Tom O Meu Tormento chora em silêncio contra o meu ombro, por pelo menos, uns 10 minutos. Acredito que eu só tenha visto ela assim, uma vez. E espero não ver nunca mais. Pelo menos se depender de mim. Depois que ela se acalmou um pouco, que fiz cafuné por alguns minutos e beijei o rosto dela, cobrindo várias lágrimas, ela teve forças para levantar do meu colo e sentar novamente na cadeira ao lado, secando o restante das lágrimas. - Desculpe. - Ela pede, como se tivesse feito alguma coisa absurda. - Não por isso. Nunca por isso. - Responde e afago o rosto dela. - A minha mãe é… - Ela começa a tentar explicar, mas eu estava lá quando as coisas mudaram. - Complicada. Eu sei. - Respondo por ela. - Mas, eu entendo a preocupação dela, Mia. - Ela pisca uma vez, e me adianto para explica

