[…] Ao passar pelo hall da casa, abri a mala e tirei a Valentina de dentro. É claro que não fechei totalmente, não poderia deixá-la sem ar. Sei que estou violando algumas regras, mas não podia deixá-la morrer apenas porque o Sr. esquentadinho quer a manter presa nesta casa. Olhei para todos os lados para verificar se ele estava por perto. É evidente que eu não estou sendo desonesta. Se ele me questionar, serei franca, caso contrário, ele ficará sem informações. — Precisamos subir rápido antes que alguém chegue. Corremos escada acima, enquanto escuto a risada de Valentina. Valentina — Você já se cansou? Ela esticou os braços. — Eu consegui! — Sim, bebê. A vitória é sua, estou morta. Eu me apoiei na parede, simulando um desmaio. Ela abriu a porta do quarto e recuou. Sei que o

