William: Eu a olhava com incredulidade. Ainda custava a acreditar que a minha Nanda estava viva esse tempo todo. Enquanto o médico a examinava, eu permanecia ao lado dela, atento a cada detalhe, sem desgrudar um segundo. Já fui repreendido duas vezes, mas nada, nem ninguém, me tiraria dali e nem de perto dela. Nunca mais. A ansiedade me consumia. Queria levá-la logo para casa. Ela me lançou aquele sorriso que sempre aqueceu o meu coração e disse, com a voz suave que me fazia perder o fôlego: Nanda — Fique calmo, Will. Estou bem. Poderíamos ter ido direto para casa. Aquele som... era ela. A certeza de que estava realmente ali me invadiu por completo. Médico — Não é bem assim. Disse ele. — A senhora está fraca e desidratada. Vai tomar uma bolsa de soro enquanto aguardamos os resultados

