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914 Palavras
⚠️ Esse capítulo contém cenas fortes, caso for sensível a esse tipo de conteúdo eu peço que pule ele⚠️ Heitor Lins Desço as escadas da casinha, e era uma sala de tortura, uma das várias que tinham no morro. Essa era bem mais afastada das outras, era quase no topo do morro. Assim que cheguei nos últimos degraus escutei os gritos de dor e agonia, e eu sabia que eram os gritos dele, e eu gostava de saber disso, eu gostava de saber que depois de tudo o que ele fez nesse morro, de todas as merdas que ele fez com as pessoas daqui. E finalmente ele estava pagando por tudo e quando digo tudo é tudo. Era até pecado falar isso, mas dava até uma satisfação, uma alegria sabe ? Ando pelo pequeno corredor e cumprimento os vapores que estavam de guarda ali. Paro na frente da porta de metal e empurrei com força escutando a mesma ranger e abrir, já dei de cara com as cabeças virando na minha direção, me olhando. E tinha exatamente 8 pessoas naquela sala, contando com o MT, morte, meu tio e meu pai, e mais alguns vapores ali que eu ainda não tinha decorado os nomes. A sala era escura, as paredes tinham isolamento acústico, dos dois lados da sala tinham duas mesas de madeira, com vários instrumentos de tortura, algumas paradas ali eu nem sabia para o que servia. E no meio da sala ali estava ele, todo sangrando, todo fodido, gritando com as mãos amarradas para trás enquanto fantasma, que era um cara alto e todo forte fodia ele. Era....nojento, mas ainda sim era gratificante, por que eu sabia que ele estava sentindo a dor que várias mulheres sentiram quando ele estrupou elas. No chão estava uma poça de sangue, o p*u dele jogado ali juntos com as bolas, roxos e os dois furados com bala. E ninguém aqui estava tendo dó não, todo mundo que estava na sala queria que ele pagasse por alguma coisa que ele já tinha feito. — É muito nojento, mas é gratificante ver ele pagando por todas as coisas que ele fez — meu pai fala para mim enquanto olhava para a cena fazendo uma careta e eu concordo — Tá bom fantasma, já pode parar — ele dá uma última estocada e mais um grito sai da boca do verme Fantasma sobe as calças e vai até a pia que havia ali e lava as mãos e sai sem falar nada, fantasma era um vapor da maré, o cara era encarregado apenas dos casos de estrupo, e vocês estão ligados o que ele faz, ele nunca fala nada, nunca dá um sorriso, nunca faz nada, apenas faz o seu trabalho e vai embora. E a primeira pessoa que o meu pai pensou para essa tortura foi ele, vejo o verme tombando a cabeça no chão sem aguentar ficar em pé e começar a chorar, olho para os vapores e vejo um sorriso na cara do MT, ele foi o que mais quis ver isso, pediu pra ficar quando tudo acontecia. — Por favor, por favor, me deixa sair daqui, por favor me mata logo — o choro dele era alto pra c*****o, e junto com os soluços ficavam ainda pior E você tinha dó ? Uma p***a, eu queria que ele se sentisse o mais lixo possível, por que na hora que ele estava fazendo a p***a toda ele não ficou arrependido. — Mas tu já está querendo morrer José ? A gente ainda nem acabou — dou risada olhando pra ele, que estava chorando com agonia e dor — Desgraçado, filho de uma p**a, eu deveria saber, eu deveria ter juntado os pontos quando te coloquei para dentro, você me lembrava aquela vagabunda.... — ele foi interrompido pelo chute do meu pai na barriga dele fazendo ele perder o ar por alguns minutos e cuspir sangue — Olha a posição que você está filho da p**a, verme do c*****o, e você ainda quer falar da minha mulher ? Na minha frente ? — outro chute Mas o filho da p**a apenas riu. — Se liga cara, ela já morreu, eu matei ela lembra ? — meu pai foi pra cima dele de novo mais eu segurei seu braço — Tá cheio de marra né filha da p**a? Por que ? Por que você quer irritar a gente para morrer mais rápido ? Hum ? — falo e vejo a cara dele fechar — Filho da p**a, eu te botei dentro do meu morro seu desgraçado, eu te dei uma casa, agora você vem aqui e tira tudo de mim ? Por que ? Por causa daquela p**a ? É eu deveria ter matado ela enquanto eu tinha tempo — ele fala e aí foi a minha vez de dar um chute nele, mas dessa vez foi na cara dele, escuto um "crac" de algum bagulho quebrando e vi ele perder a consciência Pode falar qualquer coisa mas não fala dela. — Acorda esse filha da p**a que só os três dias de tortura é pouco pra ele E o negócio foi até o quinto dia, foi o dia que todo mundo descarregou o pente nele, o cara ficou irreconhecível, ele estava parecendo uma peneira, todo mundo tirou foto, mas não deixei soltar na mídia, eu não queria que os botas soubessem que tinha mudado o dono daqui. Pelo menos não ainda O José foi de arrasta...
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