- Acho que um pouco de descanso faz bem, minha Duquesa.
Surpresa, Minty saltou um pouco em seu cadeira, antes de erguer os olhos de seus papéis para ver Gareth entrando em seu escritório, fazendo-a recordar o que eles haviam feito na tarde daquele dia e, consequentemente, corar imediatamente. Depois que ele saíra naquele dia e ela havia sido deixada sozinha com seu banho e seus pensamentos, seu senso pudor, antes completamente esquecido pelo prazer que ele lhe proporcionara, havia voltado para atormentá-la com força total. Tanto que, quando a hora do jantar havia chegado, ela pedira para jantar em seu escritório pela segunda noite seguida, preferindo enfrentar os olhares desconfiados dos empregados, a ter que arriscar sentar-se em uma mesa de jantar com Gareth. Ainda assim, lá estava ele, com um sorriso bastante agradável, aproximando-se da mesa de seu escritório, quase à meia-noite.
Engolindo em seco e conferindo, pela chave virada na fechadura, que ele havia trancado os dois lá dentro, Minty abaixou o olhar, sentindo profundamente tímida ou se pegar imaginando o corpo tonificado que havia por debaixo das roupas do Duque. Fingindo ler os papéis que estavam diante dela, mesmo que de repente as letras não fizessem mais o mínimo de sentido, Minty foi ficando mais e mais tensa, à medida em que dava a volta na mesa para parar ao seu lado.
- Para quê são todas essas projeções de orçamento? – ele perguntou de repente, fazendo-a se dar conta de que havia lido suas anotações – Você está planejando construir um novo jardim ou algo do gênero?
- Na verdade... – ela mordeu o lábio, perguntando-se se deveria realmente conversar sobre aquilo com ele; afinal, a única pessoa para quem já havia revelado sobre seu sonho de construir um orfanato para acolher as crianças da região e, lá, ter espaço para construir uma escola para todas as crianças da região, mesmo aquelas que tinham pais, fora Alice. E, mesmo assim, parecia mais um sonho distante do que algo que realmente se tornaria realidade algum dia, especialmente por conta do dinheiro que ela precisaria e do fato de James ainda estar vivo e pronto para atrapalha-la, caso descobrisse.
Foi quando ela se deu conta: Gareth era o novo Duque. Se havia alguém a quem ela deveria revelar seus planos, sem dúvida alguma, era ele, mesmo que fosse apenas para ver suas esperanças murcharem com uma negativa.
- Bem... – ela começou, escolhendo suas palavras a dedo – Sabe, ao longo dos anos eu notei que há um grande quantitativo de crianças órfãs na região. E, é claro, por conta disso, elas estão sujeitas a todo tipo de coisas, vivendo nas ruas, realizando trabalhos exaustivos, sem qualquer perspectiva de educação... E, como eu sempre pensei que seria uma alternativa interessante ter um local físico destinado apenas para instruir as crianças, há algum tempo eu tenho maturado a ideia de, talvez, sanar essas duas questões de uma vez só... Dessa forma...
- Você quer construir um orfanato e uma escola em Whiteshire? – ele completou sua frase e, surpresa, Minty ergueu o olhar e percebeu que ele tinha erguido umas das folhas de papel, a mais específica de todas, em que ela havia reunido os valores necessários para construir as estruturas e comprar todos os materiais, além de quanto seria preciso para a manutenção, divididos por mês e ano.
- Hã... Na verdade... – ela corou, cabisbaixa ao saber que ele havia descoberto aquilo da pior maneira possível: vendo primeiro a pequena fortuna que seria necessário para realizar tudo aquilo, ao invés de ouvir primeiro as reverberações positivas que o projeto traria – Eu estava pensando em construir apenas o orfanato e acoplar nele a escola, assim os gastos seriam menores...
- Você sempre pensa em tudo. – ele elogiou, com um sorriso visivelmente orgulhoso que aqueceu o coração dela como nada jamais havia feito antes – Quando começamos?
