DDLG Experience II

3677 Words
Fico olhando para ele com t***o, sentindo várias pulsadas pelo meu clítoris, dentro de mim... hum. Seus braços ficam marcando no pijama, seu cabelo ainda está um pouco molhado do banho. Ele é tão lindo... Tão gostoso. O moreno se levanta, e para na minha frente; me olha desde cima e toca o meu rosto enquanto se segura pela base. — Escuta... – ele sussurra. — Tô achando você um pouco custosa. – Sua voz fica irônica. — Obedeça, é muito importante. Diga a verdade para o seu papai. Você preferiria estar chupando p*u do que estudando, não é? Estudar, ou chupar p*u? O que é melhor? — Hm... Uhum, eu preferiria estar mamando no seu p*u do que estudando, papai. – Respondo corada de vergonha. — Mmm. – Ele murmura rouco. — Boa garota. A sua voz é tão linda. Daddy vai te dar um beijo cada vez que você disser uma palavra sacana. Um beijinho escocês. Hm? – Ele se abaixa e beija a minha testa, com uma ternura paternal, mostrando-me o que esse beijo significa, e mantém o rosto na frente do meu. Armando segura o meu rosto, com o polegar numa bochecha e o resto dos dedos em outra. Minha pele macia dá uma leve afundada com o contato de suas mãos.  — Mas se você me desobedecer, e não fizer o que eu mando... – ele fica sério e ameaçante. Sua voz denota suspense. — Nada de bejinhos escoceses para você. – Armin ladeia um sorriso após me passar medo de propósito. — Mas Daddy sabe que você ama esses beijos. Você puto ama, não é? – sua mão no meu rosto, segurando-o, o aperta de um jeito um tanto agressivo enquanto ele me olha com as sobrancelhas franzidas de raiva. Encosto uma mão em cada coxa sua, hipnotizada. Sua mão vai laceando do meu rosto, ele o solta, se segurando outra vez pela base e me encarando assim, com esse olhar frio e firme. — Então seja uma boa filhinha, obediente. De outro modo, o Daddy vai ter que te punir. – Armin dá uma cuspida por cima da cabeça do próprio p*u quando acaba de falar, todo nervosinho. — Mmm... – gemo baixinho, sentindo a minha b****a se contrair de um jeito gostoso. Ele coloca seu polegar dentro da minha boca, ensopando-o de saliva. Sugo dando um suspiro. — Ain... – lambo seu dedo por baixo e o olho bem nos olhos. — Que mau... – coloco uma vozinha chateada. — Não tenho mais remédio a não ser chupar o p*u do meu Daddy. — Mhuhm. Claro. Mas você nem viu como eu sou bonzinho. Verdade, linda? – ele pergunta sacana. Sinto seu m****o entre os meus lábios e ponho a língua para fora o máximo que posso, ficando com uma carinha de prazer bem promíscua, com os olhos brilhantes. — Papai tá tentando te alimentar. – Ele sussurra sarcástico e bate o p*u dele contra minha língua várias vezes. Gemo agoniada, revirando os olhos. — Você gosta quando eu te alimento, hm? Assente com essa carinha linda, linda para c*****o. Assinto freneticamente e fecho a boca ao redor dele, começando a chupá-lo; na primeira vez o levo até a garganta, me esforçando para entrar mais do que posso suportar. Reviro os olhos, tossindo e mantendo contato visual. Acabo babando todo o líquido vermelho do pirulito, que vai escorrendo para o chão. Sinto como ele segura o meu cabelo no topo da minha cabeça, seus dedos rudes acabam me despenteando.  O rostinho dele está vermelho, bem corado enquanto ele grunhe rouco e sensualmente. Que delícia. Começo a chupá-lo para cima e para baixo, ficando descontrolada de t***o, apoiando as mãos nos meus joelhos de um jeito submisso, cuspindo nele sem tirá-lo da boca, às vezes engolindo os líquidos, às vezes deixando que toda a baba escorra por meu queixo. — Ahn... – gemo baixinho, agoniada e excitada. O tiro até o final, ofegando forte e a medida em que o tiro da boca, o p*u dele sai duro como uma pedra. Meu torso está todo corado pela excitação. Sinto como ele segura cada trancinha minha com uma mão e suspiro forte. O toque me excita. — Acho que eu te amo, bebê. – Ele dá um risinho sacana. — Faz isso outra vez. Essas cuspidas. – Olho para ele sorrindo e cuspo como ele pediu. — Mmmm... – ele geme rouco e deliciado, olhando o cuspe pendurado desde a minha boca até