158 - Coringa-1

703 Words

Coringa Narrando Depois daquela pörra toda, eu fiquei alguns segundos parado olhando o corpo da Laura esticado no chão. O barraco ainda cheirava a sangue. Suspirei pesado. Passei a mão no rosto. — Romano. Ele levantou os olhos. — Fala. Apontei com o queixo pro corpo dela. — Dá fim nisso aí também. Dois moleques que tavam encostados na parede já se mexeram na hora. — Pode deixar, chefe. Eu ainda completei: — E limpa essa sala direito. Apontei pro chão todo sujo. — Não quero cheiro dessa mërda aqui. — Pode deixar. Chamei mais dois. — Vocês dois, pega balde, água sanitária, sabão, pano, lava tudo. — Agora. Eles saíram correndo. Eu virei pro Romano. — Bora lá no galpão. Ele assentiu. Saímos andando pelo beco. A noite já tava caindo e o morro começava a ficar naquele mo

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