- Como assim? – ela gaguejou, sem entender.
- As obras. – ele sorriu, olhando novamente os orçamentos que ela havia feito, parecendo bastante animado – Dá para perceber que você fez esse cálculo pensando em utilizar materiais de qualidade mediana, mas não se preocupe com isso, anjo. Nós vamos fazer tudo do bom e do melhor para as crianças. Inclusive, será que eu poderia fazer uma sugestão? Talvez fosse interessante ter uma horta junto à cozinha, assim elas poderiam cultivar seus próprios vegetais e árvores. Acho que seria bastante educativo...
- Oh, isso... Isso seria fantástico... – ela abriu um sorriso sonhador, encantada com aquela perspectiva, antes que uma ideia lhe ocorresse – Mas, Gareth, antes de você aprovar isso por completo... Talvez fosse bom saber que isso talvez cause um certo escândalo... Nada muito exagerado, claro, mas eu nunca soube de nenhuma outra propriedade que tenha investido tanto em filantropia e talvez isso desperte os comentários de alguns dos outros nobres.
- Você realmente ainda acha que eu me importo com esse tipo de coisa? – Gareth suspirou, parecendo desapontado com ela, que, estranhamente, fez Minty se sentir desconfortavelmente estranha – Acho que realmente não tenho mudado sua opinião sobre mim desde que cheguei, não é? Mas saiba de uma coisa, Minty: - ele se aproximou dela, encarando-a com tanta intensidade que Araminta sentiu suas palavras travadas na garganta – Eu passei 14 anos da minha vida me preparando para o momento em que poderia me tornar Duque e desenvolver todas as responsabilidades que vem com esse título de maneira adequada, o que inclui cuidar dessas pessoas. Por isso, agora que você me deu essa ideia, saiba que eu vou fazê-la acontecer. E isso vai muito além do que sinto por você: vou fazer isso por elas, por todas essas crianças que vivem em Whiteshire e nas ruas ao redor, indo dormir com suas barrigas doendo de fome e sem esperança no futuro, como aconteceu comigo durante 12 anos da minha vida. Por isso, o que eu puder fazer para ajuda-las e dar-lhe um futuro, eu farei... Assim como você fez por mim. – ele permaneceu encarando-a daquela maneira amorosa que fez seu coração sentir-se como se estivesse derretendo, até que de repente começou a organizar as páginas sobre a mesa, tomando-as para si – Agora me dê isso aqui. Você já fez metade do trabalho planejando tudo isso com tanta competência. Agora é hora de me deixar colocar as mãos na massa. Mas eu sugiro que se prepare, porque vou nomeá-la a principal supervisora do projeto. E não aceito um não como resposta. – ele piscou sedutoramente para ela.
- Oh, Gareth! – Minty exclamou, m*l cabendo em si de tanta felicidade e, antes que se desse conta do que estava fazendo, pulou nos braços do jovem Duque, abraçando-o com tanto entusiasmo que, por um momento, ela podia jurar que havia sentido seus corações baterem juntos, em sintonia, de tão próximos que eles estavam fisicamente – Obrigada! Obrigada! Mil vezes obrigada! Isso vai ser tão bom para as crianças...! – ela comemorou, eufórica e ao mesmo tempo emocionada, precisando enxugar algumas lágrimas de alegria que começavam a escorrer por suas bochechas, antes de sorrir timidamente para ele, sabendo que ele merecia saber sobre o que ela diria a seguir – E, sobre a minha opinião sobre você, saiba que está errado. Eu sempre soube, desde que vi você pela primeira vez, que seria um grande homem e um grande Duque. Não houve um só dia em minha vida em que eu não o tive na mais alta-estima, Gareth Duncan. Mas, ainda assim, hoje... Hoje você me mostrou que o seu coração se tornou ainda mais admirável, durante todo esse tempo em que ficamos longe. – ela fungou, acariciando o rosto dele com puro encantamento – Eu estou tão orgulhosa de você, Gareth... Você é um homem tão maravilhoso... - ela continuou elogiando-o e aproximando o rosto do dele, até que, de um momento puro, aquilo de repente se tornou íntimo, permeado pelo tipo de intensidade que só poderia haver entre um homem e uma mulher que já haviam compartilhado prazer e, assim que aquela última frase a deixou, dita com uma admiração que soava claramente como a de uma esposa por seu marido, os lábios de Gareth desceram sobre os dela, capturando sua boca em um beijo intenso, com gosto de desejo.
