insistência. Seria possível que ele nunca realmente a teria por completo? O barulho da porta abrindo o tirou de seus devaneios, mas Gareth apenas suspirou, voltando suas atenções para os papéis novamente, enquanto falava com o recém-chegado, julgando ser a empregada novamente, querendo insistir em trazer-lhe algo, como já fizera outras vezes. - Eu estou bem, de verdade. – ele a dispensou com um gesto de mão – Não preciso de nada. - Mas eu preciso. O som da voz de Araminta o surpreendeu e o fôlego foi roubado de seus pulmões assim que seus olhos pousaram sobre ela, parada em frente a porta agora novamente fechada, com o cabelo escuro soltando-se da trança, as bochechas coloridas com rosa e a respiração levemente errática, como se ela tivesse corrido um pouco para chegar até ali. Porém, não foi aquilo que o deixou absolutamente fascinado. Foi o olhar febril que ele percebeu em seus olhos brilhantes, mesmo com toda a distância que os separavam. Era intenso, era cru e era, sem dúvida alguma, repleto de desejo. O tipo de olhar que ela nunca antes havia dirigido a ele espontaneamente. Pelo menos não sem que ele tivesse que estimulá-la um pouco antes. - Minty... – ele lambeu os lábios, hipnotizado pela visão dela, erguendo-se da cadeira e desviando-se da mesa para poder ir até ela. Porém, mais uma vez, ela o surpreendeu. Ainda com aquele semblante sedento e determinado, ela lançou-se sobre ele, envolvendo-o em um abraço caloroso e esmagando seus lábios doces e carnudos em um beijo sôfrego que ele retribuiu sem qualquer hesitação. Mesmo que ainda um pouco confuso com aquele comportamento confuso, o corpo de Gareth não teve dúvida em envolver-se ao redor do dela, moldando suas curvas e buscando os pontos doces daquele corpo voluptuoso, que ele sabia que arrancariam gemidos excitados dela. Todavia, ao invés de se deixar desarmar aos poucos por suas carícias, antes de finalmente devolver seus toques, Minty contra-atacou de imediato, descendo uma lambida longa por seu pescoço e moldando as formas de seu m****o, já pronto para toma-la, por sobre a calça. - Céus... – ele arquejou quando ela moveu seu cinto o suficiente para poder infiltrar suas pequenas mãos em sua calça e envolve-lo com seus dedos quentes – Aconteceu algo? Não que eu queira que você pare, mas... – Gareth m*l foi capaz de formular um único pensamento coerente enquanto amassava o traseiro dela entre suas mãos e se deleitava com o prazer que suas mãos estavam lhe dando – O que mudou? - Eu não estou mais me contendo dentro da privacidade do meu quarto. – Minty revelou contra seu ouvindo, soando raivosa e rebelde, como uma jovem impertinente – Tenho sido uma senhora recatada minha vida inteira e isso nunca me levou a nada nem remotamente perto do que tenho com você. Então, porque tentar evitar algo que diz respeito apenas a você e eu? – em um movimento firme, ela afastou-se dele o suficiente para encará-lo com desejo e determinação – Esta noite, e em todas as outras em que ainda possamos fazer isso, eu vou tomar o que eu quero, sem precisar me martirizar ou me sentir uma meretriz por isso. - E o que você quer, meu anjo? – ele perguntou-lhe em um murmúrio, com a voz rouca carregada de desejo e satisfação. - Oh, eu vou mostrar a você o que quero, meu caro Duque. – ela prometeu-lhe, altiva, antes de cair de joelhos diante dele e começar a literalmente lutar com sua calça, arrancando-a dele com um requinte de pressa e grosseria que ele jamais havia imaginado que ela teria... E que apenas serviu para deixa-lo ainda mais duro, antes que ela o engolisse quase que por completo em sua pequena boquinha quente. Um som profundo, que era algo entre um gemido e um lamento, deixou sua garganta conforme Gareth se apoiava na mesa atrás de si, chegando seus joelhos quase fraquejarem de tanto prazer enquanto Araminta movia a cabeça de cima a baixo em seu pênis, levando-o quase ao limites de sua garganta quente e voltando. Completamente tomado pelo momento, Gareth se pegou revidando os golpes da boca atrevida dela com um pouco mais de rispidez do que planejava, passando