sua glande. Arrasto minha mão lentamente e o seguro, começo a masturbá-lo, toda corada, para cima e pra baixo enquanto minha calcinha se molha mais. — Posso meter meu p*u até o fundo da sua garganta? Eu vou ser gentil com você, eu prometo. – Ele assente. — A menos que você queira que eu seja rude. – O ritmo da minha mão começa a ser um pouco mais frenético, os olhos dele estão perdendo o foco. — Você pode fazer o que você quiser comigo, papai. – Gemo baixinho enquanto olho a boca dele entreaberta, deslizando minha mão por seu p*u ensopado e sentindo o meu corpo todo sensível em consequência. O atrito dele na minha pele me deixa muito excitada. — O que eu quiser, é? – ele ri baixinho e sacana, após sussurrar isso. Seus dedos entram na minha franja de um jeito agressivo, mas pausado. — Abre bem a sua boca. – Ponho a língua para fora, me sentindo deliciosamente humilhada, olhando para ele. Sinto como seu p*u entra, e quando vai passando por minha goela fico assustada e excitada com essa sensação de estar sendo usada. Começo a lagrimejar e tento conter as ameaças de vômito enquanto meu estômago embrulha.  Sofrendo, pisco algumas vezes com as sobrancelhas franzidas, lhe encarando enquanto umas lágrimas escorrem. Meu lápis de olho, rímel e batom mancharam o meu rosto todo. Agora entendo a que ele se referia com “arruinar minha maquiagem”. — Crybaby. – Ele dá um risinho sacana. — Não para de olhar para mim, linda. – Ele sussurra, extasiado, respirando alto. Depois dessa garganta profunda, na que fiquei sentindo os tocos ásperos dos seus pêlos pubianos nos meus lábios, o moreno puxa a minha cabeça lentamente até sair a metade e respiro, ainda tossindo. — Boa garota. Você colocou ele todo na boca! – ele exclama sarcástico, grave, irônico, orgulhoso. — Mmm... Uhum! – Assinto infantilmente, murmurando fino. Volto a chupá-lo depressa, dando alguns gemidinhos e olhando-o bem atenta, de um jeito submisso e entregue. — Fuhh... – Ele dá uma palmada no meu rosto, ficando descontrolado, violento de t***o. — Vou f***r sua garganta. – Ele sussurra o aviso, todo perdido. Segura as trancinhas com as duas mãos e começa a estocar rápido, fazendo com que eu perca todo o controle de mim. Eu deveria estar ofendida, mas estou excitada. Começo a apertar meus s***s levemente, puxando os biquinhos no sutiã, sentindo minha b****a se contraindo muito. Da boca dele escapam uns gemidinhos gostosos, graves e baixos enquanto ele ofega, que só me excitam mais.  Sinto como o moreno puxa a minha cabeça de uma vez, e fico respirando bem alto, gemendo acabada. Nos olhamos com intensidade. Lambo ao redor da minha boca, agarrando meus s***s mais forte.   — Hm... Você viu como você deixa o papai? Bem cachorro. – Ele começa a se masturbar perto do meu rosto enquanto puxa meu cabelo numa mão, me maltratando. Minha moral diz que é errado, mas meus hormônios estão adorando. — Você gosta de ver como eu me masturbo, hm? – Ele ladeia um sorrisinho.  — Hm... Sim, papai. – Respondo, envergonhada. — Mhuhm. Boa garota. Levanta. Agora é minha vez de deixar você bem p**a. Com a b****a bem molhada, como Niagara Falls. Dou um risinho safado e me levanto, segurando-o pela camiseta do pijama. Ele me olha desde cima, e segura meu rosto com as duas mãos, de um jeito possessivo. — Ok. Aqui estão os seus beijinhos por ser tão boazinha com o papai. – Armin beija a minha testa várias vezes, barulhentamente, brincando comigo. — Obrigada, Daddy. – Rio com vergonha entre um beijo e outro, me contendo, quase gargalhando, sentindo sua mão molhada pegando no meu rosto encharcado. ─ De nada. Hm... Você é tão linda. – diz ele, com voz muito fofa, dando mais beijos e logo uma risada um pouco mais infantil, imitando as minhas, mostrando o quanto ele acha o meu risinho bonitinho. ─ Que eu quero ser seu dono. E alisar o seu lindo, lindo cabelo lilás... Quero dizer, roxo. A última vez que eu falei que você tinha o cabelo lilás você ficou nervosa comigo... E te dar todos os beijinhos que você quiser. Então, me diga... Hm? O que te deixa cachorra? - fico rindo nos momentos