Com um suspiro satisfeito, Minty nem ao menos tentou resistir ao beijo dele, entregando-se ao momento sem nem seque um segundo pensamento. Afinal, ela estivera sonhando com um novo momento de prazer desde que tivera seu primeiro naquela mesma tarde, através dos dedos dele. E foi com um gemido contente que ela o sentiu descer as mãos por seu corpo, moldando os formatos de sua cintura e quadris várias vezes, quase como se quisesse decorar cada linha de seu corpo. Foi apenas quando sua pele parecia estar ardendo por seu toque por debaixo do vestido que Gareth finalmente começou a erguer suas saias, de maneira consideravelmente mais ágil e selvagem que na tarde naquele dia.
Deixando-se guiar apenas por suas necessidades mais íntimas, Minty alcançou as cordas da parte de trás de seu vestidos, lutando para desfazer os nós, enquanto as mãos do Duque alcançavam suas nádegas e as apertavam por debaixo de suas roupas íntimas, cheios de desejo. Ao perceber que ela estava tentando ficar nua na parte de cima, Gareth rosnou e ajudou-a a livrar-se das cordas, fazendo isso com consideravelmente mais destreza que ela. Em apenas alguns momentos, com a ajuda das mãos inquietas de ambos, ela se viu com o tronco nu e o ar frio da noite endurecendo as pontas rosadas de seus s***s. Porém, assim que lhe ocorreu o pensamento de que apenas a boca ardente de Gareth poderia aquecê-lo, Minty não hesitou sequer por um segundo antes de puxar a cabeça dele para baixo, tirando-a de seu pescoço e guiando-a até seus s***s arfantes, que subiam e desciam rapidamente, convidando-o a beijá-los.
E, assim que Gareth envolveu a boca ao redor de uma das auréolas, provocando-o com a língua, Minty não pôde fazer nada além de trazer um de seus dedos até seu rosto e prendê-lo entre seus dentes, fazendo o possível para abafar o alto grito de prazer que escapou por sua garganta. Na verdade, ela ainda estava no meio de sua alegria vocal quando Gareth cravou os dedos em seu traseiro e a ergueu até a mesa, jogando diversos itens que ali estavam, no chão.
Arfando, com o lábio inferior preso entre os dentes de pura excitação, ela assistiu o Duque sugar, mordiscar e acariciar seus s***s com sua boca e mãos até o ponto em que ela acreditou que enlouqueceria. E então, e só então, que ele finalmente amontoou as saias de seu vestido, que ainda estava em seu corpo, firmemente ao redor de sua cintura, antes de ajoelhar-se em sua frente, envolvendo as mãos em torno de seus joelhos e separando suas pernas em um movimento ríspido, desesperado de desejo, que apenas serviu para excita-la ainda mais, fazendo mais umidade escorrer por suas coxas, bem diante dos olhos de Gareth. Estendida sobre a mesa, Minty sentiu-se como a mais suculenta das refeições quando o Duque rosnou como um leão ao travar os olhos em sua i********e escorregadia, que pulsava por ele.
