Marcos entrou no quarto ainda rindo com a Carla, que o puxava pela mão, completamente entregue à química que explodira entre eles desde o primeiro beijo no mar. Assim que a porta se fechou, ela se virou de frente e disse com o olhar provocante:
— Tu não faz ideia do quanto eu te quis hoje. Cada vez que tu me olhava, meu corpo gritava.
— Eu te olhei o tempo todo, querendo te jogar na areia. Mas agora... é só você e essa cama.
Ele a empurrou contra a parede e a beijou com desejo bruto. As mãos subiram por baixo do vestido de alcinha, que ela mesma puxou com pressa, ficando nua diante dele sem hesitar. Ele encarou o corpo dela como quem vê uma deusa, passou a língua nos lábios e a pegou no colo com força, colando a boca em seus s***s, mordendo e sugando com vontade.
— Te é uma gostosa do c*****o, mulher...
— Então me devora — ela provocou, apertando os ombros dele.
Ele a deitou sobre a cama e desceu com a boca entre suas coxas, explorando com a língua com movimentos firmes e molhados. Carla jogava a cabeça pra trás, gemendo alto, os quadris se movendo involuntariamente.
Ele subiu, beijando seu corpo inteiro até alcançá-la de novo, penetrando-a de uma vez, fundo, fazendo Carla gritar. O ritmo foi selvagem, sem cerimônias, com ela arranhando suas costas, pedindo mais e mais.
— Tu vai lembrar disso pra sempre — ele rosnou no ouvido dela, acelerando o ritmo, pegando suas pernas e colocando nos ombros, aprofundando ainda mais.
Mudaram de posição com fluidez, como se já se conhecessem há anos. Ela montou nele com uma intensidade feroz, rebolando e gemendo em seu ritmo, olhando nos olhos dele e segurando firme seu pescoço.
— Tu é meu agora, entendeu?
— Sempre fui, desde que te vi naquela praia.
Ele a virou, pegou por trás, puxando os cabelos dela com uma das mãos, enquanto a penetrava com força e prazer. Ela urrava de t***o, enlouquecida.
depois que atigiram o limite ja suado, caíram exaustos, ainda se beijando, sorrindo entre beijos molhados. ainda ofegantes e colados um ao outro, Marcos segurou o rosto de Carla com as mãos, olhando fundo em seus olhos.
— Eu vou me mudar assim que a gente voltar dessa viagem — disse ele com um sorriso malicioso e sincero.
— Sério? — Carla arqueou a sobrancelha, curiosa e animada.
— Sério. Vou mudar pra sua turma, mulher. Quero ficar todos os dias com você. Todos os dias agarradinho em você.
Ela sorriu, encostando a cabeça no peito dele, sentindo o coração bater forte.
— Aí, delícia... muda sim, meu bem. Muda sim. Muda sim que eu não quero mais ficar um segundo longe de você.
Ele a puxou para mais um beijo quente, selando a promessa entre suspiros.
o amanhecer continuavam com o embalo da noite, ele segurava firme a cintura dela enquanto trocavam beijos ardentes. Carla, com seu jeito selvagem e provocante, puxava Marcos para perto, sussurrando planos de uma manhã cheia de delícias antes de descer para o café.
— Não quero que isso acabe nunca — ela disse, com um sorriso cheio de malícia.
— Nem eu — respondeu Marcos, já preparando as mãos para explorar ainda mais.