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Jogo sujo - A irmã do meu melhor amigo

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intro-logo
Blurb

Amélia acabou de perder tudo: o noivo, a melhor amiga e o dinheiro. Sua única saída? Morar com o irmão na república do time de futebol americano.

O problema é o quarto ao lado. Lá dorme Thomas Bradford. Quarterback. Capitão do time. Melhor amigo do irmão dela. E o homem que ela odeia por ter partido seu coração no passado.

Ele diz que a odeia. Ela diz que ele é passado. Mas com apenas uma parede separando suas camas, a linha entre o ódio e o desejo está prestes a ser cruzada.

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Prólogo
Mia Existe um limite de dor que o coração de alguém pode suportar. Tenho quase certeza que o meu limite chegou, mas ainda assim, eu continuo me movendo. Enquanto fujo do que deveria ser o meu futuro, com nada além de duas malas, eu revisito cada marca que está ardendo dentro de mim. Achei que depois de quebrar uma perna, ser rejeitada e perder o meu pai, nada mais poderia doer tão intensamente. Eu estava errada. Ser traída. Duplamente traída, dói como o inferno. O meu mundo trincou por todos os lados agora, depois que peguei o meu noivo com a minha melhor amiga, na minha cama. Bem, ex noivo e ex melhor amiga. As minhas lágrimas secaram, assim como o resto de dinheiro que eu tinha na minha conta, porque claro, eu me coloquei em uma situação de depender dele. E agora que eu preciso fugir o mais rápido possível, não tenho nem dinheiro para isso. Quando foi que você perdeu tanto o controle da sua vida, Amélia?? A vergonha queima fundo, mas o que me obriga a pedir ajuda são os 100 dólares que me restam, e que eu tenho certeza que vão acabar antes do fim do dia de amanhã. Meu irmão atende no segundo toque. - Mia, tudo bem??? - Entendo a surpresa dele, porque eu normalmente não telefono. Respiro fundo, porque mentir se tornou parte de mim, mas eu não posso mentir agora. Não para ele. - Não, Matthew. Nada está bem. - O barulho que antes envolvia a voz dele some e ouço quando uma porta bate, ouço também o meu irmão, um ano mais novo, respirar fundo em seguida. - Estou ouvindo. - É incrível que a minha teia de mentiras brilhe nos meus pensamentos, porque eu deveria cuidar dele, não o contrário. Mas, eu não tenho mais a quem pedir ajuda. Então, mesmo que o papel de irmã mais velha seja meu, é ele que o exerce com maestria. - Peguei o Paul na cama com a Jess. - Falo de uma vez e ouço ele trincando os dentes. - Saí de lá, peguei tudo o que podia e agora estou em um hotel de beira de estrada… - Respiro fundo, porque as lágrimas queimam nos meus olhos, mas ainda não posso desabar, preciso contar tudo. - Não tenho muito dinheiro, mas consegui transferir a minha bolsa de estudos para a AASU... - Falo rápido, porque manter a racionalidade para resolver isso é uma verdadeira vitória. - Preciso de ajuda para chegar até ai, depois vou tentar uma vaga em algum dos dormitórios… - Mia… - Ele me interrompe. - Onde exatamente você está? Porque não foi para casa? Aperto os olhos com força, porque esse pensamento sequer passou na minha cabeça. - Não pensei nisso. - Admito. - E mesmo assim, estamos no fim do semestre… As provas começam em menos de um mês… Não posso parar o curso agora. - Ele respira fundo mais uma vez. - Onde você está? - O alívio é tão grande que as lágrimas escorrem dos meus olhos. - Nos arredores de Springfield. Em um hotel… - Faz quantos dias que está aí? E cadê o seu carro? - Outra mentira salta para os meus lábios, mas eu não posso mentir agora. - O Paul vendeu. - Admito. - E usou o dinheiro para dar entrada em outro… - Ele fez o que? - Agora eu consigo ouvir a raiva que o meu irmãozinho