engraçados da sua fala, mas a última soou bem séria. — Papi... Aqui... – aperto meus s***s um no outro com uma mão de cada lado, pressionando-os no peito dele e mordendo o meu lábio. — E aqui umas palmadas... – Sussurro e aliso um lado do meu bumbum algumas vezes. ─ Mhuhm. Fhhh. Você quer que o papai chupe eles para você? – Ele sussurra e cai sentado na cama, me trazendo para o colo dele com o movimento e agarrando minha b***a com as mãos por dentro do shortinho, apertando a carne deliciosamente. Fico com a b****a bem em cima do seu p*u e agarro seus ombros enquanto ele levanta minha camiseta com uma mão para logo segurar um dos meus s***s. Armin começa a apertá-lo, até ele sair para fora do sutiã, enquanto alisa meu traseiro. Sem paciência, ele levanta minha camiseta, a tira e desabrocha o meu sutiã. O moreno se aproxima do meu peito e sinto o ar quente da boca dele por ali. ─ Seus biquinhos, hm? Bem sensíveis. – Ele sussurra satisfeito após olhá-los como se estivesse analisando os dois. Sinto o p*u dele ficando totalmente duro de novo. ─ Eles são tão rosinhas. Tão gostosos. Posso morder? – Assinto negativamente, sentindo suas grandes mãos me segurando. ─ Não, papai. Dói muito. – Franzo minhas sobrancelhas, apertando meus dedinhos em volta do seu pescoço. ─ Shh... Não dói... Deixa eu morder. – Sinto o ar quente da boca dele num dos meus m*****s, ele o lambe, me estremecendo. ─ Grr.. – Armando dá uma mordida leve na pele do meu peito, a que está imediata aos redores do mamilo. ─ Auu... Para, daddy.– Reclamo, chorosa, apertando-o mais forte. Ele fecha os lábios ao redor do meu peito e dá uma sugada profunda, até a ponta sair da sua boca. Após isso, reviro os olhos e sinto um monte de líquido descer para minha calcinha enquanto meu corpo estremece. ─ Desculpa, baby. – Ele sussurra, sarcástico. ─ Perdoa? – o moreno fala comigo de um jeito infantil agora. ─ Hm... Não, papai. ─ Por favor. – Seus lábios vêm muito insalivados sobre o outro mamilo, me fazendo gemer alto e agarrar sua nuca, passando as unhas de leve nela, causando-lhe uma sensação intensa.  — Hm... Ok, papai. Se você seguir assim. – gemo baixinho. Armando cospe por cima do outro um escarro bem espesso e barulhento, de repente. O ruído disso, tão alto e masculino, com o timbre da voz dele por trás, fez o meu ventre se remover. — Mmm... Ai. Assim, sim. Papai. Com muita saliva. – gemo baixinho e arrastado essas frases, passando minha calcinha no p*u dele lentamente.  Passo a apoiar cada mão minha num joelho seu, deixando o meu torso inteiro exposto para ele, com o meu rosto todo e******o.  ─ Hm... – ele agarra um biquinho em cada mão e começa a girá-los enquanto nos olhamos nos olhos. Fico revirando um pouco minhas pupilas, e com a boca aberta, molhando cada vez mais minha calcinha enquanto sinto as carícias arrepiantes. — Você quer que eu cuspa mais em você? – Assinto, já sem nenhuma vergonha, me sentindo muito sacana. ─ Se você quiser cuspir em mim, papai... Você pode. Eu sou sua, dad. – sussurro, corada. ─ Mmm... Sim. Você é minha, baby. Só minha. – O moreno os segura e os deixa bem juntinhos. Ele começa a passar sua língua com violência para cima e para baixo de um lado, e logo a sugar com muita pressão, alternando os movimentos. O apertão que ele dá nos dois me deixa muito amolecida. Armin leva sua boca úmida até o outro seio e segura o que já está molhado com seus dedos, indicador e polegar, esticando-o prazerosamente, com cuidado e um pouco de pressão, enquanto segue chupando. ─ Uh, baby. Saiu um pouco de leite. Que leite é... Leite integral, Parmalat? Mmhuhm. – ele comenta sacana, ofegando e dando uns risinhos. Acabo dando uma gargalhada baixinha, e ficando corada. Ele é muito zoado, cara. Enquanto outros homens ficam super concentrados enquanto estão transando, ele até faz piadas. Será que ele gostaria de um disfarce de vaquinha?  ─ Hehe. – Armando dá um risinhos sarcásticos e começa a chupá-los tão forte e intensamente, que nos segundos seguintes meus pensamentos logo se vão, no meu cérebro agora só sinto sua língua cutucando o biquinho para cima e pra baixo, a pressão da sua boca, e seus dedos puxando o outro. ─ Mmmmm. Gostosa. – o moreno alterna os lados de novo. Ele geme grave com o p*u super endurecido, mostrando o quanto ele desfruta lambendo-os, suspirando e tocando-os de um jeito descontrolado, que só enfatiza o quanto ele gosta. A frequência com que muda a boca de lugar agora é maior. Meus s***s estão muito, muito molhados. Estão ficando sensíveis e doloridos de um jeito que chega a ser gostoso, para uma masoquista. ─ Ain... Pa-papai.. Vamos f***r, vamos. Por favor.   Acho que ninguém nunca ficou me mamando por mais de dez minutos. Estou deixando ele fazer isso, experimentando essa nova forma de t*****r, passando a mão por seus cabelos com carinhos intensos e relaxantes. E às vezes puxando seu cabelo de leve enquanto gemo. ─ Ah... Ar... Ar-...min... Me.. - sinto como coro. ─ Me fode. Por favor... – peço gemendo e arranhando sua nuca. ─ Você pedindo pra eu te foder... Isso é muito quente. – Ele confessa arrastando a voz, após retirar a boca, enquanto ele também ofega. O moreno tira sua camiseta, ficando todo despenteado, cabelos e sobrancelhas; todo vermelho de excitação. Me afasta um pouco enquanto segura minha b***a e me ajuda a me livrar do meu shortinho e da minha calcinha. Fico em pé, mordendo o meu lábio inferior. ─ Eu gosto muito dessa postura, papai. – Confesso mimosa. Vejo como ele segura seu p*u pela base. Ele me excita, com essa voz e o seu jeito de sentar espalhado com esse olhar maligno, tocando-se a si mesmo sem nenhum pudor, na minha frente. Gemo de desejo, olhando seu corpo definido, em conjunto com seus olhos tão, tão bonitos. Toco seu peitoral de um jeito carinhoso, arranhando de leve, ficando bem perto e o admirando. ─ Eu também. – Ele pisca um olho e me mostra um sorriso.  ─ Sou lindo, né, baby? – ele ri baixinho. Fico imediatamente corada, vendo como ele me notou secando-o tanto. ─ Papai... Você é lindo. Mas também é idiota... E convencido. – Falo com prepotência. A cara dele se fecha aos poucos de um jeito sério, e um pouco cômico. Começo a me agachar, na direção do p*u dele, até sentir a cabeça roçando na minha entrada. Seguro seus ombros com força e ele me puxa pela b***a até o talo. Dou um gemido alto, que parece uma lamúria. Enquanto ele me segura colada com ele sinto um tapa forte e doloroso na minha b***a. Ele a agarra por baixo e fica respirando quente no meu pescoço, me pegando com as duas mãos e me afirmando contra ele de um jeito possessivo. ─ Ei... – Armin adverte rouco e sério. ─ Você não pode falar assim comigo se formos brincar de D/S. Um pouco de respeito, sua m*l-educada. – Essa frase sacana, junto com a temperatura do p*u quente dele dentro de mim e a sensação do meu líquido envolvendo-o por completo me fez gemer baixo de novo, ficando amolecida no seu colinho, com meus s***s pregando no seu peito duro. — Ok.. Mm. Sinto muito, daddy. – Dou um risinho, mordendo a boca. Sinto ele alisar o meu cabelo carinhosamente.  ─ Ok... – um pouco de suor começa a pingar pela testa dele. Armin está muito e******o. — Uff... Baby, putz. Eu te amo. – Armin sussurra sarcástico, quase gemendo. Sinto seu p*u dando umas pulsadas dentro de mim. Abro um sorriso envergonhado. Mas seus lábios tão vermelhos e agitados estavam perto dos meus, nossas respirações invadiam a do outro, acabei dando-lhe um beijo curto enquanto segurei um lado do seu rosto, tocando sua orelha, mas não fui capaz de responder que eu também. Não é verdade. Ou, ao menos... Eu não gostaria que fosse. Ainda. ─ Mmm... Se você quiser eu não digo mais que te amo. É que estou tão excitado... – ele sorri. ─ Só me deixei levar pelo momento. – Seu sorriso sarcástico se expande. ─ Um pouco de... afeto... – ele ri baixo e diz a última palavra de um jeito bem zoado. ─ Então é só parte do jogo? – dou um risinho contra sua boca. ─ Não importa. Pode se deixar levar, ok? – sussurro, deixando o peso do meu corpo cair no dele. ─ Viu? São por essas coisas que eu amo você. – Ele sussurra contra minha boca. Segura a minha nuca e começa a me