O sábado amanheceu com o céu nublado, mas a temperatura continuava agradável. Eu ainda estava enrolada nos lençóis quando ouvi batidas suaves na porta do quarto. — Lis, acorde. Vamos sair. A voz de Kai atravessou a madeira, firme, mas sem pressa. Abri os olhos devagar, piscando contra a luz que entrava pelas cortinas entreabertas. — O que? Para onde? — Respondi, minha voz ainda grogue de sono. — Comprar roupas para você. Minha mente, ainda meio dormente, demorou um segundo para processar. Assim que entendi o que ele disse, me sentei na cama de repente. — Como é que é? — Você precisa de roupas novas. — Ele disse do outro lado da porta, como se fosse óbvio. — Especialmente para o trabalho. Olhei para a pilha de roupas que trouxe quando me mudei para o apartamento dele. Algu

