Ela era ainda mais irresistível do que ele havia fantasiado ao longo de todos aqueles anos.
Recostado sobre o tronco de uma das muitas árvores ao redor do jardim pessoal de Araminta, Gareth a observou, escondido entre as sombras, abaixar-se para pegar um dos livros que estava sobre o tecido que ela havia estendido sobre a grama para seus alunos se sentarem, colocando aquele belo e generoso traseiro no ar por um instante. Rosnando, ele foi forçado a trocar de posição, tentando conter a ereção que começava a esticar a parte da frente de suas calças.
Em sua mente, ao invés de estar indo se sentar em uma cadeira em frente às crianças para ler mais um livro para elas, Minty estava sobre suas mãos e joelhos, ali mesmo na grama macia de seu jardim, com a saia de seu vestido verde-claro erguida até a altura da cintura, com aquela bela b***a totalmente nua para ele, empinada e atrevida. O que ele não daria para poder deslizar seu p*u entre aquelas duas bochechas macias, provocando seu pequeno buraco enrugado com a cabeça grossa de seu m****o, antes de mergulhá-lo em sua b****a enxarcada. Ele tinha certeza que ela não tinha um homem desde que o velho maldito se tornara completamente incapaz, mais de uma década atrás, até onde ele sabia. Certamente aquela entradinha estaria apertada como a de uma virgem. Ele jamais havia sentido qualquer satisfação em saber que as mulheres que tinha em sua cama haviam tido poucos amantes. Simplesmente não fazia diferença. Porém, havia uma estranha alegria em saber que Minty não estivera nos braços de outros homens, ao longo de todos aqueles homens. Não que ele tivesse a ridícula necessidade de que ela fosse pura. Ele não poderia ligar menos se ela já tivesse sido uma meretriz, na verdade. Sua alegria não vinha, pelo menos não somente, da falta de homens na vida da Duquesa no sentido carnal.
Era no sentido emocional que ele se preocupava. Não ter um amante, mas também um cavalheiro cortejando-a, ou até mesmo um noivo, significava que Minty não havia se apaixonado. E não havia porque adicionar um novamente naquela sentença, pois ele bem sabia que ela jamais havia prezado, e muito menos amado, o monstro c***l que era o antigo Duque. Talvez por isso ele temera que já houvesse outro homem em seu coração, assim que finalmente a reencontrou, naquele dia em que pudera flertar com ela livremente, antes que ela descobrisse quem ele era. A Duquesa era tão imensamente mais inteligente, bela e formosa do que ele se recordava... Além de ter um sorriso encantador e uma personalidade admirável, ela tinha um corpo construído para o pecado, com aqueles s***s fartos, quadris largos, um traseiro empinado e pernas longas e torneadas. Uma combinação ardente que nem sequer os vestidos simples e recatados que ela sempre utilizava conseguiam esconder... Ou impedi-lo de fantasiar sobre como seria mamar naqueles s***s, encher suas mãos naqueles quadris enquanto a enchia com seu pênis, deixar aquela b***a rosada com sua mão até ouvi-la gemer, ter aquelas coxas carnudas abraçando sua cabeça enquanto ele lambia o mel entre elas...
Merda, ele precisava se controlar, ou gozaria em suas calças ali mesmo, vendo-a dar aulas inocentemente. Ele precisava se controlar. Afinal, apesar do fato de que ela estava claramente evitando-o nos últimos dias, Gareth gostava de pensar que tinha algo a seu favor: no dia de sua chegada, antes que ela se desse conta de quem ele era, Gareth tinha certeza de que havia reconhecido o brilho do desejo em seus belos olhos escuros. Saber que ela se sentira atraída por ele despertara nele uma alegria que nem mesmo sabia que seu coração era capaz de sentir. Por muito pouco, ele não a puxara para seus braços imediatamente naquele momento, dias atrás. Felizmente, ele fora capaz de se contar. Afinal, ficara claro em sua expressão horrorizada, ao descobrir quem ele era, que Minty ficara perturbada com o fato de ter se sentido atraída pelo filho do marido. Por isso, ele precisava seguir o plano que traçara ainda quando estava na França e ser persistente e paciente com a mulher que amava.
