Carla saiu do mar numa última ondada, rindo alto com o surfista ao lado, ainda colada nele como se o beijo de antes não tivesse sido suficiente. Os dois caminhavam de mãos dadas até o grupo. O cara, além de gato, tinha aquele ar de quem dominava tudo: corpo bronzeado, cabelo bagunçado pelo mar, sorriso safado e um olhar que era pura malícia.
— Gente, esse aqui é o Marcos, meu… novo amigo — Carla disse, enfatizando “amigo” com um sorrisinho provocador. — E esse é o meu grupo mais maravilhoso e maluco de todos.
Otávio, Leandro, Caio e João se levantaram para cumprimentá-lo com aquele aperto de mão firme, já aprovando o cara com olhares cúmplices. Kelly, Luísa, Isadora e Renata soltaram gritinhos e começaram a zoar, sem dó:
— Eita, amiga! — soltou Renata, piscando. — Deu um almoço completo no surfista, hein?
— Foi banquete — completou Luísa, rindo alto.
Carla revirou os olhos, mas não segurou o sorriso safado.
— Ai, meninas… chega de ser vela. Hoje eu quero é dar muito!
As cinco caíram na gargalhada, se jogando umas nas outras. Até os meninos riram da ousadia, enquanto Marcos olhava para Carla com aquele ar de quem já estava completamente fisgado.
Enquanto as meninas seguiam provocando Carla com comentários bem-humorados, os meninos puxaram Marcos pra perto.
— Chega mais, irmão! Vai rolar um churras na casa hoje à noite, cola com a gente — disse Leandro.
— Tô dentro! — respondeu Marcos de imediato.
O papo foi engatando, descontraído, e no meio da conversa, João perguntou:
— E aí, cê é daqui mesmo?
— Sou sim, tô cursando Direito na mesma faculdade que vocês.
Todos se olharam surpresos.
— Jura? Mas nunca te vimos no campus.
— É que eu sou de outra turma, Mas tô querendo mudar pra turma de voces que dizem que e a melhor do Campus ... ainda mais se tudo der certo com a Carla — ele sorriu, olhando direto pra ela.
O grupo inteiro vibrou com a ideia. Agora o time tava completo.
— Fechou então! — disse Otávio, batendo no ombro dele. — Bem-vindo oficialmente ao bonde. Agora é Otávio, Leandro, Caio, João e Marcos!
Carla deu um selinho estalado em Marcos e cochichou:
— Você nem sabe a sorte que deu, amor.
Kelly gritou, se abanando com a canga:
— Mais um pro grupo das noites sem dormir!
E entre zoações, calor, corpos colados e novos começos, a tarde seguia mais quente do que nunca.
O clima no churrasco estava pegando fogo. As luzes da casa estavam baixas, a música tocando no volume ideal, e a vibe era pura diversão. As meninas arrasavam com vestidos de alcinhas, com decotes sutis e provocantes, tecidos leves que acompanhavam cada movimento do corpo enquanto dançavam com sorrisos safados e olhares cheios de malícia.
Kelly, Carla, Luísa, Renata e Isadora se rebolavam de forma natural, divertidas e conscientes do quanto estavam deixando os meninos completamente excitados.
Na roda dos caras, com copos de cerveja e doses de whisky circulando, os comentários começaram, um a um:
— Mano... que t***o da porra... p**a que pariu, — murmurou Caio, de boca aberta.
— Porra... fala não — respondeu João, com o olhar fixo nas curvas de renata
— Isso aqui tá fora do controle, meu irmão..., — disse Leandro, já se abanando com a tampa do isopor.
— Aquele vestido da kelly tá me matando aos poucos, — p***a disse Otávio sem conseguir disfarçar a t***o.
E então, Marcos, o novo integrante do grupo, soltou com um sorriso sacana:
— p***a e a Carla dançando assim? Ah, papai... é hoje, hein!
Todos caíram na gargalhada, virando os copos de cerveja na boca de uma vez só, como se isso fosse amenizar o fogo que já estava aceso.
As meninas, percebendo o estrago que estavam causando, começaram a provocar ainda mais. Com olhares trocados, e aquela dança cheia de malemolência, se aproximaram umas das outras e riram.
— Amiga... na moral, que gostoso, hein? — disse Luísa olhando pra Carla. — Não tá pra menos, não. Já dá pra ver que vai rolar um trato bonito aí. Esse aí é de elite!
Carla gargalhou alto, jogando os cabelos para trás:
— É claro, né? Vocês acham que eu ia pegar qualquer um? Olha pra mim, uma gostosa dessas… o meu homem também tem que ser de alto nível!
— Pois é! — completou Renata, dançando e virando a cintura. — Olha pra gente, olha pra esses corpos, olha pra essa beleza. Somos gostosas pra c*****o!
Kelly não perdeu a chance e soltou:
— E o meu Otávio, hein? Fala sério… é um monumento. Meu Deus do céu, que homem!
— Tava demorando.... mas é verdade, — disse isadora — Ele tem presença.
— Olha o respeito, hein! — retrucou Kelly, apontando o dedo com um sorriso. — É meu.
E todas gargalharam juntas, zoando, dançando enquanto os meninos também riam, mas não tiravam os olhos delas nem por um segundo.
Foi aí que Carla olhou pra Marcos e soltou, com um brilho no olhar:
— Hoje eu vou dar muito… olha esse cara aí, papai!
As amigas explodiram em risadas, e Luísa completou:
— Desse jeito que a gente tá seduzindo eles… vai ser difícil levantar da cama amanhã!
— Vai nada! — respondeu Isadora, rindo alto. — Eles que se preparem, porque a gente tá só começando.
A noite ainda prometia… e o churrasco já era só o aquecimento.
A música seguia envolvente, e as meninas continuavam dançando de forma sensual, como se cada movimento fosse um convite. Os vestidos de alcinhas colavam nos corpos suados, os cabelos soltos balançavam conforme giravam os quadris. Os olhares maliciosos, as risadas provocantes, os toques sutis entre elas... aquilo estava deixando os caras completamente no limite.
Na roda, Otávio largou o copo de cerveja e passou a mão no rosto, visivelmente entregue:
— p**a que pariu... cheguei no meu limite. Não dá mais, vou levar minha mulher pro quarto agora.
Os outros olharam pra ele e logo entraram na mesma vibe.
— p***a, mano, vou fazer a mesma coisa. Não tô aguentando mais também. Vambora, vambora! — disse Caio, com os olhos ardendo de desejo por Isadora.
— Mano... elas provocaram demais. Agora é a nossa vez, — completou Leandro, já indo na direção de Luísa.
Sem esperar mais, eles se aproximaram das meninas e, um por um, pegaram suas mulheres no colo, entre gargalhadas e gritos divertidos.
— Ai meu Deus! Otávio! — gritou Kelly, rindo, batendo de leve no ombro dele.
— Ninguém mandou ficar me provocando, — ele respondeu com um sorriso safado. — Agora aguenta.
— Eita! O clima esquentou de vez! — disse Renata, sendo carregada por João, que não tirava os olhos da boca dela.
— Vocês mexeram com a gente, agora vão pagar o preço... com juros e correção! — brincou Marcos, com Carla no colo, rindo alto e se agarrando ao pescoço dele.
E assim, cada casal foi para um dos quartos .