dar um beijo profundo e molhado enquanto aperta minha b***a e apoia os pés no chão, começando a estocar em mim num ritmo médio, gostoso, de um jeito fundo, sinto sua bermuda ir caindo pro chão com o esfrega-esfrega. Seguro seu pulso, rebolando nele, deixando-o me f***r. Gemo contra a sua boca, e ele começa a bater sua língua na minha várias vezes, abafando meus gemidinhos, afundando e desafundando a língua nas minhas bochechas. Vejo minha cara promíscua nas suas pupilas quando abrimos os olhos, meus s***s se esfregam nele toda hora, aumentando o prazer, e meu clítoris também fica pressionando contra ele, me levando pro céu. ─ Como sua b****a é pequena, em? Como ela é... Gostosa, e aperta... o... meu.. pau.. agh... – ele se descontrola e me fode rápido e forte. Me faz quicar nele para cima e pra baixo enquanto aperta minha b***a. Começo a revirar os olhos. ─ Assim? – ele sussurra, vendo minha reação. Assinto, ajudando-o com os movimentos, sentando fortemente. Ele assente, mordendo a boca, e me fode gostoso por vários minutos. Logo se levanta sem avisar, dominado pelo t***o do momento, e me vira de costas para ele. Ficamos em pé, ele atrás de mim. Sinto como me penetra outra vez, pegando a minha cabeça com uma mão, de um jeito bem apertado. Ele começa a bater na minha b***a com a outra.  O moreno mete forte, profundo, às vezes calcula m*l a força dos tapas e eles doem bastante. Estou delirando. Meu corpo só não cai porque ele está agarrando meu cabelo, a dor do puxão aumenta meu prazer. Sua mão é tão grande, minha cabeça cabe quase inteira nela.  — Mmm... Ai... Você tá.. Me pegando de jeito. – reviro os olhos, gemendo.  Ele dá um risinho sacana.  No quarto se escuta a mistura dos meus gemidos femininos com os urros roucos dele, o choque dos nossos quadris, o barulho de água causado pelo p*u dele revirando minha b****a molhada, e esses tapas, que soam tão gostosos como a sensação que eles deixam.  Me pegando assim, ele faz com que eu me sinta imobilizada, indefesa, frágil.  Afasto o quadril um pouco só para testar, e ele puxa minha cintura de novo, me fodendo mais forte, não me deixando escapar. Não tem como fugir dele. Não mesmo. ─ Deixa... Eu ficar de quatro que nem uma cachorrinha. – Sussurro, fora de mim. Ele me beija de língua e para de se mover, aceitando. Apoio minhas mãos na cama, ficando de quatro. Armin se ajoelha atrás de mim, e segue me ferrando enquanto puxa meu cabelo e me espanca. ─ Mmm... Mmm... Daddy. Você tá me fodendo tão fundo, tão, tão fundo. Mmmm... - Suas mãozonas agarram a minha b***a inteira, a abrindo muito enquanto esse pervertido olha para o meu cuzinho. O jeito que ele me manuseia faz o meu clítoris se esfregar na pélvis dele incontáveis vezes e estou revirando os olhos. ─ Ah... Ai, assim. Assim, papai. Me bate sem parar. E.. E.. Me esfrega em você assim. – Fecho meus olhos, muito corada. Me dá vergonha mandar isso, mas estou insana. ─ Toma. – Ouço seu timbre pesado e sussurrado, e sinto uma palmada mais forte que as outras.  ─ Toma, p*****a. Gosta de apanhar, hm? – outra, do outro lado.  E outra, e outra enquanto ele me fode. Reviro os olhos, respirando muito alto. É delicioso e insano, cada vez que ele me bate quase g**o. Até que meus gemidos somem e contenho o ar. ─ Ahhhhh. – Me desmancho num orgasmo de vários segundos, soltando uns gemidos escandalosos e manhosos. Esse clímax doeu. Queria sair de um jeito tão forte do meu corpo, que precisei me conter um pouco para que minha cabeça não explodisse. Ele percebe meu orgasmo e sai de dentro de mim, batendo seu p*u ainda duro pela minha b***a, e por minha b****a agora encharcada. Fico ofegando na cama, olhando-o ainda de quatro com a cabeça ladeada. Vejo seu sorriso sacana. ─ Vira de frente e abra as pernas. – faço exatamente como ele pediu e o olho. Armando segura as minhas coxas, uma em cada mão, deitando-se de bruços entre as minhas pernas. Ele começa a beijar minhas coxas de um jeito molhado e dá uma primeira sugada por cima do meu clítoris, que me deixa trêmula.
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