Respirando fundo para se recompor e tendo certeza de que seu desejo reprimido já não estava mais evidente em suas calças, Gareth silenciosamente se aproximou de onde Minty e as crianças estavam, tirando um minuto para apreciar a bela cena que era vê-la rodeada dos pequenos, ensinando-lhe animadamente sobre geografia, erguendo grandes folhas nas quais havia decalcado partes do mapa europeu com tintas coloridas. Levou um momento até que uma das crianças, uma garotinha minúscula, nota-se sua presença, erguendo o dedinho para denuncia-lo, gritando para todos ao redor.
- Minty! Minty! Tem um homem bonito nos olhando!
- Oh, é o Duque! – uma menina loira, um pouco mais velha, exclamou, admirada, fazendo todas as outras crianças virarem-se para ele, o que obviamente atraiu também a atenção de Minty.
- Gareth! – a Duquesa engasgou imediatamente, literalmente saltando para longe dele, como tinha se tornado de praxe sempre que o via.
- Me desculpem por interromper vocês. Mas, a aula parecia tão interessante... – ele encarou as crianças, que o olhavam, curiosas e animadas – Será que eu poderia me juntar a vocês?
- Sim! – os pequenos disseram todos, quase em uníssono, no mesmo momento em que a voz de Araminta cortou o ar.
- Não! – a Duquesa arfou, soando desesperada, o que fez todas as crianças se voltarem para ela, com suas expressões que variavam entre a surpresa e a insatisfação – Q-quero dizer... Não seria interessante para o Duque assistir nossa aula... – ela tentou se justificar, constrangida – E-ele já viajou bastante. Não há nada que eu vá ensinar para vocês que ele já não saiba.
- Ora, mas isso é melhor ainda não? – Gareth sorriu, sem deixar se abalar, concentrando-se apenas em como ela ficava linda corada daquela maneira – Assim poderei contribuir com a aula, já que poderei contar às crianças um pouco sobre os lugares que já vi com meus próprios olhos. O que acham? – ele agora se referiu apenas às crianças, percebendo que Minty não teria chance contra os pedidos daqueles baixinhos.
A resposta para sua pergunta foi uma explosão animada por parte dos alunos da Duquesa, que pareciam m*l caber em si de tanta animação com sua proposta. Lançando apenas um único sorriso levemente vitorioso na direção de Araminta, Gareth cavalheirescamente indicou-lhe um lugar vago no tecido, com as crianças, fazendo-a soltar um suspiro derrotado. Com os ombros baixos, as bochechas coradas e claramente evitando a todo custo estabelecer contato visual com ele, Araminta moveu-se rapidamente até as crianças, com os ombros largos e o corpo tão rígido que quase parecia uma estátua que havia criado vida. Divertindo-se com seu nervosismo adorável, Gareth alcançou os mapas que Minty estivera segurando e separou todos aqueles que representavam os lugares que já havia visitado, sentindo os olhos curiosos dos pequenos alunos aguardando ansiosamente pelo que ele diria.
- Muito bem... – erguendo o mapa da França, ele apontou para Paris – Algum de vocês sabe me dizer que lugar é esse?
- É Paris! – a garotinha esperta respondeu, imediatamente – A capital da França!
- Muito bem, Lily! – Minty comemorou, orgulhosa.
- Você é muito inteligente, mocinha. – ele sorriu, fazendo Lily corar – E está corretíssima. Sabem, eu morei em Paris com meus pais e meus irmãos praticamente minha vida inteira. É uma cidade repleta de história e arte...
- Quem é o seu pai, Duque? – um garotinho de olhos desconfiados o interrompeu – Eu pensei que fosse o velho Duque...
- Robert! – Araminta o repreendeu, encabulada – Não seja rude. Esse não é o tipo de pergunta que se faz durante uma aula...
