Marilene Narrando Graças a Deus, no primeiro dia, ele não fez nada comigo. Não porque teve piedade. Não porque olhou no meu olho e viu uma mulher quebrada. Foi porque a dor era real. O chute do Júnior tinha deixado uma mancha roxa enorme na minha costela, e eu m*l conseguia respirar fundo sem sentir uma facada. O Sheik me examinou como quem avalia um carro batido — calculando o prejuízo, o custo do reparo. Mas ele não me bateu. E em compensação… em compensação, ele me usou. Todos esses dias. De todas as formas que um homem pode usar uma mulher. Eu não escapei. Fui abusada, fui possuída, fui propriedade dele do jeito mais íntimo e degradante que existe. Mas, por mais doído que seja admitir, na cama, o trato bruto dele ainda foi melhor do que o desgraçado do Lucas me tratava nos últimos

