Kurt Julienne se contorcia sob mim, seus movimentos frenéticos em um esforço para escapar. Minha determinação era firme. Eu não podia deixá-la ir, mas a ideia de lhe causar m*l era a última coisa que eu queria. Foi por isso que a beijei — ou pelo menos foi o que eu disse a mim mesmo. A ideia já pairava em minha mente há minutos, talvez horas, e, no fundo, eu esperava que isso a distraísse de suas tentativas de fuga. Ou talvez, egoisticamente, eu só estivesse cedendo a algo que vinha se acumulando em silêncio dentro de mim. Ela resistiu a princípio, seu protesto abafado contra meus lábios, enfrentando-me com uma determinação feroz. Precisei segurar seus pulsos com uma mão, enquanto com a outra firmei sua cabeça contra o carpete frio e úmido da noite, até que ela começou a ceder, lentamen

