bc

Casada Com O Irmão Do Meu Marido

book_age18+
20
SEGUIR
1K
LER
HE
herdeiro/herdeira
drama
like
intro-logo
Sinopse

Hadassa Alecastro sempre soube que seu casamento com Marcus Albieri não passava de um contrato entre suas famílias. Mas isso não a impediu de nutrir esperanças, de tentar, de se apaixonar por um homem que nunca lhe deu nada além de frieza e distância. No dia do seu primeiro aniversário de casamento, qualquer ilusão que restava se despedaça com a chegada de um vídeo anônimo: Marcus, seu marido, em uma noite de luxúria com sua assistente. Humilhada e cansada de viver nas sombras de um amor unilateral, Hadassa finalmente toma uma decisão: o divórcio e a retomada de sua própria vida. Determinada a assumir seu papel na empresa Alecastro e deixar o passado para trás, ela encontra apoio em Lucas Albieri, o charmoso e empático irmão mais novo que vai ser a peça chave para sua vingança

chap-preview
Pré-visualização gratuita
Capítulo 1
Hadassa Alecastro Ser casada com um homem que não te ama é a pior coisa do mundo. Não. Risque isso. Ser forçada a ser casada com um homem que não te ama é a pior coisa do mundo. Meu casamento com Marcus sempre foi um contrato, eu soube desde o início, mas mesmo assim me esforcei muito para que as coisas entre nós dois funcionassem. Eu fui tola. Nenhum esforço seria suficiente quando o coração de quem amamos pertence a outra pessoa. Mas já estava casada, porque não fazer isso funcionar? Eu pensei, desejando do fundo do meu coração que Marcus Albieri correspondesse meus sentimentos… Apenas para ter isso esmagado por sua distância e frieza. Hoje era nosso aniversário de um ano de casados. Dessa vez, eu esperava que ele aparecesse… Eu esperava por um pouco de seu amor. Preparei um jantar romântico e enviei a ele o convite para vir em casa. Tomei um banho incrivelmente demorado e passei os óleos mais cheirosos para esperar por ele. Vesti minha melhor lingerie e até coloquei uma meia 7/8 preta junto dos saltos chiques que eu sabia que ele gostava. Eu o esperei por horas a fio. O jantar esfriou. E eu acabei cochilando por alguns instantes. Esperei por ele para recebê-lo em casa e tê-lo comigo novamente. Mas tudo que recebi foi um vídeo, enviado de um número desconhecido com a legenda “Veja, agora.” Apertar o botão de iniciar me deixou constrangida. Foi como iniciar um filme pornô. Meu marido estava nu, com as calças baixas até os tornozelos estapeando a b***a de uma mulher que gemia loucamente. — Isso Marcus…. Não pare… não pare… mais rápido… ah… — Eu adoro quando você geme meu nome. — ele falou em um tom rouco e perigoso. Meu estômago se revirou. Um calor vergonhoso subiu pelo meu rosto, uma mistura de raiva e humilhação queimando minha pele como se eu tivesse levado um tapa. Meus dedos tremeram enquanto eu segurava o celular. O som dos gemidos e dos estalos da pele contra a pele ecoava pelo meu quarto. A mulher na tela gritava o nome dele como se fosse uma prece, enquanto Marcus, meu marido, riu e aumentou o ritmo, completamente concentrado no prazer dela, que ainda estava com o rosto coberto. Engoli em seco. Meu coração batia tão forte que eu podia ouvi-lo nos meus ouvidos. Talvez isso fosse uma montagem? Uma pegadinha c***l de alguém que queria me magoar? Mas não, eu estava me enganando. A voz dele. O jeito como ele segurava a cintura dela. O maldito relógio de ouro no pulso esquerdo. Era Marcus. Aquele era o meu marido. Eu podia desligar. Eu podia fingir que nunca vi isso. Mas não. Eu queria sentir cada facada dessa traição. Queria que doesse. Porque, de alguma forma, eu ainda tinha esperanças. Esperanças tolas e infantis de que um dia ele olharia para mim da mesma forma que olhava para aquela mulher, e precisava que elas morressem. O vídeo continuou. Gemidos mais altos acompanharam o decorrer da cena conforme ele virava a amante para