POV LIZ A entrada da maternidade estava iluminada pelas luzes brancas do letreiro, que se destacavam na escuridão da madrugada. Kai estacionou o carro próximo à entrada de emergência e, antes mesmo que eu pudesse tentar abrir a porta, ele já estava ao meu lado. — Eu te pego no colo — ele disse, com a voz firme, mas preocupada. — Kai, eu posso andar... Ele me lançou um olhar determinado. — Não vou arriscar. Antes que eu pudesse retrucar, outro espasmo cortou minha barriga, e precisei agarrar a manga de sua blusa. A dor era intensa, tirando meu fôlego, e foi o suficiente para que eu desistisse de argumentar. Kai abriu a porta e me carregou nos braços como se eu não pesasse nada. Com sua velocidade sobrenatural, ele me levou até dentro da maternidade. Assim que passamos pela porta auto