- Está tudo bem. – Gareth sorriu, inabalável – Respondendo a sua pergunta, Robert, James Duncan era meu pai de sangue, mas, não foi ele que me criou. Eu considero meu tio Louis meu verdadeiro pai, pois foi ele quem me acolheu quando era um pouco mais velho que você e meu amor, educação e um lar. Mais alguma pergunta?
- Senhor Duque? – Lily ergueu a mão ansiosamente – O senhor já esteve na Índia? É o meu país favorito de estudar durante as aulas, sempre quis conhecer alguém que já tenha estado lá!
- Não é necessária tanta formalidade assim. Podem me chamar de Gareth, está bem? E, bem Lily, acho que hoje é seu dia de sorte, pois já estive na Índia cinco vezes. – ele contou, fazendo as crianças suspirarem, impressionadas – É um país bastante diferente do nosso, repleto de cores, pessoas e costumes muito particulares e fascinantes. Sei disso porque eu e meu irmão Henry abrimos um negócio de importação de especiarias assim que nos formamos em nossas Universidades e, nos últimos anos, visitamos bastante a índia e a América, para encontrarmos mercadorias.
- Vocês já estiveram na antiga colônia? – foi a vez de Robert engasgar, eufórico – Como é lá?!
- É um país que está crescendo. Eles ainda têm muito o que crescer, explorar e conquistar, mas sou um profundo admirador do sistema de governo que eles instauraram em sua terra, após o fim da Guerra Civil. – Gareth refletiu, sentindo-se internamente contente ao perceber que os olhos de Araminta estavam vidrados nele, completamente atentos a cada uma de suas palavras – Tive a oportunidade de conversar com um político local de uma das cidades em que atracamos e ele me contou em detalhes sobre o que eles chamaram de Constituição: um documento que prevê as leis e direitos de cada cidadão. Lá, ao invés de um rei, eles têm um chefe de estado que é escolhido pela maioria do povo e fica apenas um curto espaço de tempo no poder, geralmente 4 ou 8 anos. Seus ideias são muito diferentes dos nossos, mas particularmente, os considero revolucionários e libertários... – perdido em pensamentos, ele de repente se pegou com um grupo de crianças olhando-o em total confusão – É uma forma de governar e de viver que me traz esperanças de que, talvez, um dia, os pobres tenham mais chances de se igualar aos ricos, em questão de direitos, do que tem atualmente.
- É uma bela esperança para se ter. – Minty surpreendeu-o, dirigindo-lhe um sorriso doce e aprovativo – Eu também espero que isso aconteça algum dia, Gareth... Oh, digo, Duque. – ela se corrigiu rapidamente, corando como se tivesse sido pega fazendo algo que não deveria.
- Não se preocupe, Minty. – Lily a consolou – Ele quer que nós chamemos ele de Gareth. Não é, Gareth?
- Com certeza. – ele abriu um sorriso caloroso, tentando conter as segundas intenções em suas palavras, pelo menos na frente das crianças – Especialmente quando se trata de você... Minty.
Exatamente no momento em que as bochechas da Duquesa se coloriram com um vermelho profundo, uma voz soou dentro da casa, chamando os pequenos para um lanche. Ao vê-los suspirar e resmungar de descontentamento, Gareth apressou-se em consolá-los.
- Não se preocupem. Prometo que vou aqui na próxima aula de vocês e poderemos conversar melhor sobre os lugares em que já estive. O que acham?
As crianças tiveram tempo de comemorar e gritar apenas por alguns segundos, antes que a voz no interior da casa soasse novamente, agora mais impaciente, o que fez todos se apressarem em levantar e correr para dentro. Permanecendo onde estava, Gareth assistiu, com muita expectativa, Minty aproximar-se timidamente dele, ainda com o rosto lindamente corado de uma maneira que o fez ter vontade de puxá-la para perto e envolve-la em um abraço carinhoso... Que provavelmente o levaria a travar seus lábios no dela e descansar suas mãos em seus quadris macios...