vários lados diferentes. Meus olhos se fixaram na expressão de prazer dele, nos músculos tensos, no jeito que ele segurava os cabelos dela e sussurrava coisas que nunca disse para mim. Palavras sujas, palavras íntimas, coisas que ele nunca sequer tentou comigo. Nós fizemos sexo apenas uma vez e depois ele se afastou de mim… agora eu entendi o porquê. Engoli em seco e continuei assistindo, como uma i****a masoquista, enquanto ele inclinava a cabeça para trás e soltava um gemido rouco. A mulher, de cabelo castanho e pele dourada, cavalgava em seu colo com tanta desenvoltura que qualquer um diria que faziam isso há anos. Talvez fizessem. Eu não sabia. Eu nunca soube de nada. Uma lágrima quente deslizou pelo meu rosto e caiu na tela do celular. Eu sei que ele não deveria me amar, mas me respeitar era o mínimo. Se ele não estava disposto nem a isso eu acredito fielmente que devemos pôr um fim em nosso acordo. O vídeo ainda não tinha terminado, mas eu já tinha visto o suficiente. A risada dele me atingiu como uma faca no peito. — Você gosta disso, hein? — Marcus murmurou no ouvido da mulher, dando outro tapa forte em sua b***a. — Minha esposa nunca geme assim pra mim. A mulher riu, se virando para encará-lo, me permitindo ver pela primeira vez seu rosto, — Então você deveria se livrar dela. — era a secretária de Marcus. Ana. Essa vagabunda dissimulada! O vídeo acabou. Quando a tela ficou preta, percebi que estava apertando o celular com tanta força que meus dedos doíam. Eu encarei o reflexo da cidade além da parede de vidro do meu quarto, as luzes borradas pelo véu de lágrimas que eu me recusei a derramar. Eu não era burra. Eu sabia que Marcus nunca me amou, mas ouvir ele dizer aquilo… sentir a indiferença, a falta de respeito, foi como um soco no estômago. Eu não fazia nada daquilo porque ele nunca estava em casa e ele foi meu primeiro. O ódio subiu em meu coração. Eu poderia quebrar alguma coisa. Gritar. Ligar para ele e exigir explicações. Mas para quê? Ele não se importava. Um ano. Doze meses. Trezentos e sessenta e cinco dias da minha vida tentando ser uma boa esposa, tentando me fazer digna do amor de um homem que nunca foi meu. E no nosso aniversário, ele me dá isso? Meu peito subiu e desceu rápido com a raiva me preenchendo. Respirei fundo, tentando manter a compostura. Mas como se o universo estivesse rindo de mim, meu celular vibrou novamente. Uma mensagem nova do número desconhecido: "Parabéns pelo seu primeiro ano de casamento. Achei que deveria saber." Engoli a bile que ameaçava subir pela minha garganta. Quem quer que tenha enviado isso queria me destruir. Meus olhos foram até a gaveta ao lado da cama. Lá dentro, havia uma pasta. A pasta que continha o contrato de casamento. O mesmo que me prendeu a esse homem por interesses que nunca foram meus. Eu podia cair de joelhos e chorar até não sobrar mais nada dentro de mim. Ou eu podia me levantar e queimar esse casamento até não restar nem cinzas. E eu já sabia qual escolha fazer. Abri a gaveta retirando o contrato. Com esse vídeo eu estava livre dele. Livre de sua infidelidade. Se Marcus achava que eu ia continuar sendo a esposa tola e apaixonada, ele estava muito enganado. — Senhora Alecastro? — a voz gentil de Nicole, minha governanta me tira de meus devaneios, — O café da manhã está pronto. — Já estou descendo, senhora Silva. — respondi me virando para sair do quarto.

editor-pick
Dreame-Escolha do editor

bc

Chosen By The Cursed Alpha King

read
324.1K
bc

Coração Sombrio- Estefano

read
3.4M
bc

The Rejected Mate

read
989.7K
bc

Holiday Hockey Tale: The Icebreaker's Impasse

read
573.6K
bc

Claimed by the Biker Giant

read
124.5K
bc

Just One Kiss, before divorcing me

read
1.9M
bc

Daddy Alpha, I’m In Heat

read
153.6K

Digitalize para baixar o aplicativo

download_iosApp Store
google icon
Google Play
Facebook