a empurrar-se com afinco em sua boca como desejava afundar-se no delicado interior cor-de-rosa que havia entre as coxas dela. Minty, porém, não pareceu nem um pouco intimidada e recebeu seus golpes duros com alegria, fazendo uma série de sons úmidos e eróticos enxerem o quarto. Quando sentiu que estava prestes a derramar-se em sua garganta, contudo, Gareth retirou-se de sua boca, não podendo evitar uma gargalhada ao ver a expressão dela, com os lábios inchados de tanto chupá-lo, tornar-se azeda. Ele também adoraria encher aquela boquinha deliciosa com todo o leite que merecia após uma performance como aquela, mas, se o destino havia lhe dado o presente de ter Minty totalmente disposta a entregar-se a ele – pelo menos na cama -, então ele não despejaria sua semente em qualquer outro lugar que não fosse sua entradinha escorregadia. Apenas o mero pensamento de vê-la com a pernas abertas diante dele, com as dobras tremendo após atingir o ápice, vazando com a mistura de seu creme doce e o g**o dele... - Espero que esteja pronta para lidar com as consequências de conseguir o que deseja, minha Duquesa... – ele a avisou com um rosnado, enquanto puxava-a para mais perto e passava a desfazer as cordas do vestido em suas costas – Porque tenho sonhado com o dia em que poderia possui-la há mais tempo do que posso me lembrar. E não vou me satisfazer com facilidade. - Você acha que é o único? – ela arfou, ajudando-o a desfazer-se do vestido até que ele caísse no chão com um baque quase inaudível, deixando-a apenas com um conjunto de roupas de baixo brancas e rendadas que não faziam nada para disfarçar suas formas voluptuosas – Sinto informa-lo, mas não sou o anjo puro que acha que sou. Não li todos aqueles livros apenas por diversão. Eu os li porque estava conformada de que teria que me contentar com o fato de que só sentiria o calor do corpo de um homem na minha imaginação... – ela começou a despi-lo de seu casaco e sua camisa – Que jamais poderia sentir o sabor de sua semente na minha língua, como as protagonistas dos livros sempre sentiam... Que nunca conheceria o prazer de ter seu m****o deslizando dentro de mim... - Bem, você nunca mais terá que imaginar nada disso, porque eu vou lhe dar tudo isso. – ele ressaltou, repentinamente irritado ao imaginar se havia um homem específico que protagonizava aquelas fantasias; seu sangue fervia ao pensar em outro fazendo todas aquelas obscenidades com Minty, mesmo que esse outro fosse puramente imaginário – Seja lá para quem se imaginava entregando-se, esqueça-o. De hoje em diante, só haverei para você e todos os buracos apertados de prazer que existem nesse corpo delicioso, entendeu? - Oh, Deus, sim... – ela arfou, parecendo prestes a chegar ao prazer apenas com suas palavras, enquanto ele começava a rasgar suas roupas de baixo como uma animal, deixando-a completamente nua – Você é o único, Gareth... Nenhum outro homem já fez eu me sentir desse jeito... Agora, por favor... – ela abraçou sua cabeça e deslizou as mãos em seu cabelo quando ele começou a mamar seus s***s com uma fome animalesca – Entre em mim. Faça isso como quiser. Faça um milhão de vezes, até que ambos não possamos nos mexer, apenas... Acalme esse calor dentro de mim. Não sei mais se sou capaz de viver assim, tendo que arder por você em segredo... - Eu prometo a você, meu anjo, que nunca mais nenhum de nós vai precisar sentir esse tipo de dor. Eu vou honrar para sempre o fato de você ter me escolhido e, um dia, vou conseguir fazer com que veja que seu lugar é não apenas na minha cama, mas também na minha vida. – ele ergueu-a do chão, fazendo-a arfar e corar, antes de coloca-la gentilmente sobre a mesa, espalhando suas pernas nuas, até aquela f***a estreita estivesse completamente exposta para ele, fazendo-o salivar – Por enquanto, prometo que serei gentil. – sua jura, porém, não pareceu agradar Minty. - Para o inferno com a gentileza, Gareth. – ela rosnou, adoravelmente brava, o que, estranhamente, apenas serviu para excitá-lo mais – Teremos tempo o suficiente para isso depois... Muito