Felizmente, ela agora não teve que esperar muito mais, antes que Gareth afundasse o rosto entre suas coxas, atacando primeiro a carne pronunciada no início de seu sexo, sugando-a até que nem mesmo a mão de Minty em sua boca era capaz de abafar seus gritos de puro prazer e havia tanto creme pingando para fora dela que a Duquesa não se surpreenderia se houvesse uma poça no chão. Por várias vezes, ele também penetrou-a com a língua, afundando-se dentro de sua carne trêmula e bebendo seus sucos como se estivesse viciado em seu sabor. E, depois de vários momentos sendo submetida ao tratamento enlouquecedor de seus lábios e línguas, Minty já não conseguiu mais suportar as ondas de prazer reverberando-se em seu ventre, quando Gareth novamente começou a sugar suavemente aquele pequeno pedaço de carne protuberante e enterrou dois dedos profundamente dentro de sua a******a desejosa, fazendo-a alcançar um pico de prazer ainda maior do que naquela tarde – algo que parecia impossível para ela, até então.
Céus, como seria então a sensação de ter seu m****o deslizando dentro e fora dela, com força e rapidez, martelando contra sua carne até que ambos explodissem e ela pudesse sentir o calor de sua semente revestindo-a? Ainda melhor, provavelmente.
A verdadeira questão era: ela teria coragem de guia-lo para dentro de si e se permitir ter aquele tipo de prazer, mesmo que isso significasse abrir mão de tudo aquilo que considerava adequado e moral?
Ela estava arfante, recuperando-se daquele prazer explosivo e viciante, quando notou que Gareth parecia ter terminado de limpar os sucos de dentro de sua i********e e agora os perseguia na parte interior de suas coxas e em seus próprios dedos. Porém, sua outra mão estava enfiada dentro da calça dele, onde ela podia ver nitidamente, por conta da posição, como Gareth acariciava rudemente seu m****o monstruoso, ao ponto de fazer uma mancha úmida de semente começar a surgir na parte da frente da calça.
- Você não chegou ao prazer dessa vez. – Minty lamentou, hipnotizada pelo movimentos da mão dele, desejando que pudesse ser a dela sentindo a pele quente, as veias pulsantes, a dureza quase de pedra...
- Não se preocupe. – ele meio rosnou e meio gemeu, com o suor escorrendo pela testa franzida – Posso cuidar disso.
- Não. – ela negou e aquela palavra saiu com um tom tão intenso de comando que nem mesmo conseguiu acreditar que aquela era sua voz – Eu quero cuidar disso. – Minty exigiu, empurrando um pouco para longe de si e indicando com o dedo para que ele se erguesse, antes de sair de cima da mesa, sendo ela agora a se colocar de joelhos diante dele, com as entranhas apertadas com a expectativa de sentir o sabor e a textura dele em sua língua.
- Você não precisa fazer isso, anjo... – ele respirou sofregamente, mas suas ações contradisseram suas palavras, já que suas mãos rapidamente abriram suas calças, puxando aquele enorme mastro para fora, deixando-o pender, totalmente ereto, perto de sua boca, totalmente pronto para ela.
- Em não preciso... Mas eu quero. – ela admitiu, mais para si mesma do que para ele, antes de envolver os lábios e a língua ao redor daquela cabeça vermelha, rechonchuda e gotejante, desfrutando do sabor amargo e picante daquele líquido espesso.
A sensação de chupá-lo e de sentir o sabor de sua semente foi tão delicioso e satisfatório que Minty logo se viu fazendo algo que, secretamente, sempre quisera: imitar as cenas eróticas de seus livros, em que a protagonista começava a engolir o m****o rígido de seu amante, fazendo-o soltar grunhidos profundos de prazer quase ao ponto de leva-lo ao loucura, como ela percebeu, com muita satisfação, que estava acontecendo com Gareth naquele momento. Na verdade, saber que estava sendo responsável pelo prazer dele gerou dentro dela um orgulho e um regozijo tão profundo e intenso que foi responsável por fazê-la intensificar os tratamentos de sua língua, a tal ponto de relaxar ao máximo sua garganta para poder engoli-lo quase que em sua total extensão, ainda que engasgando diversas vezes no processo. Tudo isso para que ela pudesse olhar para cima e ver seu Duque com os olhos fechados com força, a cabeça jogada para trás de prazer e a boca escancarada, deixando sair cada vez mais sons eróticos de total satisfação.
