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Lascivos (Contos Eróticos)

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Blurb

Nem todo desejo pode ser confessado.

Em cada conto, um novo pecado. Uma nova tentação. Histórias marcadas por encontros proibidos, relações intensas, segredos sombrios e paixões que queimam sem pedir permissão.

Muita luxúria, obsessão e entrega, estes personagens descobrem que o corpo pode querer aquilo que a razão tenta negar.

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Capítulo 1
Felipe e Patrícia estavam namorando havia seis meses. Para quem os via de fora, pareciam um casal apaixonado e até tranquilo, daqueles que ainda estavam descobrindo as manias um do outro e fazendo planos para o futuro. Mas havia uma questão que, pouco a pouco, começava a desgastar o relacionamento. Patrícia era virgem e tinha muito medo de dar um passo adiante. Felipe sabia disso desde o começo e, durante meses, procurou respeitar o tempo dela. Não queria obrigá-la a nada e muito menos transformar sexo em uma condição para continuarem juntos, mas começava a se sentir rejeitado até nas demonstrações mais simples de i********e. Quando os beijos esquentavam um pouco, Patrícia afastava suas mãos. Quando ele tentava acariciá-la por cima da roupa, ela imediatamente se encolhia. Qualquer aproximação mais intensa terminava da mesma maneira. — Felipe, para. Eu ainda não estou pronta. Ele parava, sempre gentil. O problema era que Patrícia não enfrentava aquele medo sozinha. Paola, sua irmã mais velha, sabia de praticamente tudo que acontecia entre os dois, porque Patrícia contava cada conversa, cada beijo e até cada tentativa frustrada de Felipe. E Paola nunca tranquilizava a irmã. Muito pelo contrário. — Homem é assim, Patrícia. Enquanto não consegue o que quer, promete até casamento. Depois que consegue, muda. — Felipe não parece ser assim. — Patrícia dizia. — Nenhum parece até conseguir. Patrícia absorvia cada palavra. Paola dizia que estava apenas protegendo a irmã, mas existia uma parte daquela preocupação que ela jamais confessaria. Ela achava Felipe lindo. Já havia percebido isso desde as primeiras vezes em que ele apareceu na casa da família. Felipe era bonito de um jeito que chamava atenção sem precisar fazer esforço, tinha o corpo definido pela academia, sorriso fácil, perfume sempre marcante e uma segurança que contrastava completamente com a timidez de Patrícia. Paola nunca havia ultrapassado qualquer limite, mas seus olhos demoravam nele mais do que deveriam. Por isso, quando surgiu a viagem para a praia com um grupo de amigos, Patrícia ficou dividida entre a animação e o nervosismo. Seriam alguns dias em uma casa alugada praticamente de frente para o mar, com piscina, churrasqueira e quartos suficientes para acomodar todo mundo. Felipe ficou especialmente animado quando soube que dividiria o quarto com a namorada. Não criou nenhuma certeza de que finalmente fariam sexo, mas imaginou que, longe da rotina e com mais privacidade, talvez Patrícia conseguisse relaxar. Ela, porém, teve exatamente o pensamento contrário. Na véspera da viagem, procurou Paola, falou nervosa. — Você pode dormir no nosso quarto? Paola arqueou as sobrancelhas, perguntou rindo. — Com você e o Felipe? — Tem uma cama grande. Cabe todo mundo. — Patrícia disse. — Por favor. Eu sei que ele vai querer tentar alguma coisa. Paola cruzou os braços e respondeu com a naturalidade de quem já esperava aquele pedido: — Então eu durmo com vocês. E você não deve abrir as pernas para ele só porque estão viajando. Praia não é lua de mel. Patrícia concordou, aliviada. Paola, porém, sentiu algo muito diferente, desejo de ousar. Chegaram à casa no meio da tarde. O calor era forte, havia cheiro de maresia no ar e, das janelas do andar superior, era possível enxergar uma faixa enorme do oceano. Durante as primeiras horas, todos ficaram ocupados descarregando malas, escolhendo quartos, organizando comida e colocando bebidas para gelar. No começo da noite, ninguém quis sair. Ligaram uma caixa de som perto da piscina, improvisaram petiscos e churrasco, abriram cervejas e transformaram a primeira noite em uma pequena festa particular. Patrícia começou bebendo pouco, mas logo estava mais solta, rindo alto e entrando na piscina com Felipe. Ele aproveitou aquele momento para abraçá-la pela cintura. Patrícia não reclamou imediatamente. Encostou as