Jotinha narrando
Chamei três dos meus vapores mais confiáveis, estão no corre até há mais tempo do que eu, e caímos para o porto de Santos, em São Paulo.
Vai chegar a carga lá e o funcionário da empresa portuária lá, que tá ligado sobre o que é a carga, quer um cara da facção presente e o meu pai me confiou essa missão.
No navio tem uns conteiners de outras coisas, pra desbaratinar, tudo muamba, facilitamos o transporte pra uma conhecido, enquanto ele botou o nome dele na nota do transporte.
Agora vamos fazer a segurança pra gente não ter a carga extraviada, ou apreendida e traz tudo pra facção.
A missão sendo cumprida com sucesso, eu ganho respeito, meu pai ganha ainda mais prestigio, é droga da boa pra Babilônia e para os morros aliados e uma grana a mais pra Babilônia também pela missão.
Estamos saindo de madrugada pra justamente chegar lá de tarde e ver o navio aportando no fim da tarde ainda. Vou dar um jeito de manter um dos meus caras lá de olho no navio até sair a liberação pra descarga, enquanto isso eu confirmo a rota traçada pra tirar essa droga de lá.
Resolvo fechar os olhos um pouco, o caminho é um pouco longo e não faremos muitas paradas.
Imediatamente a Lara vem no pensamento.
De repente tô em casa de novo..
* lembrança on *
Lara sai da piscina com essa b u n d a de nós todos. A mina cisma que tem coisa nesse corpo pra melhorar, impossível irmão. Se tiver, bagulho é mínimo, mas pra mim, tá perfeita assim.
'P e i t o!', ela fala pras meninas. O papo delas é sobre isso, o que elas queriam melhorar em seus corpos. Nem reparo nas outras, uma é minha irmã, uma é minha prima e a outra também é como se fosse minha prima. Só reparo na Lara.
Abençoada seja a união da Babilônia e Rocinha sempre. Próspera nos negócios e próspera em manter a Lara por perto.
Cresceu o pessoal todo junto, mas agora, com os que são um pouco mais velhos entrando na fase adulta, as responsabilidades chamando, as coisas foram se afunilando um pouco e com isso só a Lara continuou mais próxima mesmo. Todo mundo de casal lá pra Rocinha e ela pra cá, pra mim, nada a reclamar.
Ela fala que vai entrar pra pegar mais da sobremesa que comemos mais cedo e está na geladeira de dentro de casa. Pessoal se entregue na conversa..
Desbaratinando eu saio do ambiente, enquanto também observo cada um encosta na sua futura mina, que eu tô ligado.
Chego na cozinha no míudo, ela já está com a taça na mão, a colher na boca sorvendo o doce, os olhos fechados em apreciação.
Imediatamente eu fico duro. C a r a l h o! Aí é s*******m.
A mina, de biquine, molhada, gemendo de olhos fechados. Eu, lotado de hormônios da puberdade.
F o d a!
Jotinha: - Aí é s*******m! - reclamo agarrando a cintura dela e me esfregando mesmo, vai saber do jeito que me deixa sim
Não pressiono de nada, minha mãe e meu pai me matariam, pior, ficariam extremamente decepcionados, se eu fosse um c u z ã o de ficar pressionando uma menina, ainda mais uma que cresceu comigo, mas a hora que ela quiser também, tá ligado né.
Lara: - Para Jotinha. - ela tenta me empurra
Jotinha: - Vamos ali rapidão. - ela me olha desconfiada
Lara: - Aonde? - eu olho pras escadas e ela aperta os olhos para mim - S a f a d o!
Jotinha: - Só un beijinhos, pô. Ou tu quer que eu te beije aqui, podendo alguém entrar?
Lara: - Tá doido?
Jotinha: - B u r r o ninguém é também né, Lara. - se eu tô majando eles, eles também tão manjando a gente, pô, ninguém tá de óculos no bagulho, certeza, até pra ninguém furar o olho de ninguém - Bora! - puxo ela pela mão olhando para os lados e sem dar tempo dela n e g a r
Subimos quase correndo, minha pressa era tanta que mais um pouco eu pegava ela no colo. Normalmente eu subiria até de dois em dois degraus, só que ela não tem as minhas pernas e eu não quero que ela caia e se machuque, ainda mais com vidro na mão.
Dentro do meu quarto eu fecho a porta e encosto ela na mesma, tiro a taça da sua mão e pego uma colher do doce, ela me olha respirando forte, agitada.
Eu passo o doce nos seus lábios, ela ergue a mão pra limpar o pouco que passou do contorno do lábio, mas eu n e g o com a cabeça e sou mais rápido revindicando os seus lábios e chupando o doce, mordendo o seu lábio inferior, ela fica mole em meus braços.
Com o braço esticado, tateio o móvel que fica ali próximo e apoio a taca. Agradecendo que consegui colocar sem ver e sem derrubar, envolvo sua cintura nos meus braços, apertando forte ela no meu corpo enquanto sugo sua língua com vontade, o gosto de Lara e doce me deixando completamente alterado lá embaixo.
O coração batendo forte, ela ofegando na minha boca, só paro quando o ar acaba mesmo.
Lara: - Meu Deus.. - ela respira fundo
A minha mão desce ate os seus quadris e depois sobe até a sua nuca, roçando no laço do biquine na sua cintura.. Que tentação!
Jotinha: - Tu é perfeita! - agarro a sua boca de novo, segurando o seu rosto
Prenso ela na parede, desço os meus lábios pela sua mandíbula e pescoço, ela me chama toda manhosa..
Lara: - Humm, Jotinhaa..
Jotinha: - Eu.. - falo contra a pele da sua clavicula, até o meu pensamento está desconexo
Lara: - Jotinha.. - sua voz soa estranha agora, eu pisco os meus olhos sendo puxado da minha lembrança, do meu sonho acordado
* lembrança off *
Abro os olhos sentindo o coração ainda meio acelerado, era lembrança e virou sonho? Não sei. Sei que ao invés da minha doce Lara, acordei com um monte de marmanjo do meu lado. P u t a que pariu!
Os cara falam alguma coisa sobre abastecer e eu só movo a cabeça concordando.
Pego o meu celular, olho as notificações pela tela, não tem nada, não dela. Mesmo assim eu abro o w h a t s e o i n s t a g r a m, buscando a mínima informação que seja, como fiz nos últimos dois anos.
'Cadê tu, Lara?', eu penso olhando o horizonte.