- Muito obrigada por hoje. – ela sorriu, tímida, parando a uma distância incomodamente respeitosa dele – Eu gostaria de ter mais experiência sobre outros locais, para poder ensinar a eles mais do que apenas linhas desenhadas em um papel. Sem dúvida foi uma oportunidade maravilhosa para eles. Mas, por favor, não se sinta obrigado a voltar amanhã, se estiver ocupado. Eu sei que eles entenderão...
- Na verdade, acho que sou eu o mais ansioso para a próxima aula. – ele se aproximou vários passos dela, consciente de que talvez estivesse sendo mais charmoso do que era recomendável, mas ainda assim não conseguindo suportar estar separado dela por todos aqueles centímetros – Desde garoto, eu sempre quis saber como eram as aulas sobre as quais sempre me escrevia em suas cartas. E agora, finalmente, tenho essa oportunidade.
Assim que ele terminou aquelas últimas duas frases, porém, Gareth imediatamente se arrependeu, pois a expressão de Araminta foi preenchida com um brilho nostálgico, quase maternal.
- Eu também adoraria que pudéssemos ter tido essa oportunidade. Na verdade, eu gostaria que pudéssemos ter sido mais próximos no geral, enquanto você crescia, ao invés de apenas trocar aquelas cartas ocasionais. Assim, eu poderia ter sido parte da sua criação e...
- Bem, Penelope cumpriu muito bem esse papel. E ela foi a melhor mãe que eu poderia ter. – ele a cortou gentilmente, preocupado do rumo excessivamente fraternal que aquela conversa havia tomado; se havia algo que ele não queria, era que Minty pensasse nele como alguém que ela gostaria de tratar como uma das crianças a quem ensinava – Mas, de fato, não posso negar que estou ansioso para que possamos nos tornar mais próximos a partir de agora. – ele deu uma ênfase sutil naquela última palavra, sorrindo calorosamente para Minty, o que fez suas bochechas se tornarem rosadas novamente – Quero me tornar seu amigo e seu companheiro... – Gareth sussurrou, não conseguindo se impedir de soar mais lascivo do que pretendia – O que inclui suas aulas... E todos os outros momentos.
- Oh, bem... Bem... – Araminta gaguejou freneticamente por alguns momentos, desorientada sob seu olhar intenso – B-bem, vai ser ó-ótimo tê-lo como a-amigo então... – ela visivelmente engoliu em seco, antes de continuar – E-e v-vai ser fantástico ouvi-lo, nesse. Confesso que também estou bastante curiosa sobre suas viagens. Como eu disse, nunca tive muitas oportunidades de conhecer outros lugares, além dos arredores imediatos de Londres. – Minty pareceu querer mudar de assunto, abrindo um sorriso envergonhado.
- Vou leva-la em minhas próximas viagens, nesse caso. – ele prontamente planejou, sentindo um choque de excitação percorrê-lo apenas por imaginar-se sozinho em um barco com ela - Tenho certeza de que irá adorar!
- Oh... – ela meio riu e meio arfou, desacreditada – Oh, Gareth, é muita gentileza da sua parte e eu agradeço bastante, mas, Deus sabe que não tenho mais idade para esse tipo de aventuras. – ela riu novamente, como se o simples pensamento fosse absurdo - Além do mais, seria mais apropriado que levasse sua futura esposa, em ocasiões como essa. Tenho certeza de que seria uma excelente para se viver em casal. Ou até mesmo em família... – apesar de suas palavras parecerem tentar soar animadas com aquela perspectiva, algo na expressão de Minty estranhamente transparecia o contrário, mesmo que ela mesma não estivesse percebendo.
- Você ainda é bastante jovem. – foi a primeira coisa que ele retrucou, antes de tocar no assunto mais delicado de todos – E eu não sabia que você já estava planejando meu casamento, além do baile.
