capítulo 14

1267 Palavras
Dia da morte do José. Heitor Lins Sentia o meu coração acelerado, atirava em quem aparecia na frente, mais de 30 vapores do José se viraram contra ele lutando e estão lutando com a gente, nós estávamos usando uma faixa lilás no braço para destinguir os nossos vapores dos inimigos, poucos vapores ficaram ao lado do José, só ficaram aqueles que pensam igual a ele. Filhos da p**a nojento. São tudo farinha do mesmo saco essas p***a. — NÃO RECUA NÃO p***a, SÓ AVANÇA NESSE c*****o Escuto meu pai gritando de longe e eu não tirava os olhos da mira e nem o dedo do gatilho, escuto um disparo atrás de mim e olho para trás no susto vendo um vapor inimigo caído e um dos vapores que era do José e que agora estava do nosso lado. Vejo ele apontar a arma para o cara que estava no chão e atirar contra a cabeça dele, olho para ele de novo e faço um sinal com a cabeça agradecendo e ele assente vindo para o meu lado e começar a atirar novamente. Dou um sorriso e volto a olhar para a frente aturando novamente. — AVANÇA — dou um grito vendo eles recuarem e alguns vapores inimigos correndo morro acima junto com o José — Tropa 3, comigo, no beco 7 — falo no radinho entrando no beco 7 e escuto os passos atrás de mim correndo junto comigo, atiro no inimigo que aparece vendo ele cair no chão já sem vida e eu olho para trás, para os caras que estavam me ajudando e para os vapores novos — Vocês tem ideia de onde ele pode ter ido ? — pergunto para eles me referindo ao José — Antes dessa invasão começar, ele estava falando que se alguma coisa desse errado ele ia usar o túnel de esgoto, fica mais pra cima entro os becos 3 e 4 — um dos cara fala ofegante e aponta para o beco e eu assenti vendo o meu tio entrando no beco — Qual teu nome ? — pergunto olhando para ele — Matheus, mas pode me chamar de MT Olho para o cara do lado dele, o que tinha me ajudado. — Meu nome é Pedro Henrique, mas pode me chamar de Morte E por um momento eu viajei legal, por que alguém iria ter o vulgo de morte ? Saio dos meus pensamentos e olho para o Matheus. — MT tu vai na frente, fala quando chegar perto, tem gente vigiando o morro todo — falo e ele assente passando na frente e nós fomos atrás dele, viramos a direita e seguimos reto saindo em uma rua, atiramos nos vapores que estavam na rua e eu olho para cima vendo os vapores inimigos se esconderem — Tem gente nas laje, atira p***a — grito e começamos a atirar, não demora muito e todos já estavam mortos então continuamos correndo — E aí, tá animado para ver a sua garota ? — meu tio Thiago pergunta enquanto a gente ria Animado ? p***a animado era apenas um apelido. — Pra c*****o — falo sorrindo — Ai, é três ruas para a frente virando a direita Nós paramos quando eu escuto o MT falar e eu pego o meu radinho. — Érica, tá na escuta ? Érica era uma hacker f**a, ela havia hackeado as câmeras de segurança do morro e estava monitorando de dentro de uma van que nós tínhamos vindo e estava vendo tudo pelo computador. — Na escuta — ela fala — Vê pra min, se os becos 2,3,4 e 5 estão limpos — falo e espero alguns segundos e então escuto ela falar novamente — Limpo, a não ser pelo filha da p**a do José e mais sete homens, eles estão parados em um beco, o velho parece estar passando m*l, se vocês forem pelo beco 6 e derem a volta vão surpreender eles por trás, mas tem que ser rápido — Ela fala e todos prestavam atenção e assentiram no final — Nós entra naquele beco e segue reto, depois vira a direita e dá exatamente atrás deles — morte fala e todos concordamos Saímos virando para todos os lados para não sermos surpreendidos, entramos no beco e eu reconheço ele de cara, era o beco que os drogados ficavam, eu me lembro de sempre ter falado para a Cecília ficar longe daqui, dou um sorriso me lembrando, enquanto a gente corria eu via geral chapado e rindo para o chão enquanto acontecia uma chuva de balas. — Esse lugar não mudou p***a nenhuma — Falo baixo e vejo eles me olharem — José nunca se preocupou com nada, ele deixava o lugar todo largado, mas geral viu que tu é diferente dele — MT fala Presto atenção no que ele falava enquanto andávamos meio rápido. — Geral está vendo que tu quer ajudar nós, por que tu acha que todo mundo se virou contra o José ? Ninguém concordava com o jeito que ele "cuidava" daqui, os únicos que ficaram do lado dele são os mais velhos, os nojentos iguais a ele — Morte fala Andamos por mais alguns segundos e o MT para se encostando na parede, me encosto do lado dele e coloco a minha cabeça para o lado e olho vendo alguns vapores e o José no meio enquanto respirava fundo. Volto a minha cabeça rápido e faço um sinal para eles se encontrarem em silêncio. — Esses filhos da p**a se viraram contra mim, desgraçados eu vou matar cada um deles lentamente — José fala e tosse em seguida sem conseguir falar direito Olho para a frente vendo o meu pai com outra tropa e eu faço um sinal com as mãos e faço outro sinal para que eles ficassem quietos. Vejo meu pai apontar para o beco e perguntar "Ele está aí" sem som, assenti e vejo meu pai dar um sorriso m*****o, é José comemora você vai para o inferno mais cedo. Olho para o meu pai que coloca a cabeça no beco vendo e depois volta a levantar 8 dedos indicando que tinha 8 homens lá contando com o corno do José. Levanto um dedo, depois dois e por último três já aparecendo no beco e atirando em um cara, meu pai faz o mesmo e a tropa também. Atiro na perna do José quando ele ameaça fugir e eu vejo ele cair rolando a rua, corremos até lá apontando as armas para ele, vendo ele levantar as mãos desesperado enquanto chorava. — Po...por favor, na...não me mata por favor — ele fala chorando e eu dou risada mirando a minha arma na cabeça dele — E aí José ? Você lembra de mim ? — vejo ele me olhar por alguns segundos e depois tentar se levantar mas vejo o Thiago empurrar ele novamente para o chão — Filho da p**a, desgraçado, tu é filho daquela vagabunda nojenta — ele fala com desgosto e vejo meu pai dar um chute na cara dele que fica atordoado — Tu quer mesmo falar da minha mulher, seu filho da p**a — meu pai fala dando um soco na cara dele — Mata logo ele, eu não vou deixar esse e********r nojento mais um minuto vivo nessa p***a — falo sério enquanto balançava a minha arma ainda apontando para o José — Aqui tem sala de tortura ? — meu pai pergunta olhando para o naruto — Tem várias — MT arregala os olhos e meu pai sorri — Que comecem os jogos — meu tio fala rindo
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