Tatá Narrando Ela fez um sinal rápido pra mim e pra Magia. A Magia já tinha se posicionado, mirando a direção da moto que vinha. Eu mantive o Lucas na mira, mas a Víbora voltou a atenção pra ele, os chutos recomeçando com mais força. — PARA! PARA, CARALHØ! EU NÃO FIZ NADA! — ele gritava, mas a voz dele já estava fraca. — Cala a boca e sente! — a Víbora rosnou, chutando o rosto dele de novo. O corpo dele no chão era um saco de pancadas. Ele se contorcia, tentava se proteger com os braços, mas cada impacto fazia ele levantar uns cinquenta centímetros do chão e cair de volta com um baque molhado. Os gritos eram contínuos, uma ladainha de dor e terror. — Meu braço! AI, MEU BRAÇO! TÁ QUEBRANDO! QUEBREI MEU BRAÇO! SOCORRO! ALGUÉM ME AJUDA! A Víbora parou, respirando forte. Ela virou pra t

