Sanguinario Narrando Ela estava em pé, ao lado da cama. Só de calcinha. Uma calcinha nova, linda, da cor do pecado. O resto do corpo estava exposto, os braços cruzados tentando tampar os s***s, o rosto vermelho de raiva e vergonha. — Você não tem educação não? — ela gritou, os olhos cravados em mim, cheios de um ódio puro. A fúria dela me acertou em cheio, mas eu segurei. — Tô na minha casa — falei, a voz saindo mais baixa do que eu esperava. — Sua casa, mas esse quarto é meu, não é? — ela retrucou, a voz trêmula mas firme. — Então pelo menos bata antes de entrar! Ela tentava se cobrir, se encolher. Meus olhos passaram rapidamente pelo corpo dela. Magro. Pálido. Marcas de onde a gaze tinha estado na mão. E então, os s***s que ela tentava esconder. A imagem da bundä dela, da bøceta

