A noite estava calma demais. Kelly estranhou o silêncio. Estava sentada no sofá da sala com os filhos — Lara e Noah — assistindo a um desenho qualquer, quando uma luz vermelha começou a piscar no painel de segurança da casa. Era o alerta máximo. Ela gelou. Olhou para a tela do painel e viu cinco carros estacionando em frente ao portão. Seu coração afundou no peito. Ela murmurou, num fio de voz: — Meu Deus... de novo não... Não agora... Um dos homens desceu do carro e, com um equipamento, começou a forçar o portão eletrônico. Kelly não pensou duas vezes. Agarrou as mãos das crianças com força. — Vem, meus filhos. Vem com a mamãe agora! — sua voz tremia. Correu com eles até o corredor, entrou no quarto principal e puxou o painel secreto escondido atrás do armário. Era o quarto do pânic

