Kelly estava estonteante com um vestido vermelho tubinho curto e colado ao corpo, com um decote suave que valorizava seu corpo e deixava irresistível, com um salto prata completava o visual impecável.
Luísa optou por um vestido preto de tirar o fôlego, com recortes ousados e uma f***a lateral poderosa, Exalava poder e provocação.
Renata brilhou, literalmente, com um vestido prata extravagante, feito para ser notada. O saltinho prata dava o toque final de brilho.
Isadora escolheu um vestido laranja sensual, colado ao corpo, com costas nuas e decote em “V” profundo, acompanhado de um salto prata que deixava seu caminhar hipnotizante.
Carla estava simplesmente maravilhosa num vestido azul, de tecido fluido que acompanhava cada movimento dela com leveza e charme.
Elas se olharam no espelho, prontas, confiantes, e com aquele sorrisinho de “vamos causar”.
— Vamos de carro de aplicativo, tá? Nada de pegar o carro daqui, não quero nem esquentar o clima. — sugeriu Carla.
— Perfeito. Menos pistas. Mais impacto. — respondeu Luísa, rindo.
Chegaram na balada como uma tempestade de beleza e atitude. Luzes, música alta, gente dançando… e elas?
Se jogaram na pista.
Começaram a beber, dançar, rir. O tempo voou. Os problemas evaporaram. A sensação de liberdade e leve vingança deixou tudo ainda mais delicioso.
Enquanto isso…
Na balada onde os rapazes estavam, já era quase duas horas da manhã quando João, com a voz meio rouca de tanto rir e falar, olhou no relógio.
— É, mano... acho que tá na hora, né?
Leandro gargalhou alto.
— Pô, elas devem estar putas.
— Elas mereceram isso. — completou Caio, satisfeito com o plano.
Entraram no carro confiantes, já se preparando psicologicamente pro sermão, mas com a sensação de missão cumprida. Só que ao chegar em casa…
Nada.
A casa estava vazia. Em silêncio.
Foram direto para os quartos. E lá, sobre o abajur, o papel deles — agora com uma mensagem a mais no verso:
"Tá bom. A gente também foi curtir a noite das meninas. De manhã nos vemos. Beijo."
O silêncio virou um grito coletivo:
— p***a! NÃO ACREDITO! — gritou Otávio.
— Eu esqueci que a minha mulher é f**a. Ela percebeu que eu armei isso e ARMOU COM ELAS! — ele falava andando em círculos.
— Que merda, mano! — reclamou João.
— Não pode ser... p**a que pariu. — repetia Caio, com a mão no rosto.
— Elas viraram o jogo. — disse Leandro.
Marcos era o único mais calmo, sentado no sofá com um leve sorriso de canto de boca.
— Eu avisei... Carla ia aprontar de algum jeito. Elas são unidas. Se uma vai, todas vão.
O pânico instalou-se.
Começaram a ligar desesperadamente para cada uma.
Do outro lado, no bar…
As meninas, já com alguns drinks a mais, viram os celulares tocar ao mesmo tempo. Olharam umas para as outras e começaram a gargalhar alto, sem conseguir conter o prazer do momento.
— Eles surtaram. Tá acontecendo. — disse Kelly.
— Que maravilha! — comentou Luísa, rindo com lágrimas nos olhos.
— Quem manda somos nós, p***a! — gritou Renata, erguendo o copo.
Mais drinks. Mais dança. Elas estavam no comando da própria noite. Lindas, confiantes, donas de si.
Enquanto isso, em casa…
Os cinco andavam de um lado pro outro, mordendo os lábios, batendo os pés, murmurando entre si:
— Cadê elas?
— Elas não vão fazer isso com a gente, né?
— Elas vão voltar?
— Elas tão com quem?
— E se estiverem se vingando MESMO?!
Raiva, ciúme, preocupação e admiração. Tudo misturado.
Mas uma coisa era certa: eles subestimaram as mulheres que tinham ao lado.
E agora… estavam pagando o preço.