Horas depois... Desci ao subsolo e me posicionei em frente à jaula onde se encontra o homem que afirma ser meu pai. O homem que sempre desejou que eu me tornasse um monstro. Ele me encarou e soltou uma risada, aquele sorriso maligno que sempre exibia quando tinha certeza de que havia alcançado seu objetivo com sucesso. Frederico — O que aconteceu? Ela te rejeitou? Que pena do meu filhinho querido. Ele riu novamente, como um lunático. — Você queria que eu odiasse minha filha, não é, Frederico? Foi por isso que você permitiu que ela ficasse grávida, para que eu não só a rejeitasse, mas também fosse odiado pela mãe dela. Foi por isso que você me drogou, para que eu não a procurasse e descobrisse quem era. Ousou colocar uma máscara de ferro nela, seu canalha. Ele socou a grade e gritou