A única coisa diferente das descrições de seus livros foi o fato de que ele demorou muito mais do que o esperado para chegar ao auge. Tempo o suficiente para fazer a mandíbula dela doer, depois de tanto tempo com a boca tão aberta, engolindo a circunferência daquele m****o enorme por completo. Ainda assim, ela continuou perseverante, deixando-o mover-se dentro e fora de sua boca como ambos desejavam que ele fizesse dentro de suas dobras. Finalmente, foi com um gemido lamentoso que soou muito similar a um rugido, que Gareth afundou seu pênis até o caule dentro de sua garganta, descansando aquelas duas bolas visivelmente pesadas em seu queixo, enquanto derramava aquela semente quente e almiscarada todo o caminho por sua garganta abaixo, não dando-lhe qualquer outra escolha além de engoli-la obedientemente. Algo que Minty fez com mais prazer do que jamais havia imaginado, mesmo em suas fantasias.
Finalmente, quando seu estômago estava cheio do leite espesso de Gareth, Minty até mesmo foi capaz de soltar um resmungo desapontado quando aquele grande m****o molhado foi retirado lentamente de entre seus lábios. Sentindo que havia restos de semente que haviam transbordado de sua boca para seu corpo, Minty se pôs a recolhê-la em seu queixo e s***s com os dedos, lambendo-os avidamente enquanto Gareth a observava, com aqueles belos olhos azuis em chamas.
- Cristo... Você aprendeu tudo isso naqueles livros? – ele arquejou, naquela voz profunda que fez seus m*****s ficarem doloridos de tão duros – Nunca senti um prazer tão intenso em toda a minha vida.
- Eu tenho uma imaginação muito fértil... – Minty respondeu, começando a olhar ao redor de si mesma e dar-se conta, pelos olhos da razão, do que havia feito: como uma completa vagabunda, ela havia deixado que o filho de seu falecido marido desfrutasse das partes mais íntimas de seu corpo e, pior ainda, também havia desfrutado dele, levando-o profundamente em sua boca dentro do escritório que um dia havia sido de James, com apenas uma porta trancada separando-os de um batalhão de empregados adormecidos que, talvez, pudessem ainda estar fazendo algo à meia-noite e terem acabado por ouvir os sons inconfundíveis de depravação vindos dela e do Duque.
- Bem, vou comprar uma tonelada deles para você, anjo. Agora percebo que devo muito àquelas pequenas histórias sujas. – Gareth sorriu, safado, porém, ao ver a fragilidade e vergonha começaram a tomar cada vez mais conta da expressão de Minty, sua expressão imediatamente se tornou triste e desapontada – Oh... Entendo. Ouça, amor, vou lhe dizer algo que aprendi depois de passar fome por quase metade da minha vida: nunca se envergonhe de fazer algo que não faz m*l a ninguém e, principalmente, que faz você se sentir bem e feliz. E isso inclui prazer, desde os mais inocentes, até os mais carnais.
- Eu... Eu ainda não sei o que pensar sobre isso... – ela admitiu, desnorteada, aceitando a mão que ele lhe oferecia para que se levantasse e cobrindo os s***s nus com um dos braços – Sobre nós.
- Não se preocupe. – Gareth a consolou, gentil – Vai haver muito tempo para que você descubra o que sente sobre mim. Mas, se pudermos fazer apenas sobre o agora, confesso que eu gostaria de levar você nos braços até nosso quarto. – ele revelou, sonhador – Mas sei que ainda não chegamos nesse nível ainda. Então, o que acha de mais rodada, para que possamos dormir com o gosto um do outro em nossas línguas? – o sorriso que ele abriu avermelhou as bochechas de Minty e umedeceu seu sexo, ainda escorregadio por conta de seu último prazer - Eu não sei se você já leu sobre isso, mas existe uma maneira de fazermos isso um no outro ao mesmo tempo...