costas no peito dele e ficou ali enquanto os amigos conversavam ao redor. Felipe beijou seu pescoço, ela sorriu gostando. Por alguns segundos, ele acreditou que finalmente ela estava permitindo uma aproximação maior. Quando Patrícia sentiu o p*u duro de Felipe roçando sua b****a na água, porém, seu corpo inteiro enrijeceu. Ela se afastou imediatamente. — Felipe! — O quê foi amor? Ela respondeu ríspida. — Para com isso. O sorriso dele desapareceu, falou chateado. — Eu só estava te abraçando. Ela foi se afastando. — Você sabe muito bem o que estava fazendo, que nojo, alguém podia ver. Felipe respirou fundo, respirou já irritado. — Patrícia, eu não fiz nada. — Eu falei que não estou pronta. — Ela cochichou saindo da água. — E eu respeitei, chata. — Ele disse frustrado. Felipe ficou alguns segundos encarando a namorada sair da piscina. A rejeição, principalmente depois de seis meses tentando ter paciência, atingiu alguma coisa que ele vinha segurando havia tempo demais. Pegou uma cerveja, depois outra. E mais outra. Patrícia tentou conversar quando percebeu que ele estava realmente chateado, mas Felipe já estava frustrado demais para fingir que não havia problema algum. — Eu nunca mais vou tentar nada — declarou, com a voz mais dura. — Pode ficar tranquila. — Não precisa falar desse jeito. — Ela disse de canto, cochichando. Ele respondeu indiferente a ela. — Precisa, sim. Porque parece que eu sou algum tarado tentando te atacar toda vez que encosto em você. — Eu nunca falei isso. — Ela disse. — Mas age como se fosse. Patrícia ficou magoada, falou triste. — Então você está comigo só por sexo? Felipe soltou uma risada cínica, respondeu. — Se eu estivesse com você só por sexo, Patrícia, você acha mesmo que eu estaria aqui depois de seis meses sem uma punheta? — p***a tô com as bolas cheias, doendo. Ela se calou, Felipe abriu outra cerveja irritado, continuou. — Quer viver em celibato? Viva. Só não espere que eu finja que isso não interfere no nosso relacionamento. Porque desse jeito nós nunca vamos casar. Ela falou brava. — Você está bêbado. Ele respondeu prestes a beber uma golada. — Talvez. Mas não estou mentindo. A discussão morreu ali, Felipe continuou bebendo por algum tempo, até perceber que permanecer perto dos outros apenas pioraria seu humor. Deixou todos curtindo, entrou na casa, tomou um banho demorado e foi para o quarto. Vestiu apenas um short confortável, apagou as luzes e se jogou na cama. Estava bêbado, cansado e verdadeiramente chateado. Não demorou a adormecer. A festa continuou por mais algum tempo. Patrícia também exagerou na bebida e, quando finalmente decidiu subir, m*l conseguia caminhar direito. Paola precisou passar o braço dela pelos próprios ombros e praticamente carregá-la escada acima. — Eu avisei para você parar de beber — resmungou irritada. Patrícia apenas murmurou alguma coisa incompreensível rindo. Quando chegaram ao quarto, Felipe já dormia profundamente de um lado da cama. Paola ajudou a irmã a se deitar do outro. Patrícia m*l encostou a cabeça no travesseiro e apagou. Paola fechou a porta, depois a trancou. Ficou alguns instantes parada no escuro. O quarto estava silencioso, iluminado apenas por uma faixa muito discreta de luz que atravessava a cortina. De um lado estava sua irmã, completamente adormecida. Do outro, Felipe. Paola usava um vestido curto. Deveria simplesmente se deitar, fechar os olhos e dormir. Mas não fez isso. Paola se deitou no meio dos dois só de vestido, sempre achou Felipe lindo, e pensou em aproveitar a oportunidade única. Eles estavam cobertos com um edredom, Paola se deitou de lado no escuro, começou acariciar o abdômen sarado de Felipe, roçando os lábios no pescoço dele, sentindo seu perfume gostoso importado, Felipe sonolento passou a mão no braço dela sussurrou pedindo desculpas, Paola se aproximou e o beijou lentamente, levou a mão até o p*u ainda mole, começou acariciar, o beijou foi aumentando intensidade e o p*u cresceu em sua mão. Felipe puxou o shorts pra baixo o p*u saltou e Paola agarrou, começou punhetando lentamente, sentindo muita adrenalina, Felipe estava acariciando o corpo dela, levantou o vestido meteu os dedos na b****a começou a masturbar carinhosamente com cuidado, fazendo pressão no c******s, logo sentiu seus dedos ficando lubrificados, e sussurrou contra a boca dela — Linda deixa eu te chupar?

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