depois. – Minty bufou – Agora, por Deus, me tome com toda a intensidade que tiver dentro de você... Ou eu farei isso eu mesma. – dito isso, ela moveu suas pernas ao redor do quadril dele e o puxou para ela com força, deixando seu m****o na linha da entrada de sua i********e quente e pulsante. - Quando eu penso que você não pode ser mais perfeita... – foi tudo o que ele grunhiu, antes de afundar-se dentro dela com um impulso potente, com os sucos cremosos dentro dela tornando sua entrada fácil e prazerosa, aninhando-o entre suas dobras ávidas – Se é isso o que você quer, então é o que terá, meu anjo... - Oh, sim! – Minty soltou um grito de pura satisfação e, no fundo de sua mente, Gareth parabenizou a si mesmo por ter dado o resto da noite de folga para os empregados, ou certamente haveria muito a se comentar sobre os dois, na manhã seguinte – Mais! Mais forte! – ela exigiu, erguendo-se para poder passar os braços ao redor de seu pescoço e dar-lhe um beijo com sabor de desejo. - Tudo o que você quiser, meu anjo... – ele soltou uma mistura de riso com rosnado, antes de começar a mover seus quadris em uma velocidade animalesca, enchendo o escritório com sons pecaminosos e úmidos, conforme os corpos do dois se moviam um em direção ao outro, encontrando-se desesperadamente. Estar dentro dela era ainda melhor do que ele podia ter sonhado. As mãos quentes dela acariciavam suas costas e suas unhas o arranhavam, deixando para trás marcas que ele certamente sentiria orgulho de ter, na manhã seguinte. Seus s***s tenros estavam pressionados contra seus peito e ele não pôde resistir a agarrar uma daquelas perfeições macias com uma das mãos, apertando-o, enquanto sua outra mão segurava seu quadril suculento, mantendo-a no lugar enquanto seu m****o martelava contra ela, faminto, a ponto de fazer a madeira da mesa ranger. Não que houve necessidade de ele mantê-la aberta para seus ataques, já que a própria Araminta estava fazendo questão de separar as pernas o máximo possível, dando-lhe o máximo de acesso que ele poderia ter a sua pequena f***a encharcada, que o engolia como se não quisesse soltá-lo nunca mais. Querendo intensificar ainda mais a linda expressão de prazer agudo que ela tinha no rosto corado e suado, ele retirou a mão que massageava seu seio e levou dois dedos até a própria boca, umedecendo-os antes de leva-los até o pedacinho inchado de carne bem acima de suas dobras, afagando-o primeiramente com carinho e aumentando aos poucos a intensidade, até que seus movimentos se tornaram tão rápido quanto suas estocadas e o creme dela estava escorrendo pelas pernas dos dois. Por fim, ao sentir, através de seus gemidos descontrolados e das pulsações cada vez mais frenéticas dentro dela, que seu anjo estava prestes a gozar, Gareth deu uma última estocada firme, afundando-se dentro dela até o limite, querendo sentir cada onda do prazer de Minty em seu m****o. E assim o fez, aproveitando o prazer quase sufocante de tê-la chegando ao auge ao redor dele, apertando-o quase ao ponto de doer, até que ele também atingiu seu limite e explodiu com um grito rouco, derramando cada gota de seu amor profundamente dentro dela, como tantas vezes sonhara fazer. Levou um momento para que qualquer um dos dois pudesse sequer se mexer e, quando o fizeram, Gareth chegou a acreditar, inocentemente, que seu anjo gostaria de um momento para se recuperar de um clímax tão celestial. Porém, quando ele lentamente retirou-se de dentro dela, a Duquesa apenas grunhiu baixinho de insatisfação, olhando fixa e satisfatoriamente para o lugar entre suas pernas estava transbordando da semente dele, antes de colher um pouco com os dedos e lamber, lançando para ele um olhar faminto que instantaneamente duro como rocha novamente. - Deite-se. – ela ordenou, empurrando gentilmente o abdômen dele com os pés – A noite está apenas começando e, dessa vez, eu quero experimentar como é estar por cima. 
Leitura gratuita para novos usuários
Digitalize para baixar o aplicativo
Facebookexpand_more
  • author-avatar
    Escritor
  • chap_listÍndice
  • likeADICIONAR