noite intensa

569 Words
Otávio a carregou no colo até o quarto com um sorriso faminto nos lábios. Kelly gargalhava, mas seus olhos brilhavam com malícia. Assim que ele fechou a porta com o pé, a jogou de leve na cama, e ela caiu entre risos e suspiros, deixando o vestido de alcinhas subir pelas coxas. — Você não faz ideia do que causou em mim dançando daquele jeito — ele sussurrou, se deitando por cima dela e colando os corpos, sentindo o calor entre eles que só aumentava. Kelly puxou a nuca dele, roçando os lábios em seu ouvido. — Então me mostra, Otávio... Me mostra tudo que você ficou imaginando. Ele desceu os beijos com calma, com fome, com desejo. Os lábios tocaram seu pescoço, a curva dos s***s, o ventre quente. As mãos dele exploravam cada centímetro de sua pele, firmes, seguras, como se já conhecessem aquele corpo há anos — mas ao mesmo tempo com a fome de um homem que a descobria pela primeira vez. Os dedos firmes afastaram o tecido da calcinha rendada e, sem esperar, ele se acomodou entre suas coxas, segurando-as com força. Kelly gemeu alto ao sentir a língua quente e lenta explorando sua i********e com precisão, em movimentos circulares, alternando entre lentidão provocante e investidas mais intensas. Ela arqueava o corpo, agarrando os lençóis. — Otávio... meu Deus... Ele olhava pra ela enquanto a provocava, como se quisesse memorizar cada reação, cada suspiro. Quando ela explodiu de prazer, gritando seu nome, ele subiu por cima dela com os lábios molhados, e a beijou profundamente, deixando que ela provasse o gosto de si mesma. A entrega foi total. Os corpos se uniram com força e carinho, em posições que iam do beijo calmo ao impulso selvagem. Kelly montou nele com os cabelos soltos, se movendo com domínio e prazer, gemendo rouca, arranhando o peito dele. Depois, foi virada de bruços, com as mãos presas ao lençol e os quadris erguidos, sentindo os gemidos abafados dele contra sua nuca. Entre risos, mordidas e sussurros, se entregaram mais uma vez — e outra. O quarto inteiro foi preenchido por gemidos, respirações ofegantes e o som da cama que parecia não suportar tanta intensidade. Quando enfim caíram exaustos lado a lado, ofegantes e suados, Otávio puxou ela para os braços e sussurrou: — Você é a minha perdição... e eu nem quero me salvar. Kelly riu baixo e beijou o ombro dele. O sol começava a pintar o céu com tons suaves de rosa e dourado, entrando pelas janelas da casa de praia e iluminando delicadamente os corpos entrelaçados nas camas espalhadas pelos quartos. O frescor da manhã misturava-se ao calor da paixão que ainda pulsava em cada casal, como uma chama que se recusava a apagar. No quarto principal, Kelly despertou sentindo o corpo de Otávio colado ao dela, as mãos dele explorando sua pele ainda quente da noite. Ela sorriu, deixando um dedo deslizar lentamente pela clavícula dele, provocando um arrepio que fez o homem fechar os olhos e puxá-la para um beijo suave, mas cheio de promessa. — Bom dia, minha linda — sussurrou Otávio, com a voz rouca de sono e desejo. Kelly respondeu com um sorriso malicioso, deslizando a mão pela cintura dele e puxando-o para mais perto. Sem pressa, foram retomando o ritmo frenético da noite, mãos e línguas explorando cada pedaço de pele, gemidos baixos preenchendo o silêncio da manhã.
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