- Não, não é isso. – ela se defendeu, encabulada – Eu... Eu apenas pensei que encontrar uma jovem adequada para ser sua esposa estaria nos seus planos, agora que retornou. É claro, você ainda é jovem e tem muito tempo pela frente, mas Whiteshire precisará de um herdeiro, eventualmente...
- Eu sei... – sem conseguir se conter, ele desceu o olhar até a barriga dela, imaginando como ela ficaria ainda mais linda, quando o filho dos dois estivesse crescendo ali dentro – Eu sei bem disso, Minty. Não precisa se preocupar. Quando o momento chegar, garantirei que Whiteshire tenha vários herdeiros.
- Oh, eu fico... Feliz em ouvir isso. – Minty abriu um sorriso trêmulo, quase triste, mas também doce – Saiba que sempre poderá contar comigo para ajudar você e a futura Duquesa a cuidar deles e educa-los. Será uma honra.
- Oh, eu certamente vou querer você o mais próxima possível deles. – como a mãe amorosa que eu sei que você será, ele acrescentou dentro de sua própria mente – Mas, me diga, por acaso está ansiosa para aposentar seu título. Sua fala faz parecer que já refletiu bastante sobre uma nova Duquesa chegar à Whiteshire.
- Bem, confesso que não pude deixar de refletir um pouco sobre isso. – ela admitiu, com um suspiro – Sabe, dediquei 18 anos da minha vida a esse lugar e agora... É um turbilhão bastante confuso de sentimentos: o fato de que terei que passa muitas de minhas funções para a nova Duquesa. Mas, sabe de uma coisa? – Minty sorriu, fazendo o coração dele acelerar – Confio em você para escolher a jovem certa para o cargo. Alguém que vai amar e cuidar das pessoas e dessa propriedade como ela merece.
- Eu tenho certeza que sim. – ele não pôde deixar de abrir seu próprio sorriso sonhador, perguntando-se o que ela pensaria se ele lhe revela-se que planejava deixa-la no cargo por mais algumas décadas.
- Oh, então já tem alguém em mente? – a Duquesa arregalou os olhos, levemente nervosa – Eu a conheço? O baile é amanhã a noite, mas certamente não é tarde para convidá-la...
- Não se preocupe com isso, Minty. – céus, como ele amava dizer o nome dela – Tudo o que você fez já está mais do que perfeito. Oh, e lembre-se da nossa promessa sim? Estou aguardando ansioso pela nossa dança. – Gareth piscou charmosamente, fazendo aquele escarlate profundo retornar ao rosto dela.
- Você... – ela deu um riso nervoso, quase desesperado – Você não está falando sério, não é mesmo?
- Nunca falei tão sério sobre algo em toda a minha vida, Araminta. – ele assentiu solenemente, assegurando-se de que ela pudesse sentir a seriedade em seu tom.
- Oh, sim, claro... – Minty ensaiou um sorriso despreocupado, mas claramente fracassou, pois apenas a fez parecer mais nervosa – Como... Como uma dança entre mãe e filho, certo...?
- Araminta. – ele a cortou, avançando rapidamente vários passos para frente, até que eles estivessem a meros centímetros um do outros, com Minty de olhos arregalados, boquiaberta – Há um pedido importantíssimo a lhe fazer. E não apenas quero que o atenda. A verdade é que preciso que o atenda.
- Hã... Claro... – ela gaguejou, parecendo perdida dentro de seu olhar penetrante – Qual... Qual seria?
- Nunca se esqueça de que não temos um único pingo de sangue em comum. – ele a recordou, determinado – Não há nada de maternal ou fraternal na nossa relação e continuaremos assim para sempre, está bem? Por isso, sempre que um nobre, ou até sua própria consciência, tentar fazê-la me ver como um garoto que está sobre seus cuidados... Lembre-se de que sou um homem, está bem? Eu sou um homem... – ele não pôde resistir a abrir um sorriso cheio de lascívia – E você é uma mulher. Nunca se esqueça disso, sim?