estava tentando controlar. - E onde está esse novo carro? - É insuportável a onda de vergonha que me atinge, mas por sorte, ele mesmo resolveu isso. - Quer saber? Não importa… Me manda o endereço. Vou resolver tudo! - Ele bufa. - Fique onde está, por favor. - Eu não tenho mesmo para onde ir. - Admito. - Deveria ter ido para casa, Amélia! - Ele me repreende, e eu não quero discutir com ele, não quando ele está vindo me buscar. - Eu deveria ter feito muita coisa diferente. - Ele sabe que estou falando sobre muitas coisas, não apenas das minhas decisões das últimas 96 horas. - Não saia dai, a cavalaria está chegando. - Desligamos e consigo respirar de verdade pela primeira vez desde que saí daquele apartamento. *** Você merece o mundo! Essa frase ecoou pelos meus pensamentos nos últimos 5 anos. Sempre com o mesmo tom, acompanhando da mesma memória, da mesma voz e da mesma dor. Eu sempre me senti uma verdadeira vadiä por buscar forças nisso, porque quem me falou isso sempre foi o dono do meu coração. Desde que eu me lembro. Mas eu nunca fui boa o suficiente para ele e, por isso, segui em frente. Fiquei na minha cidade enquanto ele ia embora e, assim que conheci o Paul, que me prometeu que me daria o mundo se eu pedisse, eu agarrei com unhas e dentes. E agora, largada na cama de um hotel questionável de beira de estrada, vestindo um moletom velho da Universidade de St. Louise, completamente arrasada, eu me questiono quando foi que eu decidi ignorar todos os sinais e colocar nas mãos dele todas as decisões da minha vida. O quarto é melhor do que eu posso pagar, e isso com certeza se deve a gentileza do senhorio que deve ter visto nos meus olhos o desespero, e acho que essa gentileza não vai durar muito mais, por isso, mando mais uma mensagem para o meu irmão. Falei com ele ontem à noite e o sol está se pondo de novo - portanto, se ele não chegar em 4 horas, eu vou dormir na rua porque não tenho mais dinheiro. Esteja pronta em uma hora. Ele responde a mensagem e eu acabo sorrindo para o celular, porque fodä-se que eu sou a irmã mais velha, o Matthew é o meu herói. Uso essa uma hora para tomar um banho, engolir o resto de salgadinho que sobrou, com uma Coca que perdeu o gelo faz horas, e fecho a única mala que abri. Visto a calça do meu moletom mas mantenho a parte de cima, afinal, a USSL foi a minha casa nos últimos dois anos, e dentro do possível eu fui feliz lá. Você merece o mundo! A voz ecoa na minha cabeça mais uma vez, e eu espero a culpa vir. Todas as vezes que pensei nele enquanto estava com o Paul, a culpa foi avassaladora. Mas desde que o encontrei na minha cama com a Jess, ela desapareceu. Fecho os olhos e quase consigo sentir a presença dele. Respiro fundo, porque ele deixou claro que nunca se aproximaria de mim. Afinal, entre eu e o time, ou mesmo entre eu e o Matthew, a escolha dele nunca seria eu. Mesmo que ele tenha dito coisas que eu vou levar para o resto da vida naquela noite, a rejeição ainda dói forte Eu mereço o mundo, mas não mereço ele. Esse pensamento deixa um gosto amargo na minha boca. Como é possível que, mesmo depois de tanto tempo, ele seja exatamente o que eu quero agora? Ignoro qualquer pensamento sobre ele quando o Matthew bate na porta, porque algo mais urgente e imediato está acontecendo - e ficar pensando nele nunca é uma boa ideia quando o meu irmão está por perto. Quase corro até a porta, e leva um minuto inteiro para soltar cada uma das trancas, afinal, sou uma mulher sozinha em um hotel de beira de estrada e toda proteção é necessária. Abro a porta pronta para afundar nos braços do meu irmão e chorar por uma hora inteira, quando a visão diante de mim me faz congelar por completo. - Olá, Mia Back!

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