Cora Na manhã seguinte, meus olhos se abriram para uma batida lenta e abafada na porta. Eu resmunguei e escolhi ignorar, pressionando meu rosto ainda mais no travesseiro. Mas, de alguma forma, quem estava batendo não parecia estar no clima de ir embora, porque, depois de uma breve pausa, houve três batidas simultâneas novamente. — Deus! — eu fiz uma careta, me sentando emburrada. Esfreguei meus olhos e torci para não tropeçar em minhas próprias pernas enquanto caminhava até a porta. E fiquei surpresa ao ver uma garota muito jovem do lado de fora, com os olhos baixos enquanto eu a encarava em branco. — Posso ajudar? — perguntei. Ela levantou o olhar e eu não tinha ideia do porquê dela estar tão nervosa. Como se eu fosse comê-la ou algo assim. — Café da manhã em quinze minutos. — ela

