Sanguinário Narrando Mano. Tô aqui, segurando o demônio na coleira. A vontade é de enfiar a mão nesse pescoço branco e fino dela e apertar até ela entender quem manda. Até a luz desses olhos grandes apagar de medo de MIM, não da situação. Até o sorriso que ela deu agora há pouco sumir pra sempre. Ela tá me olhando agora com um misto de medo e uma teimosia que dá vontade de quebrar na porrada. Esse vestido vermelho, pø. Parece que pintou de sangue nela. E o pior: fica bom. Fica bom demais. E todo mundo viu. Tô tentando botar ordem, tentando dar aquele berro de chefe que faz todo mundo baixar a cabeça, quando o Guga vem, o irmão, o braço direito, e me dá um toque no ombro. — Qual é, irmão? Deixa a mina curtir um pouquinho. Aí a ficha cai. O Guga. O único que fala assim comigo. A raiva v

