capítulo 34 Breno

1476 Words

O motor do meu carro roncava alto, cortando o asfalto daquela madrugada como se a própria máquina tivesse pressa de fugir da cena de carnificina que deixei para trás. Eu sentia uma adrenalina absurda correndo nas minhas veias, uma vibração elétrica que fazia meus dentes rangerem; algo que nem o pó mais puro da Pedra Bruta tinha me dado hoje. Limpar o caminho daquela âncora que a Vanessa tentou amarrar no meu pé me deixou leve, p***a. O "Arquiteto" que se f**a com as planilhas e o moralismo de fachada dele; eu resolvo as paradas é na mão, no instinto, no sangue. Eu não sou um homem de projetos, eu sou um homem de execuções. Estacionei de qualquer jeito na frente daquela boate de quinta categoria na beira da estrada, um antro onde o som do batidão era tão violento que fazia o chão tremer so

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